Eles devolveram o sentido de ir às ruas no 1º de Maio

 A PL das terceirizações pretende acabar de vez com a agenda do desenvolvimento para jogar o país na lógica global do neoliberalismo espoliativo. “A terceirização total da força de trabalho no país  – doa a quem doer, como parece ser a determinação do adido patronal no Legislativo, Eduardo Cunha–  carrega  abrangência e letalidade suficientes para expor a matriz dos interesses que hoje fustigam o governo, sangram o PT, asfixiam a Petrobrás e não hesitam em quebrar o Brasil.” 

Povo que não conhece sua história, está condenado a repeti-la

 ” … muitos estão usando a liberdade de manifestação para destruir a própria liberdade. Apenas exercendo o ódio de suas amarguras pessoais como se fossem graves problemas sociais. E, repetindo as palavras de Che Guevara:“Povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la”.

Lembo: “A burguesia foi às ruas, o povão ainda não”

Ex-governador diz que país precisa fazer ‘análise’ e que ‘minoria branca’ agora também vai à carceragem da PF Afastado da vida pública desde que deixou a Secretaria de Negócios Jurídicos da Prefeitura de São Paulo, em 2012, o ex-governador Claudio Lembo continua um provocador.   Recebeu a reportagem do jornal  Valor  Econômico com um sorriso e a pergunta “Como vai você e aquele seu jornal burguês?”. 

A crise não é mortal. Presidente é fraca e dependente de Lula.

“O Brasil também já atingiu um certo grau de desenvolvimento, e agora os interesses econômicos são muito poderosos e são eles que monitoram o governo o tempo todo. Quando há qualquer sinal de iniciativas que são contra esses interesses, se faz com que a presidência corrija os rumos. Em síntese, a política virou algo muito medíocre”, constata o sociólogo. Entrevista especial com Francisco de Oliveira

“Pagamento de propina na Petrobras transcende o PT e o PSDB”

O professor Pedro Henrique Pedreira Campos. / UFRRJ  Estranhas Catedrais – As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar’. Autor de livro sobre elo entre empreiteiras e ditadura fala que esquemas vem dos anos 50.    Nem durante o Governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, como disse a presidenta Dilma, nem no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, como afirmou o delator da Lava Jato Pedro Barusco.

Segundo governo Dilma. Guinada à direita? Não! Um ‘cavalo de pau’.

Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna   –   Sexta, 13 de fevereiro de 2015 “A pior coisa que ocorreu foi o desencanto e o fato de o país olhar em torno e ver que não há nenhum projeto de futuro que seja persuasivo, que mantenha capacidade de encantamento; estamos sem rumo”, lamenta o sociólogo.

  Brasil: a grande divisão

“O Brasil é hoje o exemplo internacionalmente mais importante e consolidado da possibilidade de regular o capitalismo para garantir um mínimo de justiça social e impedir que a democracia seja totalmente capturada pelos donos do capital, como acontece hoje nos EUA e está acontecer um pouco por todo o lado”. O comentário é de Boaventura de Sousa Santos, sociólogo, em artigo publicado por Canal Ibase, 12-11-2014.

Quem é democrata hoje no Brasil?

As disputas políticas têm frequentemente girado em torno da disputa da democracia.  Uma e outra força política pretende apropriar-se da palavra democracia e caracterizar seu oponente como não democrata. Mas quem realmente é democrata hoje no Brasil e quem não o é?

Os Protestos e as Eleições: Até Aqui, Cassandra Está Ganhando

 “O sintoma, por um lado, de um desencanto crescente com o PT por parte de um público de perfil progressista. Seguro de que a ameaça de ‘volta da direita’ sempre bastaria para reter o voto cativo da esquerda, o governo Dilma abriu mão de pautas caras a este público, esquecendo-se que, se dificilmente uma delas sozinha decidiria uma eleição, derrotas seguidas em várias (o retrocesso no Ministério da Cultura, Belo Monte, ‘kit gay’, Código Florestal, remoções, demarcação de terras indígenas…) provocariam perda de confiança.

Então as manifestações não serviram para nada?

 “A beleza das manifestações e seu principal legado estava nelas próprias, ou seja, a redescoberta por parte de jovens das grandes cidades do espaço público como local central da política e a possibilidade real de influenciar nos destinos da pólis através da mobilização”. O comentário é de Leonardo Sakamoto, jornalista, em artigo no seu blog, 04-10-2014.