O BRICS é muito mais que um acrônimo criado pelo Goldman Sachs

O BRICS vai além de um conceito meramente econômico/financeiro e reflete, na realidade, um bloco que almeja a pró-atividade na reformulação do tabuleiro geopolítico, visto que consideram “que a correlação de forças no mundo não corresponde mais aos arranjos de poder e de instituições forjados ao final da II Guerra Mundial.” Entrevista com Diego Pautasso.  Por Rennan Martins | Vila Velha, 10/11/2015

Metafísicas Africanas. Eu sou porque nós somos

 “Negligenciar o Outro é, na perspectiva do Ubuntu, desumanizar-se. Urge, pois, sair ao encontro desse Outro, reconhecê-lo e construir com ele uma solidariedade afetiva, calorosa, como a própria etimologia da ética indica”, ressalta o pesquisador.  

A exploração do conhecimento racional até seu limite

 “Ideias ‘desafiadoras’ de Hölderlin influenciaram Hegel de modo evidente na ‘Fenomenologia do Espírito’”, destaca a professora. Imagem:arpose.blogspot.com.br “Hölderlin nos convida a explorar o conhecimento racional até o seu limite, para deixar vir à tona, no limiar do impensável, uma outra forma de ‘pensar’. O interesse pelo mito, pelas qualidades musicais das palavras, pelos misteriosos acordes e pelas dissonâncias exige uma postura pouco compatível com um sistemático discurso sobre o método, que se propõe a controlar as falácias da consciência subjetiva.” A reflexão é da filósofa Kathrin Rosenfield, na entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.

“Depois do Sínodo, Francisco tem as portas abertas para avançar”, diz bispo belga

Sobre o bispo belga Johan Bonny, à frente da diocese de Antuérpia, circulam caricaturas e textos escritos por penas mergulhadas em veneno. No entanto, a sua avaliação do Sínodo não parece marcada por um relativismo teológico. Mas pelo simples reconhecimento de como a Igreja caminha na história. Do Concílio de Niceia até o Sínodo de 2015.

“Somos gays e somos Igreja”: a experiência brasileira da pastoral da diversidade

“Os homossexuais fazem parte do corpo de Cristo que é a Igreja“, afirma o mestre em Educação, brasileiro, Luiz Ramires Neto. Doutorando em Sociologia da Educação na USP, ele é um dos pilares do Grupo de Ação Pastoral da Diversidade de São Paulo, noBrasil. Para Ramires Neto, a relutância da Igreja Católica a aceitar os homossexuais vem mais da hierarquia do que dos simples fiéis.

Rio Grande do Norte: um polo de negociação energética?

“Por mais que exista um crescimento de energias renováveis no país, o acesso a essa energia não é garantido nos municípios produtores, porque o valor dessa energia é elevado e as comunidades que se localizam próximo das empresas não recebem benefícios”, afirma o sociólogo”.

Padres casados pedem o fim do celibato para “salvar” a Igreja Católica

Eles recusam o título de ‘ex-padres’ e reivindicam o livre exercício do sacerdócio. Papa Francisco promete incluir o debate na agenda do Vaticano Reportagem:Daniel Giovanaz “Não existe ex-padre, e a própria Igreja sabe disso. Um sacra-mento não pode ser anulado”, defende Júlio Wiggers, neto de imigrantes alemães que precisou se afastar de sua paróquia em Morro da Fumaça-SC em 1968 para viver ao lado de Laureci Pereira, com quem teve três filhas. Eles estão juntos há 47 anos, e o padre reivindica desde então o direito de exercer as mesmas funções que desempenhava antes de oficializar sua união civil.

Entrevista do Papa Francisco à Rádio Renascença

A entrevista do Papa Francisco à jornalista Aura Miguel* da Rádio Renascença de Lisboa, abaixo transcrita pode ser ouvida aqui: Rádio Renascença “Eu sou filho de emigrantes e pertenço à onda migrante do ano 29. Mas na Argentina, desde o ano 84 (1884), começaram a chegar italianos, espanhóis… portugueses, não sei quando chegou a primeira onda portuguesa; vinham sobretudo destes três países.”

‘A autoridade na Vida Religiosa Apostólica deve estar a serviço da missão’

Por Rosinha Martins – CRB – 09.09.2015 Para o jesuíta e escritor, padre Carlos Palácio, a Vida Religiosa Apostólica, pelo seu próprio modo de vida, tem que se organizar em função da missão, uma especificidade e uma dinâmica diferente da Vida Monástica e Contemplativa. Portanto, o modo de exercer a autoridade também deve ser diferente, embora a Vida Religiosa Apostólica carregue ainda hoje as marcas do modelo monástico.