Estes são aqueles que querem ‘caçar’ a Francisco… sistematicamente e sem piedade
“Eles estão à espreita. Como os caçadores desprezados. Levam três anos sem cobrar a peça e já atiram sem parar, em tudo o que se move. Incluindo o Papa. Especialmente o Papa Francisco. Os ‘caçadores eclesiásticos’ são os talibãs de sempre (bispos, sacerdotes e leigos), os que, durante anos, espalharam cartilhas de catolicismo para eleitos, de doutrina íntegra e princípios não-negociáveis”, escreve José Manuel Vidal, em artigo publicado por Religión Digital, 17-01-2016. A tradução é de Evlyn Louise Zilch. 19/01/2016
Como foi o Pacto das Catacumbas em Roma, no dia 16 de novembro de 1965?
“Três semanas antes da conclusão do Concílio, no dia 16 de novembro de 1965, alguns membros da ‘Igreja dos Pobres’ se reúnem na Catacumba de Santa Domitila em Roma. Dois meses antes, em 12 de setembro, o papa Paulo VI esteve na catacumba Santa Domitila, mostrando um apoio simbólico à ideia de uma ‘igreja das catacumbas’.” Eduardo Hoornaert – 16/11/2015
O Pacto das Catacumbas e sua atualidade após 50 anos
segunda-feira, 16 de novembro de 2015 Nos 50 anos do “Pacto das Catacumbas” vários grupos eclesiais e religiosos em Roma realizam atos em memória deste evento que marcou o caminho de conversão para uma Igreja “servidora e pobre”. Em 16 de novembro de 1965, 42 padres conciliares, de 15 países de diferentes continentes, celebraram uma Missa nas Catacumbas de Santa Domitilla, em Roma [Itália]. Com o objetivo de ser fiel ao espírito de Jesus, o pacto convidava o episcopado a assumir uma vida de pobreza, em prol de uma Igreja “pobre e serva dos pobres”, conforme o desejo do então Papa João XXIII.
Os leigos não são fiéis “de segunda”
É esta a principal enunciação da mensagem do Papa Francisco para a jornada de estudos em torno do decreto conciliar Apostolicam Actuositatem (AA), sobre o apostolado dos Leigos, organizada pelo Pontifício Conselho para os Leigos em parceria com a Universidade Pontifícia da Santa Cruz.
50 anos do “pacto das catacumbas”: para uma igreja serva e pobre
Geraldo Frencken – Fortaleza Considero ser amplamente relevante que estejamos atentos a um acontecimento que, neste próximo dia 16 de novembro, se deu há exatos cinquenta anos, quando um pequeno grupo de bispos, partícipes do Concílio Vaticano II (1962-1965), se reuniu nas Catacumbas de Domitila na cidade de Roma, a fim de celebrar um “Pacto” que orientaria as suas vidas individualmente, como a das Igrejas locais, a eles confiadas: foi firmado o “Pacto das Catacumbas”.
O caso de Dom Negri e as oposições ao Papa Francisco. Artigo de Massimo Faggioli
Segunda, 30 de novembro de 2015 Uma das tantas contribuições do “efeito Francisco” é a descompaginação dos alinhamentos ideológicos dentro da Igreja e das suas divisões. O arcebispo de Ferrara é um daqueles bispos para os quais o catolicismo deve ser compreendido, anunciado e aplicado em termos ideológicos. A opinião é do historiador italiano Massimo Faggioli, professor de história do cristianismo e diretor do Institute for Catholicism and Citizenship, na University of St. Thomas, nos EUA. O artigo foi publicado por L’HuffingtonPost, 26-11-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.