Ingrid Betancourt: “O que surpreende não é que se assine a paz, mas que haja pessoas que votem não”

Ex-candidata presidencial, sequestrada por mais de seis anos pelas FARC, comenta acordo e plebiscito Javier Lafuente – Bogotá 24 SET 2016  Foto: Ingrid Betancourt, em Genebra. Em 24 de agosto Ingrid Betancourt (Bogotá, 1961) recebeu, por intermédio de alguns dos negociadores do Governo em Havana, a notícia de que haviam chegado a um acordo de paz com as FARC. Por mais que o esperasse, Betancourt, ex-candidata presidencial sequestrada durante quase sete anos, até sua libertação em 2008 mediante a Operação Xeque-Mate, admite que não pôde conter a emoção.

Turquia: o golpe que pode abalar a OTAN

Pepe Escobar – 27/07/2016 Na Foto: Erdogan e Obama, no tempo em que Washington fingia não enxergar autoritarismo do “sultão” turco Tudo indica: Washington e talvez Paris foram informadas da tentativa de derrubar Erdogan — e permitiram que ela avançasse. Agora, presidente aproveitará para voltar-se à Ásia

‘Bem Viver’, o conceito que imagina outros mundos possíveis, já se espalha pelas nações

Amelia Gonzalez, no Nova Ética Social – Fevereiro 2016 Como prometi, volto ao tema “Bem Viver”, sobre o qual comentei no último post  após ter mergulhado no livro “O Bem Viver”, de Alberto Acosta (Ed. Autonomia Literária e Elefante) nesse fim de semana. Devo dizer que foi uma ótima leitura, que me possibilitou boas reflexões, mesmo sob os acordes carnavalescos precoces  aqui debaixo da minha janela.

Reino Unido decide pela saída da UE: o que acontece agora?

Embora por uma margem apertada – 51,9% a 48,1% -, o Reino Unido votou pela saída da União Europeia (UE) no plebiscito realizado nesta quinta-feira. 24 junho 2016  Trata-se de uma decisão histórica, que muda a relação do país com seus vizinhos e com o mundo. O país pertenceu ao bloco desde a fundação de seu embrião, a Comunidade Econômica Europeia, há 43 anos. Veja abaixo, o que deve ocorrer daqui pra frente.

‘O Brasil tem fortes luzes no final, mas ainda está no corredor polonês’

A prioridade de um país deve ser a preservação de sua gente. (…) A prioridade é pensar no povo brasileiro, mas pensá-lo com realismo”, adverte o economista. “Durante o governo Dilma eu dizia que a presidente sabe das coisas, mas tem muito medo de fazê-las, então enunciava uma medida e não a fazia ou fazia apenas um pedaço, e com isso conseguia unir críticas a ela por fazer e por não fazer. Temer está na mesma situação e tem um comportamento muito parecido com o de Dilma”, resume Carlos Lessa à IHU On-Line, ao comentar os primeiros dias do governo interino de Michel Temer.

Felicidade, privilégio para todos  

Entrevista com Zygmunt Bauman  – 04/06/de 2016  A epicúrea ausência de perturbações. A agostiniana “confirmação” de mérito e virtude. O benthamiano comprazimento do Eu na satisfação da necessidade do Outro. Até chegar ao reconhecimento civil e político de um direito humano, que a modernidade, não raramente, transformou em privilégio. Reportagem de Valeria Arnaldi, jornal Il Messaggero, 03-06-2016

No Dia da Terra, a assinatura do Acordo de Paris!

   Abílio Louro de Carvalho – 22.04.2016 “Neste Dia da Terra de 2016, quatro meses após a conclusão do acordo de Paris, dirigentes de 175 países assinaram formalmente esse acordo sobre o clima na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, numa cerimónia protocolar que marca o primeiro passo no processo de vinculação dos países às promessas que fizeram para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa.” 

Será impossível derrubar o governo, diz Flávio Dino

Em entrevista exclusiva, governador do Maranhão afirma que saída do PMDB do governo é uma “tentativa ilegítima” de chegar ao poder  Walber Pinto –  12/04/2016   Foto:  Reprodução Ex-juiz federal e advogado, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirma que “será impossível derrubar o governo”, chama de golpe o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e acrescenta: “É um golpe porque o impeachment no presidencialismo só pode ser usado em caso de crime de responsabilidade. Tenho convicção em dizer que esse artifício é ilegítimo”.