Uma Carta Impaciente de Deus: Rivalidades bobas em religião
De: Deus // Aos: Meus filhos da Terra Assunto: Rivalidades bobas em religião Este artigo foi publicado neste Site em 2009. Mas, devido ao dia de Oração pela Paza, de Papa Francisco e muitos líderes religiosos mundiais de várias Religiões, em Assis, achamos oportuno republicá-lo hoje. – Se Deus é o Senhor da História, provavelmente ele promoveu ou, pelo menos, permitiu a multiplicidade de Religiões, como o fez em relação às Raças, Línguas, Culturas, etc. E, então, por que nós deveríamos ser exclusivistas e intolerantes? (NdR)
¿Puede el sacerdote casado por la Iglesia ejercer su ministerio sagrado?
Padre José Amado Aguirre* Este es un gran tema que algún día se deberá analizar desde la teología, el derecho canónico y sobre todo desde el mismo cristianismo. No es fácil aportar ideas razonables sobre esta materia. Sin embargo la “racionabilidad” de la ley es fundamento para su misma validez. Esto es claro y positivo después de las enseñanzas de Santo Tomás de Aquino y de los filósofos y teólogos españoles como Vitoria, Suárez y otros. En este contexto histórico y teológico se están produciendo en nuestra sociedad argentina de excesiva tendencia tradicional católica, algunos casos que obligan a una reflexión profunda y libre de prejuicios. Tarea difícil por cierto. Pero posible y necesaria. A mediados del mes de agosto de 1997, las agencias noticiosas divulgaron un caso exótico: en una Iglesia de la Provincia de Santa Fe, el mismo obispo diocesano negó la comunión a un sacerdote casado por el civil sin el matrimonio canónico. Este caso exige una mayor clarificación para los fieles. Trataré de aproximarme a una interpretación teológica y canónica. Marco histórico Teológicamente la Iglesia ha enseñado y enseña que el llamado sacramento del orden sacerdotal está referido al servicio de la comunidad, y no para el propio y exclusivo provecho, gracia o dignidad del ordenado (diácono, presbítero, obispo) Es decir, que el fiel bautizado que ha recibido el sacramento del orden sagrado, deberá ejercer algún ministerio sacerdotal específico según las disposiciones reglamentarias canónicas del caso. Además la misma teología afirma que tal orden sagrado “imprime carácter”, es decir que es uno de los sacramentos de por sí indelebles, permanentes, y por lo tanto no se puede repetir ni perder, como pueden y aún deben en algunos casos repetirse los sacramentos de la eucaristía (comunión), confesión (reconciliación), matrimonio y extremaunción (santa unción). Una última observación teológica: la obligatoriedad del celibato sacerdotal es una determinación positiva disciplinaria en la Iglesia católica de rito latino que no vincula a la religión católica de rito oriental. No es por lo tanto un requisito esencial para recibir el orden sagrado, aún cuando históricamente desde hace siglos las legítimas autoridades de la Iglesia lo exijan como conditio sine qua non (condición imprescindible para recibir el orden sagrado en el rito latino) Así está legislado en el Código actual de derecho canónico (1983).
Celibato: Graça vinda do alto ou imposição de um fardo?
Por José Lino e Beatriz Logo que tomamos conhecimento da fala do cantor Pe. Fábio de Mello sobre celibato e castidade, onde ele deixa transparecer que fica impaciente quando ouve as pessoas se perderem em argumentos rasos sobre se o padre pode ou não pode se casar, nós nos sentimos tentados a fazer, também, algumas considerações sobre o assunto, buscando, contudo, dar uma abrangência maior ao tema. Acreditamos que Pe. Fábio e outros, que escolheram “ficarem só”, possam, realmente, encontrar a verdadeira alegria, a verdadeira paz e verdadeira realização, afinal de contas, supõe-se que para se sentirem assim devem ter feito a escolha certa, com total liberdade e consciência do que estavam fazendo. Parabéns para ele e para todos. Nós, padres casados, que, também, um dia fizemos voto de castidade, e nos fizemos, momentaneamente, celibatários, sem ter a dimensão total de nossa escolha, por razões que não dependiam de nós, pensávamos que tínhamos a certeza de que estávamos de posse do céu, até que descobrimos que podíamos chegar lá por outros caminhos muito menos áridos, onde podíamos colher belas flores, sem nos machucar nos espinhos, construindo a nossa felicidade a dois e, sobretudo, que podíamos ser muito mais úteis ao “Povo de Deus” , sendo casados.
Bodas de Ouro de Sacerdócio do Pe. Victório Henrique Cestaro
Comemoração das Bodas de Ouro de Sacerdócio do Pe. Victório Henrique Cestaro, realizada no dia 31 de outubro, em Manaus. Texto de Giovanni Gerbaldo A comemoração deu-se no dia 31 passado, embora a ordenação do Jubilado foi celebrada a 1º de novembro de 1959, Festividade de Todos os Santo. A antecipação foi feita por motivo de facilitar, num feriadão, a presença de muitos padres casados, dentre os 80 ou mais, residentes nesta Cidade. No caso, mesmo facilitando a data, embora uns 10 houvessem comprometido a comparecer, no entanto, a presença foi de apenas 5, valendo destacar a numerosa presença de familiares e amigos, que encheram a sala em que se deu o evento. A comemoração se concentrou, unicamente, na concelebração eucarística, com os colegas padres casados presentes, seguida de uma confraternização de mesa, que alcançou alta hora da noite, cujas iguarias, regadas a um suculento papo, foram as reminiscências do passado, no exercício do ministério, como glórias do nosso sacerdócio nos serviços prestados ao Reino, tudo como consta da MENSAGEM que o conceituado site PADRES CASADOS ORG. publicou, deixando-a no prelo, por mais de uma semana.
Clelia Podestá, viúva de Dom Jerónimo Podestá, faz declaração ao Papa Bento XVI
Declaração ao Papa Bento XVI de Clelia Luro Podestá, viúva do bispo argentino e ex-presidente da Federação Latino-Americana de Padres Casados, Dom Jeronimo Podestá, sobre as recentes resoluções do Vaticano em relação aos anglicanos. DECLARACION PAPA BENEDICTO XVI – ANGLICANOS Como Presidenta Honoraria de la Federación Latinoamericana y unida a las Federaciones Europea y Filipina en una Confederación, quiero expresar mi asombro que no es nuevo sobre las resoluciones de Roma. 1. Parece ser ésta, una resolución lanzada a los medios sin previo diálogo o consulta con la jerarquía anglicana. 2. Entendemos el porqué, pero quisiéramos que se explicara la razón por la cual Roma busca acercar a la Iglesia Católica a un grupo conflictuado dentro de su propia Iglesia Anglicana fundamentalmente por la ordenación de mujeres. 3. Roma ha penetrado en sus filas al Opus Dei, pronto será a los Lefebrianos y hoy, a este pequeño grupo anglicano.
Teólogo critica duramente ao papa e Vaticano contesta realidade de argumentos
Cidade do Vaticano, 28 out (EFE) – O teólogo dissidente Hans Küng criticou duramente seu antigo amigo Bento XVI por haver aberto as portas aos anglicanos, afirmando que se trata de “uma tragédia”, provocando uma resposta do Vaticano que disse que as acusações estão “muito longe da realidade”. Küng, de 81, em artigo publicado hoje nos diários “The Guardian” (Reino Unido) e “La Repubblica” (Itália), intitulado “Esse papa que pesca nas águas da direita”, afirmou que a decisão de Joseph Ratzinger de acolher na Igreja Católica a todos os anglicanos que o desejem é uma “tragédia”.
O Pacto das Catacumbas volta à luz do dia
Por Raimundo Gomes Meireles Poucos católicos têm conhecimento do Pacto das Catacumbas na Igreja Católica. Recentemente a 10ª Semana Teológica do IESMA — Instituto de Ensino Superior do Maranhão, que teve como tema “Fé e Política”, trouxe a lume o assunto ora mencionado. Dom Antonio Batista Fragoso, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Luís (1957-1963), primeiro reitor da Universidade do Maranhão, juntamente com o arcebispo Dom José da Mota e Albuquerque, foram membros ativos signatários do Pacto das Catacumbas.
Frei Betto tem razão
O belo-horizontino Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como Frei Betto, 64 anos, já passou a metade exata da vida como religioso da Ordem dos Pregadores. Como escritor e batalhador pelos direitos humanos, tem recebido vários prêmios no Brasil (Prêmio Juca Pato, Prêmio Jabuti, Intelectual do Ano, Medalha Chico Mendes etc.) e no exterior (Prêmio Paolo E. Borsellino, na Itália, e outros). Um de seus livros, “Fidel e a Religião”, publicado em 1985, já vendeu 3 milhões de exemplares. Suas reclamações contra a Igreja Católica, descritas a seguir, foram retiradas do artigo “Mercado da Fé”, publicado no “Estado de Minas” de 21 de maio de 2009. Os títulos foram acrescentados.
A coragem de dizer aos que querem mudança na igreja que eles, eventualmente, têm razão
À entrada da terra de Canaã, Moisés foi procurado duas vezes por causa de um mesmo problema. Em ambas as ocasiões, o líder máximo do povo de Israel, depois de examinar as questões, concluiu que a causa dos queixosos era justa (Nm 27.7; 36.5). Mais de um milênio e meio depois, outro grupo de queixosos — os crentes que só falavam grego — mostrou-se descontente porque as suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de cestas básicas, enquanto as viúvas dos crentes de fala hebraica, não. Sem perda de tempo, “os doze reuniram todos os discípulos” e deram razão aos queixosos e promoveram a eleição de um corpo de oficiais para estarem a serviço das necessidades da comunidade inteira, a bem de todos e da unidade cristã (At 6.1-7).
Um Pouco de História: o Celibato Obrigatório
Por Luís Guerreiro Ouve-se amiúde que o celibato clerical, na Igreja do Ocidente, só foi introduzido no século XII. Engano. É mais antigo. Recomendado ou imposto em razão da pureza cultual, mas também da ascese, do prestígio social, de interesses econômicos e da vontade de domínio, nunca foi bem aceito ou respeitado. Foi, porém, nessa época que ele se consolidou na forma em que hoje perdura. Deve-se a Gregório VII (1073-1085) um passo decisivo. Sua vontade está bem expressa numa frase conhecida: “A Igreja não poderá libertar-se da submissão aos leigos, se antes os clérigos não se libertarem das suas esposas”. O importante não era, segundo parece, a santidade sacerdotal, mas a independência da Igreja. E a Igreja era o clero. Logo a seguir, em 1095, no pontificado de Urbano II, o Concílio de Piacenza condenava, de uma vez por todas, o casamento dos padres. As suas esposas foram vendidas como escravas. Mas tal condenação não surtiu efeito. Por isso, o I Concílio de Latrão (1123) proibiu a vida comum do padre com a sua legítima esposa. Não estava ainda em questão a nulidade do casamento do padre, mas logo se chegaria lá. Contrariando a tradição, o II Concílio de Latrão (1139) declararia nulo todo o casamento contraído por clérigo de ordens maiores. Uma decisão que o pai dos canonistas, Graciano, afirmaria carecer tanto de fundamento bíblico como patrístico, não sendo justificável por nenhum argumento teológico ou ético. Mas sobreviveu até hoje.