NOTA DA CNBB SOBRE A LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS DE AZAR NO BRASIL

CNBB – SG – Nº. 0779/16 –   16/11/2016 “Os argumentos de que a legalização do jogo de azar aumentará a arrecadação de impostos, favorecerá a criação de postos de trabalho e contribuirá para tirar o Brasil da atual crise econômica, seguem a nefasta tese de que “os fins justificam os meios”. Esses falsos argumentos não consideram a possibilidade de associação dos jogos de azar com a lavagem de dinheiro e o crime organizado.”

As dúvidas da santa da sarjeta

Anselmo Borges – 10 de Setembro de 2106 “Preocuparam-na mais a sua crise espiritual, chegando a duvidar da existência de Deus. Aquele Cristo que ela, na entrega do Prémio Nobel da Paz, declarou que “está nos nossos corações, nos pobres que encontramos, no sorriso que oferecemos e no que recebemos”, deixou-a no vazio espiritual durante parte de uma vida torturada pela sua ausência”.

Para economista, PEC 241 ‘enterra a Constituição de 1988’

Eduardo Maretti – 02;28/2016  O deputado federal Danilo Forte (PSB-CE) apresentou, na sexta-feira (29), seu parecer favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. A polêmica proposta estabelece novo regime fiscal no país, acabando com as vinculações constitucionais de investimento em saúde e educação.

A caixa preta do STF: por que o tribunal julga o que quer quando quer?

Especialistas listam dilemas da Corte e dizem que ministros deveriam estabelecer critérios claros Gil Alessi –  17 JUL 2016 BRT O Supremo Tribunal Federal (STF) entrou nos holofotes durante o julgamento do escândalo do mensalão em 2012 e desde então nunca mais saiu. As sessões transmitidas ao vivo fizeram com que as atenções dos brasileiros se voltassem à Corte. Se por um lado o evento passa uma imagem de transparência nos procedimentos, especialistas matizam a percepção e veem espaço para que o STF amplie suas práticas democráticas. A última polêmica envolvendo o tribunal aconteceu no início do mês.

E se os mais ricos ajudassem a pagar o rombo nas contas públicas?

Só volta da tributação sobre lucros e dividendos, isenção criada em 1995, daria estimados 43 bi ao caixa Heloísa Mendonça – SP 25 MAI 2016  Foto: ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “Hoje, grande parte do que os empresários ricos ganham não é tributada. Um trabalhador com salário de 8.000 reais paga um imposto de renda de 27,5%. Já um dono de uma grande empresa que fatura mais de 500.000 reais a título de lucros e dividendos pode não pagar nada como pessoa física”, explica Orair, que ressalta que o Brasil é um dos poucos países que ainda isentam esse imposto.

No Brasil, pelo menos 24 defensores de direitos humanos foram mortos em 4 meses

Por Camila Boehm, da Agência Brasil, in EcoDebate, 25/05/2016  Pelo menos 24 defensores de direitos humanos foram assassinados no Brasil nos quatro primeiros meses deste ano. Desses, 21 defendiam direitos agrários e faziam parte de movimentos e organizações de luta pela terra. A informação é publicada por Justificando, 24-05-2016.

Agências da ONU apresentam plano para reduzir danos causados por agrotóxicos perigosos

Terça, 24 de maio de 2016  A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram novas diretrizes com o objetivo de reduzir os danos causados pelos agrotóxicos, que representam um risco elevado para a saúde humana e o meio ambiente. A reportagem foi publicada por ONU Brasil, 23-05-2016.

A contra reforma previdenciária

Ricardo Machado – 13/03/2016 Entrevista: Maria Lucia Fattorelli  Foto:gazetadopovo.com.br  “O cerne das alterações que vêm sendo feitas ao longo dos anos é a modificação de um modelo de solidariedade – no qual a garantia de emprego e boa remuneração aos jovens garantiria sempre boa remuneração aos aposentados – vem dando lugar a um modelo submetido às regras do mercado e sem qualquer segurança futura”, critica a auditora fiscal.

Piketty: Sanders desafia a Era da Desigualdade

 Houve, nos EUA, uma tradição hoje ignorada: impostos progressivos, com alíquotas de até 91% para mais ricos. Ao evocá-la, num país em crise, Sanders atrai cada vez mais apoio. “O sucesso de Sanders, hoje, mostra que a maioria dos norte-americanos está cansada do aumento da desigualdade e dessas falsas mudanças políticas, e pretende reviver tanto uma agenda progressista quanto a tradição norte-americana de igualitarismo”, escreve Thomas Piketty.