Mas será que o card. Müller leu “Amoris Laetitia”?
Andrea Grillo – 01-02-2017 no blog: Come se non Tradução: Orlando Almeida Transformar um elemento positivo numa estrutura especulativa é sempre muito perigoso. E ainda mais o é quando se pretende fazê-lo ignorando o texto de uma Exortação Apostólica; fazer passar por “opiniões de alguns padres sinodais” as palavras explícitas de uma Exortação Apostólica pode agradar aos leitores de “Il Timone”, mas não é um serviço à verdade. Sobre este ponto, o ministério de um Prefeito de Congregação deveria evitar criar confusão e registrar a evolução de uma disciplina, ajudando a entendê-la, em vez de fingir ignorá-la.
Quem era a serpente do Paraíso? (3)
Anselmo Borges, 04/02/2017 Ainda na continuação do livro de Ariel Álvarez, com a pergunta acima e mais 19 sobre a Bíblia. 1. “Como é que Jesus fazia os seus milagres?” “Nenhum historiador sério duvida de que Jesus realizava obras prodigiosas.” Fez coisas admiráveis a favor das pessoas, nas quais os seus seguidores viram o sinal de Deus.
“A Igreja não é o Google Tradutor”: os limites da Liturgiam authenticam
Pierluigi Miele – 15/01/2017 Dentro da Igreja Católica, há um debate, entre os adeptos aos trabalhos, sobre a liturgia. Um tema importante para a Igreja do pós-Concílio Vaticano II. Nos últimos anos, o debate também continuou. Um dos pontos de debate é o documento Liturgiam authenticam. Falamos sobre isso, nesta entrevista, com o teólogo Andrea Grillo (Foto), professor de liturgia no Sant’Anselmo, de Roma.
O cristianismo é uma religião?
Eduardo Hoornaert, 01/02/2017 ‘Na vida e no funcionamento da Igreja, a religião ocupa mais espaço e tem maior importância do que o evangelho. A religião é um fato cultural, enquanto o evangelho é um apelo à ação. Na cultura ocidental, a religião é mais determinante que o evangelho, que teria que ser a força de contestação e transformação da cultura do Ocidente, sobrecarregada de desigualdades, injustiças e violências. (José Comblin)
A liberdade é um perigo
A invocação, na Igreja, do dever de obediência devia ser sempre acompanhada pelo direito e pela exigência de prosseguir os caminhos da investigação da verdade. O perigo não é a liberdade, é o autoritarismo. Fr Bento Domingues-29-01-17 Vinheta da Internet “A fundação da Escola Bíblica foi, de início e em geral, bem acolhida. Tratava-se de criar uma instituição dedicada aos estudos bíblicos no meio geográfico onde nasceu a maior parte dos livros da Bíblia e no meio cultural mais afim com aquele em que viveram os seus autores.” “Quando o Padre Lagrange e os seus colaboradores começaram a concretizar o projecto que os movia, tudo se complicou. O clima era terrível. Tudo o que cheirasse a inovação era acusado de modernismo. Esta palavra abarcava diferentes correntes teológicas condenadas pelo Papa Pio X, através do decreto Lamentabili e da encíclica Pascendi. De facto, lamentável era esta mentalidade inquisitorial.”
O papa Francisco e a carne
Juan Arias – 25-01-17 Por que o papa Francisco é diferente? Por que às vezes gosta mais dos agnósticos e até dos ateus do que muitos católicos conservadores? A resposta aparece na recente entrevista concedida a este jornal. Quem, como este jornalista, conheceu sete papas, pode notar a diferença entre Francisco e a maioria dos pontífices da era moderna. O comentário é de Juan Arias, jornalista, publicado por El País, 23-01-2017.
Quem era a serpente do Paraíso? (2)
Anselmo Borges – 27/01/2017 Na continuação do livro de Ariel Álvarez, com a pergunta acima e mais 19 sobre a Bíblia. “Após várias horas de agonia, lançou um grito: “Meu Deus, meu Deus, porque é que me abandonaste?” Sentiu, portanto, que tinha fracassado na sua missão? De facto, aquela pergunta é o início do salmo 22, que continua: “Apesar das minhas súplicas, a minha oração não chega até Ti. Meu Deus, grito de dia e não respondes. De noite, e não fazes caso.”
A Teologia de Papa Francisco
Bruno Scapin – 26/01/2017 “Três ensaios que, movendo-se a partir de perspectivas diferentes e com métodos diferentes, oferecem uma significativa panorâmica da ‘teologia’ do Papa Francisco…, desmentindo as críticas, às vezes duras e preconceituosas, daqueles que o acusam de pouca profundidade doutrinal.” É o que se lê no fim do prefácio do livro Papa Francesco.
Quem era a serpente do paraíso? (1)
Anselmo Borges 20/01/2017 “O biblista célebre acaba de publicar uma obra com o título em epígrafe: Quién era la serpiente del Paraíso… y otras 19 preguntas sobre la Biblia. Dada a sua importância, servir-me-á de inspirador para as duas próximas crónicas. Importância, porquê? Vivemos em tempos de urgência do diálogo inter-religioso.”
Papa intervém na Ordem de Malta, num conflito entre entidades soberanas
Philip Pullella – Reuters e PÚBLICO – 25/01/17 Foto: Matthew Festing, numa audiência em Junho de 2016 com o Papa Gabriel Bouys/REUTERS Autorização de preservativo foi pretexto para um conflito entre Francisco e ordem com origem no século XI; mas por trás está a luta de poder entre os sectores mais conservadores e os mais progressistas da Igreja Católica.