Zika Vírus! O mosquito mutante do eugenista Bill Gates é declarado ameaça mundial

Em 2011, mosquitos Aedes Aegypti, geneticamente modificados foram soltos em algumas cidades brasileiras. Era o começo do Projeto Aedes Transgênico aqui no Brasil. A promessa era de que os mosquitos transgênicos machos copulariam com as fêmeas selvagens e as crias morreriam ainda no estágio larval, sem chegar a idade adulta. Seria maravilhoso se fosse tudo assim, mas não foi bem isso que aconteceu.

Os equívocos do PT e o sonho de Lula

Um governo sustentado por uma sólida base parlamentar ou assentado no poder social dos movimentos populares organizados. Leonardo Boff – 06/02/2016  –  “O PT deve ao povo brasileiro uma autocrítica nunca feita integralmente. Para se transformar numa fênix que ressurge das cinzas, deverá voltar às bases e junto com o povo reaprender a lição de uma nova democracia participativa, popular e justa que poderá resgatar a dívida histórica que os milhões de oprimidos ainda esperam desde a colônia e da escravidão”.

Déficit da Previdência? Que déficit?

“Não há nada de errado com a previdência. O sistema é sólido e se sustenta mesmo na crise”  –  Najla Passos – 05/02/2016 “Professora do Instituto de Economia da UFRJ e pesquisadora do tema, Denise Gentil comprovou com dados oficiais que, apesar da crise econômica e da discutível política de desoneração fiscal adotada pelo governo desde 2010, o sistema de seguridade social brasileiro é superavitário e cumpre bem seu papel social de distribuir renda, ao contrário do que alega o governo e a mídia coorporativa. 

Precisamos construir pontes na vida e na política

“O mundo e nosso país precisam de pontes e de pessoas-carpinteiro que generosamente relativizam as desavenças, e constroem pontes para que possamos conviver para além dos conflitos e diferenças, inerentes à incompletude humana”, escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.

Em tese de doutorado, pesquisadora denuncia a farsa da crise da Previdência Social no Brasil forjada pelo governo com apoio da imprensa

Com argumentos insofismáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil. Em primeiro lugar, uma gigantesca farsa contábil transforma em déficit o superávit do sistema previdenciário, que atingiu a cifra de R$ 1,2 bilhões em 2006, segundo a economista. O superávit da Seguridade Social – que abrange a Saúde, a Assistência Social e a Previdência – foi significativamente maior: R$ 72,2 bilhões. 

Assim se desfaz a herança do Lulismo

Foto: Suicídio e tragédia: Eles debatem “medidas pontuais”, mas não ousam questionar a oligarquia financeira Em meio a uma crise que se aprofunda, Dilma e Lula encontram-se em Brasília – mas parecem incapazes de enfrentar a armadilha financeira em que aprisionaram a si próprios e ao país. Antonio Martins – 7 de janeiro de 2016

O que o Brasil não deve, mas paga, e o que deve e não paga

 “Perto do que se tem dito e ouvido sobre operações da policia Federal para investigar e punir corruptores e corruptos – Operação Zelotes e Lava Jato – a desenvoltura dessa técnica da Receita Federal em lidar com aqueles dados complexos, ligados ao mundo financeiro, misteriosos para a maioria do povo, por ela colocados em linguagem acessível à maioria, revela uma gigantesca, continuada e injustificável sangria do nosso dinheiro, para pagar o que não devemos, e bem superior ao volume de dinheiro cobrado naquelas investigações”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.”

A sociedade do cansaço e do abatimento social

Leonardo Boff –  05/01/2016 Há uma discussão pelo mundo afora sobre a “sociedade do cansaço”. Seu formulador principal, é um coreano que ensina filosofia em Berlim, Byung-Chul Han, cujo livro com o mesmo título acaba de ser lançado no Brasil (Vozes 2015). Independentemente das teorizações, vivemos numa sociedade do cansaço. No Brasil além do cansaço sofremos um desânimo e um abatimento atroz.”

Stiglitz: como evitar “a grande queda livre”

Foto: Desempregados fazem fila para sopa, nos EUA, durante a depressão dos anos 1930. Antonio Martins – 01/01/201 Para Siglitz, políticas hoje hegemônicas podem repetir tragédia de então, porque baseiam-se na mesma lógica elitista. Na virada do ano, Nobel de Economia adverte de novo sobre risco de colapso global semelhante ao dos anos 1930. Para escapar, diz, será preciso derrotar políticas como o “ajuste fiscal” brasileiro.

Com as catástrofes climáticas batendo à porta, estadistas discutem acordo global na COP-21

 “O quadro como está ainda é inaceitável e é necessário que os países apresentem metas baseadas nas necessidades reais. Não se trata de ousadia, mas do mínimo de bom senso”, alerta o pesquisador. Foto: http://bit.ly/1Q0J2NL  Iniciada em Paris nesta segunda-feira, 30-11-2015, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP 21, reúne estadistas do mundo todo na tentativa de buscar um acordo para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa.