Kuzma e o Ano do Laicato: Igreja continua de portas fechadas

‘Sem a ação dos leigos não há uma ação de Igreja em saída’ Mauro Lopes -26/11/17 Uma entrevista especial com o teólogo César Kuzma na abertura do Ano Nacional do Laicato instituído pela CNBB, que foi aberto neste domingo (25), na solenidade de Cristo Rei que marca no novo Ano Litúrgico da Igreja Católica (no ciclo trienal litúrgico dos católicos, começa agora do Ano B, centralizado pela leitura do Evangelho de Marcos na Liturgia da Palavra dominical).

“A mudança mais urgente na Igreja é a renovação do clero”

José Maria Castillo – 03/12/2017 Foto: Diocese de Quixadá – CE “Esse problema, que (em seu âmbito) afeta o mundo inteiro, não pode depender do que pensam ou é conveniente a alguns homens em Roma e suas ‘redondezas’”. A reflexão é de José María Castillo, teólogo espanhol, em artigo publicado por Religión Digital, 02-12-2017. A tradução é de André Langer.

   ENTRE O FIM E O COMEÇO

Frei Bento Domingues O.P. – 03/12/2017 Foi há 60 anos que li, pela primeira vez, na Summa Theologiae, de S. Tomás de Aquino, uma advertência que não se destinava apenas a principiantes: em teologia, é preciso evitar argumentações pretensiosas, sem fundamento rigoroso. Quem as usa oferece aos infiéis matéria para se rirem da fé, pois ficarão com a ideia de que as afirmações dos crentes são todas igualmente estúpidas[1].

Na Polônia, um religioso próximo de João Paulo II silenciado

Samuel Lieven, 20/11/2017 – Na Foto: Pe. Adam Boniecki – Radio Szczecin Uma figura histórica do Tygodnik Powszechny, semanário da intelectualidade católica na Polônia, o padre Adam Boniecki é forçado pela hierarquia a um jejum midiático devido às suas posições consideradas demasiado liberais.  “Hoje na Polônia trava-se uma batalha da cultura: de um lado, os pós-modernistas anti-religiosos e, do outro, os defensores de um catolicismo de combate escorado na defesa da vida e dos valores tradicionais. Aos olhos deste grupo, qualquer gesto de misericórdia para com os homossexuais, como o de Boniecki,  é suspeito”.

O EX-PREFEITO QUALIFICA COMO  “LAMENTÁVEL” A “ÁSPERA CONTROVÉRSIA” SOBRE O CAPÍTULO 8

Müller agora acredita que no acesso à comunhão dos divorciados recasados “pode ​​haver atenuantes” . O cardeal alemão prefacia o livro de Rocco Buttiglione em defesa do Papa contra os ‘dubia’ Jesús Bastante, 30/10/17  Foto: Papa e Cardeal Müller -Agencies “Depois do arrependimento e da reconciliação (absolvição), a Santa Comunhão não deve ser negada nem mesmo aos pecadores públicos, especialmente em caso de perigo de morte”

Traduções Textos Litúrgicos.

 O Papa escreve ao cardeal  Sarah sobre  “Magnum Principium” Alessandro Gisotti – 22/10/2017  – Tradução: Orlando Almeida Como era de se esperar, a paciência do Papa Francisco, perante os abusos e a teimosia do Cardeal Sarah em termos de Liturgia, se esgotou e ele lhe escreveu uma carta desautorizando interpretações equivocadas do dito cardeal ao seu último documento:“Magnum Principium”. E Francisco determina, de maneira seca: “Peço-lhe, por favor,  que providencie  a divulgação desta minha resposta nos mesmos sites e o envio da mesma a todas as Conferências Episcopais, aos Membros e aos Consultores deste Dicastério”  (Nota da Redação)

É preciso interpretar o direito canônico à luz do Vaticano II.

PIERLUIGI CONSORTI –17/10/17- Foto: Reprodução O cardeal Robert Sarah divulgou uma sua interpretação pessoal do Motu proprio Magnum Principium, que recentemente alterou o cânon 838 do Código de Direito Canônico. A reforma tornou-se necessária para esclarecer quais são os termos da relação entre a competência legislativa própria em matéria litúrgica atribuída às Conferências Episcopais e a competência executiva da Sé Apostólica à luz dos princípios conciliares.

Adúlteros! Mas serão mesmo?

P. Miguel Almeida, sj – 5/10/2017 “…um casal que constituiu uma (segunda)  família onde há verdade, liberdade, fidelidade e respeito mútuo provados ao longo do tempo, este não é um casal de adúlteros”. Reconhecendo este facto, João Paulo II deu um grande passo. Mas criou uma situação confusa. Com a sua atitude solicitamente pastoral, abriu uma frincha que agora, finalmente, depois de mais de 35 anos de experiência, Francisco pode concluir. O que aconteceu é que ficamos sem instrumentos conceptuais para lidar com estas situações. Antes eram adúlteros e, como tal, não podiam comungar. Com João Paulo II deixaram de ser considerados adúlteros, mas também não podem comungar. Porquê?”

Acadêmicos defendem o Papa contra as acusações “mentirosas e hipócritas” dos ultras

REFLETEM “RAIVA, ARROGÂNCIA, SOBERBA, ESCÁRNIO E IMPIEDADE” DA EXTREMA DIREITA  Cameron Doody, 26/9/17 -Foto: Papa “Francisco não tem medo que o desafiem, e mostrou uma abertura refrescante a que haja debates e desacordos na Igreja” – disse o professor. Por outro lado – continuou Gaillardetz – “com este documento, não nos encontramos com um grupo de teólogos e clérigos interessados em oferecer seus pontos de vista, de maneira humilde, como parte do discernimento contínuo da Igreja em comunhão com os seus líderes”.  Longe disso …”.