Fim da Reforma Reforma – 3: a Comissão “Ecclesia Dei” entre “Summorum Pontificum” e “Kreuzweg”
Andrea Grillo 01/08/2016 Tradução: Orlando Almeida Foto: cena do filme Kreuzweg (Caminho da Cruz = Via Sacra)) … gostaria de sugerir aos membros da Comissão ‘Ecclesia Dei’, e sobretudo ao seu secretário, que assistam ao filme “Kreuzweg”, de D. Brueggemann. É a história do drama de uma família lefebvriana. História de uma menina, dos seus pais e do seu pároco, todos rigorosamente tradicionalistas.
Martinho Lutero foi um “mestre da fé”, dizem bispos alemães
Jonathan Luxmoore – 15 Agosto 2016 Foto: Martin Luther , de Lucas Cranach the Elder, séc. XVI. Em um novo relatório, os bispos da Alemanha dizem que o 500º aniversário da Reforma deve contar com o arrependimento de ambos os lados.
As “intenções do Vaticano II” e o diaconato feminino: Menke e a paralisia da tradição.
Andrea Grillo – 12 de agosto de 2016 “Poderíamos resumir a tese de Menke assim: a elaboração da ‘unidade triádica’ do ministério ordenado – episcopado, presbiterado e diaconato – e a atestação histórica da ausência de mulheres integradas dentro de tal unidade impedem que a Igreja ‘ordene mulheres’, mas não impede que a Igreja lhes atribua autoridade, embora não no nível sacramental do Ordo.” A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 10-08-2016.
PAULO VI, O “PAPA ESQUECIDO” QUE INSPIRA BERGOGLIO
Alberto Chiara – 06/08/2016 Tradução: Orlando Almeida Em 06 de agosto de 1978 morreu Giovanni Battista Montini. Memória do Pontífice, a quem tanto deve a época de reforma que estamos vivendo. Não por acaso foi ele que , encerrando Vaticano II, falou de uma Igreja “samaritana”, “serva da humanidade”, mais inclinada a “remédios encorajantes” do que a “diagnósticos deprimentes”, a “mensagens de confiança” do que “a presságios funestos”.
A guerra dos tradicionalistas ao papa Francisco
Peierluigi Mele – 02 de agosto de 2016 Estes dias Massimo Franco, jornalista político e especialista em coisas do Vaticano do Corriere della Sera, relata em artigo intitulado “Os tradicionalistas contra Francisco”, o apelo, publicado no blog ultraconservador “Corrispondenza romana”, de 45 teólogos e historiadores em que se pede ao Colégio dos cardeais para intervir junto ao Papa para que sejam repudiados “os erros presentes no documento de maneira definitiva e final, e declarar com autoridade que não é necessário que os crentes acreditem no que é afirmado pela ‘Amoris laetitia’. É o último de uma série de episódios da guerra dos tradicionalistas contra Francisco. Falamos sobre isto com Andrea Grillo, professor de Teologia Sacramental e Filosofia da religião no Pontifício Ateneu “Sant’Anselmo” de Roma.
Aumenta o tom opositor ao Papa?
Jaime Escobar – 01/08/2016 Sabe-se com certeza que depois do Sínodo da Família e da carta dos 13 prelados dissidentes, são vários os cardeais da Cúria Vaticana que manifestam mais do que uma simples oposição e, veladamente, reconhecem que não toleram mais os propósitos reformistas do Papa Francisco.
O nascimento da Igreja Católica Latino-Americana
“Para interessados(as) em temas eclesiais, informo que acabo de colocar em meu blog www.eduardohoornaert.blogspot.com quatro textos em torno da importância da Assembleia Episcopal de Medellin, 48 anos atrás. Sugiro ler na seguinte ordem: O nascimento da Igreja Católica Latino-americana; Questionamentos após Medellin: a pobreza; Questionamentos após Medellin: o ritualismo; Questionamentos após Medellin: o sacerdócio”. (Eduardo Hoornaert, apresentando os quatro artigos. Hoje publicamos o 1º – NdR)
Quem manda na Igreja?
Padre Anselmo Borges – 07/05/2016 “Desde os tempos de Constantino, nunca a Igreja esteve tão livre do poder. Mas a Igreja deveria passar do modelo piramidal, com o Papa no vértice e um protagonismo excessivo, para a descentralização em rede, com um nó central que é o papado. Então entraríamos verdadeiramente na idade de ouro do cristianismo”.
Igreja “em saída” e exercício da autoridade: além de um “lugar comum” do magistério recente. Artigo de Andrea Grillo
Andrea Grillo – 31/03/201 O “retorno ao Concílio” do Papa Francisco parece estar marcado pela exigência de “restaurar autoridade” à ação eclesial. Só assim ela poderá sair da “tentação da autorreferencialidade”. Mas, para fazer isso, ela deve assumir uma abordagem diferente à tradição. A Igreja não se reconhece como uma “história fechada”, como um “museu de verdades a se conservar”, mas como um “jardim a se cultivar”. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 22-03-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
À espera de “Amoris laetitia”: os nomes do amor em 140 anos de magistério católico, de Leão XIII a Francisco. Artigo de Andrea Grillo
Andrea Grillo – Fotos: do Site do autor – 04/04/2016 http://andreagrillo.altervista.org/ Amoris laetitia: agora temos um título. Mas apenas um título, que, porém, como acontece em uma longa tradição eclesial, coincide com um “incipit”. Assim inicia o documento: com a alegria do amor. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 01-04-2016.