As eleições de outubro: entre o consenso e a brecha democrática
“O consenso enxerga os pobres como ‘nova classe média’ que consome, mas não como classe que luta radicalmente por melhores condições (urbanas) de vida; o consenso gosta dos jovens e estudantes se estiverem amarrados em suas organizações ‘de base’ (aceitando acriticamente a pauta governista), mas não quando eles se organizam de forma potente e autônoma, passando por fora dos arranjos do ‘pacto de governabilidade’; o consenso tolera os índios desde que eles aceitem remoções para o Minha Casa, Minha Vida, ou sirvam de protetores temporários do estoque de ‘recursos estratégicos’”.
Reforma Política: que fazer, depois do plebiscito?
Um dos coordenadores da consulta que mobilizou sociedade esta semana sustenta: foi apenas primeiro passo – porque não haverá novo país sem nova democracia
Protestos: poucas bandeiras e muitos cassetetes
Um dia antes do primeiro jogo da Copa no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, cerca de 50 ativistas conversavam sentados em uma praça no centro da cidade. Os militantes discutiam como seria a manifestação contra o torneio durante a partida entre Colômbia e Grécia, que aconteceu no sábado 14. “Pessoal, vamos manter uma paranoia saudável e segura. Não falem muito, não digam nada que possa incriminar ninguém. E não confiem em quem está sentado ao seu lado”, dizia um deles no início da reunião.
O jogo do toma lá e dá cá da política
“Precisamos mudar a direção de um desenvolvimento que transforma as nossas cidades em espaço para carros mais do que para a cidadania. Precisamos voltar a comer comida boa e gostosa e não os venenos do agronegócio.
“Não existe um sentido preciso e unívoco da palavra terrorismo, como mal absoluto a ser combatido”.
Entrevista especial com Deisy Ventura Projeto de Lei 499/13, encaminhado para votação em caráter de urgência no Senado Federal, é apenas um dos seis projetos em tramitação com o objetivo de tipificar crimes de trrorismo no Brasil, informa Deisy Ventura, em entrevista à IHU On-Line.
Protestos de rua são resposta à falta de oportunidades, afirma diretora da OIT
Segundo pesquisa, desemprego entre jovens da América Latina diminuiu, mas ainda atinge 7,8 milhões. Mais da metade dos que trabalham estão na informalidade. E 22 milhões não trabalham nem estudam