A grandeza de Paulo VI está na sua condução da Igreja pós-Vaticano II
Michael Sean Winters – 15/12/2016 Paulo VI com o Patriarca Atenágoras. Jerusalém, 1964 “Não gosto de acrescentar o dizer ‘o Grande’ a um papa até que se passem 500 anos, mas apostarei que quando a história der o seu veredito, Montini será visto como o maior pontífice do século XX”.
Por que o Papa Francisco venceu o desafio da reforma
Massimo Faggioli – 22/11/2016 “A popularidade de Francisco é o fruto da percepção deste papa como último bastião do conhecido contra o avanço do desconhecido. A globalização do catolicismo e do papado também envolve a globalização da definição do bispo como defensor civitatis. Não é mais somente a civitas de Roma, mas a civilização ocidental.” Opinião do historiador italiano Massimo Faggioli, publicado no jornal Il Mattino, 21-11-2016.
Últimas Conversas. Testamento de Bento XVI. 1
Anselmo Borges*– 19/11/2016 Foto: “Bento XVI: últimas conversas”, publicado esta sexta-feira Falei com ele uma vez, era ainda o cardeal Josef Ratzinger. A impressão que me ficou foi a de alguém muito afável, tímido e com um objectivo fundamental: conciliar a fé e a razão. Ao ler agora Letzte Gespräche (Últimas Conversas), e são mesmo as últimas, pois não pensa publicar mais nada e quer destruir notas dispersas, confirmei essa primeira impressão.
Os três ecumenismos do Papa Francisco
“O ecumenismo do Papa Francisco é um dos aspectos mais complexos do pontificado, que custa a chamar a atenção como os pronunciamentos do papa sobre outras questões mais clássicas para a definição dos alinhamentos internos ao catolicismo e para as relações entre Igreja e mundo moderno.” Opinião do historiador Massimo Faggioli, professor da Villanova University, nos EUA, em artigo publicado no sítio L’Huffington Post, 01-11-2016.
Joseph Tobin, Santo Afonso e a Igreja “que acusa com o dedo”
Gianni Valente – 14-10-2016 “Dou-me conta”, disse o futuro cardeal redentorista em seu discurso de 2014 na College Theology Society, “do quanto o Papa Francisco é inquietante para a hierarquia católica dos Estados Unidos… Havia uma determinada imagem do que é ser um líder pastoral neste país, e o Papa Francisco a está desorientando.
Aqueles católicos contra Francisco que adoram Putin
GIACOMO GALEAZZI – ANDREA TORNIELLI – 16/10/2016 Tradução: Orlando Almeida – Foto: ANSA Viajem à galáxia dos opositores de Bergoglio. Uma frente que na web une partidários da Liga Norte, nostálgicos de Ratzinger, inimigos do Concílio: “Igreja em confusão por culpa do pontífice”
Católicos e luteranos alemães: Curar a memória, testemunhar Jesus Cristo
Rádio Vaticano – 21/09/2016 15:24 Papa visita Igreja Luterana em Roma, 15/11/2015 Munique (RV) – A Conferência Episcopal Católica alemã (DBK) e o Conselho da Igreja Protestante na Alemanha (EKD) apresentaram em Munique, na última sexta-feira (16/09), um novo documento ecumênico conjunto intitulado “Curar a memória, testemunhar Jesus Cristo”.
Desclericalizar/3. Recriar o princípio, novos ministérios
Termino de oferecer hoje o trabalho publicado na última edição de ‘Iglesia Viva’. Xabier Pikaza – 29.08.16 Após termos publicado os dois precedentes artigos do autor sobre DESCLERICALIZAÇÃO da Igreja, nos dias 29 e 30/08, precisamente: Por uma Igreja dessacralizada: no princípio não foi assim, nem Jesus foi sacerdote “A hierarquia precisou vir depois, não a partir do Evangelho, mas apesar do Evangelho” , Publicamos hoje o 3º e último artigo desta série.
Como ressignificar as CEBs na atual realidade latino-americana
Religión Digital – 13 Setembro 2016 Construir a Igreja a partir da realidade em que esta vive, seguindo um método indutivo, tem sido um desafio nos últimos cinquenta anos, a partir das reflexões nascidas do Vaticano II e contidas nos documentos conciliares. Esta atitude tornou-se especialmente relevante no continente latino-americano, onde a partir da Conferência de Medellín foi traduzido para a realidade local tudo o que tinha sido trabalhado no Concílio.
Dois Sínodos sobre o ministério ordenado? O terceiro sonho de Martini e o terceiro sínodo de Francisco
Andrea Grillo – 01/09/2016 no blog: Come se non Tradução: Orlando Almeida “Os sonhos de Martini e os projetos de Francisco: nesta correspondência, com menos de 20 anos de distância, tentemos recuperar o terreno perdido”. A afirmação é de Andrea Grillo, leigo, casado, Doutor em teologia pelo Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua.