No dia 31 de março de 1964, há exatamente 51 anos, o Brasil entrou em um período negro de sua história. O presidente João Goulart foi deposto pelos militares, a serviço dos EUA e do capital internacional, submetendo o Brasil a 20 anos de ditadura.
Na época, o capital internacional e os EUA sentiram-se ameaçados com o governo brasileiro adotando políticas econômicas que iriam beneficiar o povo, com a redução das desigualdades sociais e uma economia voltada para a produção, gerando emprego e renda dentro do país.
- obrigavam multinacionais investirem no Brasil (ao invés de enviar todo o lucro para seus países de origem)
- e protegia os recursos naturais brasileiros da cobiça internacional.
A imprensa estava alinhada com o capital internacional, que os subornava financeiramente, inclusive. Aos poucos, a imprensa, alegando estar defendendo a democracia e a família brasileira, estimulou os brasileiros a irem às ruas pedir intervenção militar, pois o governo não podia se manter.

- reduzindo a fome, a miséria, a desigualdade social,
- propiciando o acesso ao ensino superior a milhões de pessoas, fortalecendo as instituições democráticas,
- efetivando obras de infra-estrutura em todo país num ritmo jamais visto,
- reduzindo nossa dependência tecnológica
- e fazendo com que os ganhos com os recursos naturais sejam voltados ao país.
- aparelhando o país com forças armadas mais bem preparadas,
- aliando crescimento econômico com emprego, renda e menos desigualdade social e promovendo milhares de operações contra a corrupção,
- investigando e punindo corruptos em todas as esferas de governo
- e restituindo dinheiro desviado aos cofres públicos novamente.
- de que tudo no país anda mal;
- que a economia está a beira de um colapso;
- evita a divulgação de notícias positivas, sobretudo referente à economia;
- tenta destruir o orgulho nacional do povo, demonstrando sempre o quanto os estrangeiros “são melhores” e nos depreciando o tempo todo;
- evita divulgar fatos negativos sobre políticos alinhados aos seus interesses (como o PSDB, que promove uma política apátrida, anti-nacional e voltada aos interesses estrangeiros);
- alertam sobre o perigo do Brasil se tornar uma ditadura “bolivariana” ou comunista
- e, agora, conclama o povo para ir às ruas “em nome da democracia” para pedir a destituição da presidente Dilma e hipocritamente protestar contra a corrupção.
Enquanto faz uma cobertura espetacular de protestos contra o governo, ignora e mal divulga protestos contra os seus aliados e favoráveis ao governo (como a greve dos professores em São Paulo, Pará e Paraná e as manifestações democráticas em defesa do Brasil realizadas pela Central Única dos Trabalhadores – CUT)

- hostilizando os que se posicionavam contrariamente até mesmo com agressões,
- pregando ofensas e xingamentos baixos contra a presidente,
- exigindo o fim da corrupção e protestando ao lado de corruptos e acusados de corrupção em todo país,
- pedindo intervenção militar,
- exaltando torturadores,
- pedindo intervenção estrangeira num gesto de ódio ao país e falta de patriotismo,
- bradando palavrões e palavras de baixo calão, sem nenhum discurso político, sem nenhuma meta, sem nenhuma proposta,
- desrespeitando as instituições democráticas e a memória daqueles que morreram e deram o próprio sangue para que no futuro outros tivessem liberdade.
Liberdade esta que muitos estão usando para destruir a própria liberdade. Apenas exercendo o ódio de suas amarguras pessoais como se fossem graves problemas sociais.
E, repetindo as palavras de Che Guevara: “Povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la”
Edison Evaristo Vieira Jr – 31/03/2015
FONTE: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5190113
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