O prefácio do Papa ao livro de uma vítima de abuso

Francisco escreveu a introdução ao livro “Eu o perdoo, padre”, a história de Daniel Pittet, abusado durante quatro anos por um padre. Papa Francisco – 13/02/2017 O gesto inédito de Francisco: escreve o prefácio à história de um homem que, quando jovem, foi estuprado durante quatro anos por um religioso.O livro é intitulado “Eu o perdoo, padre”, escrito pelo francês Daniel Pittet (Piemme, p. 228, 15,50 euros), que, em novembro passado, quis reencontrar o seu abusador depois de mais de quarenta anos. O livro conclui-se com uma entrevista com o frade responsável pelo abuso. 

Gustavo Gutierrez: “O compromisso com os pobres não pode obstar a denúncia das causas da pobreza”

Scannone: “Francisco quer que os pobres sejam “não apenas protagonistas mas também artesãos e atores de história”.        Boston College  acolhe dois ‘inspiradores teóricos’  das reformas de ​​Bergoglio José Manuel Vidal–08/02/17-Foto: Gustavo Gutiérrez Gutierrez assentou as bases de seu pensamento: “A pobreza nunca é boa, nunca, porque é sempre morte precoce e injusta” e “o compromisso com os pobres não pode obstar a denúncia das causas da pobreza”. Porque o “pobre é uma “não pessoa”, um não considerado pessoa, um insignificante”. Ou, como diz Hanna Arendt, “o pobre é aquele que não tem o direito a ter direitos”. Por isso, a pobreza é um “assunto teológico, que expressa a fratura da criação”.

Quem são os ambientes conservadores contrários à revolução de Bergoglio?

Franca Giansoldati – 07 Fevereiro 2017  A pasquinada anti-Bergoglio nos muros da capital italiana é apenas o último dos ataques ao líder que, de acordo com o Pew Research Center, goza da maior popularidade no planeta, mais do que qualquer outro presidente. Até mesmo o dos Estados Unidos. Um papa que foi consagrado pelo Washington Post como o ponto de referência da esquerda global por causa das batalhas ambientalistas, sociais, humanitárias, combatidas sob a bandeira de Cristo.

Trump viola a primeira virtude da sociedade mundial

Leonardo Boff – 10/02/2017  “A hospitalidade é um teste para ver quanto de humanismo, de compaixão e de solidariedade existe numa sociedade. Atrás de cada refugiado para a Europa e de cada imigrante para os USA há um oceano de sofrimento e de angústia e também de esperança de dias melhores. A rejeição é particularmente humilhante pois lhes dá a impressão de que não valem nada, de que sequer são considerados humanos.”

A aliança entre Trump e os cardeais conservadores contra o Papa Francisco

Giornalettismo, 07-02-2017.   Donald Trump contra o Papa Francisco. Poderia ser o elo que une a história dos próximos anos, com o pontífice como firme defensor da solidariedade, da acolhida e da tolerância, e o presidente dos Estados Unidos, o tradicional líder do Ocidente liberal, praticando valores distantes, senão até opostos. A nota é do sítio Giornalettismo, 07-02-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Austrália, 7% dos padres acusados ​​de abuso. O bispo de Sydney: “profunda vergonha”

Divulgados os dados de uma investigação de quatro anos da Royal Commission. Mais de 4 mil crianças vítimas de abuso entre 1950 e 2015 Salvatore Cernuzio –Roma – 07/02/17  Foto: O arcebispo de Sydney (Austrália), Dom Anthony Fisher –  ANSA “O que foi revelado pela investigação é de partir o coração. Sinto-me pessoalmente chocado e humilhado por estas informações. A Igreja está amargurada e eu estou consternado devido aos erros do passado que causaram tantos danos. Eu sei que muitos dos nossos sacerdotes, religiosos e fiéis leigos 

Papa Francisco: Mensagem para a Quaresma 2017

 Publicamos a seguir o texto integral da Mensagem do Santo Padre Francisco para a Quaresma 2017, sobre o tema “A Palavra é um dom. O outro é um dom”  Rádio Vaticana – 07/02/2017 “Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados.”

Não há confusão na Igreja de Francisco

Pierluigi Mele – 01 Fevereiro 2017 Em certos círculos tradicionalistas e autorreferenciais, alimenta-se na web e alguns jornais de direita, com muita inescrupulosidade, uma propaganda voltada a desacreditar a obra de reforma do Papa Francisco. Obra de reforma que, de acordo com o seu julgamento, traz “confusão” para a Igreja de Roma. É assim mesmo? Ou é apenas propaganda? Falamos a respeito disso, nesta entrevista, com Andrea Tornielli, vaticanista do jornal La Stampa e coordenador do site de informação religiosa Vatican Insider.

Pádua. O bispo Cláudio Cipolla sobre o padre investigado: “Peço perdão”

 A carta às comunidades cristãs da diocese: a fé de muitos de nós está sendo posta à prova,  peço orações intensas. “Mas não esqueçamos que a nossa Igreja brilha por histórias e  pessoas santas”. Avvenire –  Redação – 19/01/2017 Tradução: Orlando Almeida Uma carta cheia de dor e sofrimento, dirigida às comunidades cristãs de Pádua, “provadas, confusas e escandalizadas por acontecimentos relacionados com a nossa Igreja“. Escreve-a o bispo de Pádua, monsenhor Claudio Cipolla, que nestes dias se encontrava em visita às missões diocesanas no Equador e no Brasil. O caso é o do pároco da igreja de São Lázaro, na periferia leste da cidade, padre Andrea Contin, que está sendo investigado por maus-tratos e favorecimento da prostituição, em que estariam envolvidas várias mulheres.

Vida Consagrada: não ser “profissionais do sagrado, mas pais, mães ou irmãos da esperança”

Posted by Redaçao – 2/02/2017  Foto:  Vida Consagrada: não ser “profissionais do sagrado, mas pais, mães ou irmãos da esperança” – ZENIT – Portugues – Captura de tela CTV  Para o vigésimo primeiro Dia Mundial da Vida Consagrada, 2 de fevereiro de 2017, Papa Francisco exortou as pessoas consagradas a não ser “profissionais do sagrado, mas não pais, mães ou irmãos da esperança”.