”Não haverá mais padres na Alemanha”
Matteo Matzuzzi – 12 Maio 2018 Foto: de Robert Cheaib, por Pixabay A Igreja alemã, líder do reformismo, mas cada vez mais dividida, encontra-se em um estado catastrófico. A reportagem é de Matteo Matzuzzi, publicada por Il Foglio, 11-05-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Hora de reabilitar Teilhard de Chardin?
Denominar o Padre Jesuíta Pierre Teilhard de Chardin um doutor da Igreja — ou pelo menos retirar o “aviso” de seus textos — daria ao cientista e filósofo jesuíta mais legitimidade na Igreja, segundo seus defensores. E dois abaixo-assinados endereçados ao Vaticano visam exatamente isso. A reportagem é de Heidi Schlumpf, publicada por National Catholic Reporter, 27-01-2018. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.
Tranquilizar ou desassossegar Fátima? (1)
Frei Bento Domingues O.P. –01/10/17 -Foto: EPA O Concílio Vaticano II é a data incontornável da Igreja no século XX. Em certos países foi preparado por diversos movimentos, nomeadamente, de novas experiências ao nível da evangelização, da pastoral, da liturgia e do debate teológico. Os representantes episcopais da Igreja portuguesa apresentaram-se sem propostas de alteração do rumo do catolicismo. Alguns tiveram o desplante de afirmar que nós já estávamos muito à frente desse concílio.
Um dia como voluntário entre os doentes de Madre Teresa
Carlo Pizzati ,02/09/2017 – Calcutá –Foto: Reuters Tradução: Orlando Almeida Em Calcutá, entre as irmãs que prestam assistência aos últimos, a sua lembrança ainda está viva. Ajudar os que sofrem é uma cura para a lepra ocidental: a solidão
Um “coach” (consultor especialcizado) chamado Inácio
Laurinda Alves – 1/8/2017. 500 anos depois, num tempo em que Deus continua a ser uma palavra difícil e muitos crentes são perseguidos e mortos, Inácio de Loyola continua muito à frente do tempo inspirando leigos e religiosos.
O grito dos franciscanos e franciscanas do Brasil: “dirão que é comunismo, mas é Evangelho”
Mauro Lopes – 7 de agosto de 2017 Foto: Franciscanos e franciscana no Capítulo Nacional das Esteiras, em Aparecida ““Óh Mãe preta, óh Mariama, Claro que dirão, Mariama, que é política, que é subversão, que é comunismo. É Evangelho de Cristo, Mariama!”, ainda assim, invocamos suas bênçãos sobre toda a nossa família e sobre um Brasil sedento de “Paz – fruto da justiça, do bem e da Misericórdia de Deus”.
Francisco não tem razão? (2)
Anselmo Borges – 23/06/21017 “Não é exatamente o mesmo o mundo visto lá do alto da janela mais famosa do mundo, que é a janela do Palácio Apostólico no Vaticano donde os Papas dão a bênção urbi et orbi, e o mundo que se vê a partir de um apartamento modesto da Casa de Santa Marta. Não é exatamente o mesmo o mundo que se vê a partir do Deus omnipotente, significando omnipotência Poder enquanto dominação e não Força infinita de criar, e o mundo que se vê quando se vê a partir do Deus cujo nome é Amor, Misericórdia.
Como os novos movimentos eclesiais estão mudando a Igreja?
Massimo Faggioli – 16 Junho 2017 . “Os novos movimentos eclesiais não são, aos olhos de Francisco, as “elites” especiais da nova evangelização, como eram nos papados de João Paulo II e Bento XVI. Ao percebê-las, Francisco critica explicitamente qualquer tendência sectária. Mas o próprio Papa entende que esses movimentos estão produzindo sacerdotes novos e muito necessários em uma Igreja Católica que ainda precisa que o clero funcione.
«Jesus Cristo não tem grandes teorias», Andrés Torres Queiruga
João Céu e Silva – DN – 28 de Maio de 2017 O teólogo espanhol Andrés Torres Queiruga esteve em Portugal para três debates. Jesus, de quem diz que foi um homem de sínteses e não de teorias, foi um dos temas da entrevista. Tal como Fátima. Para o teólogo português Anselmo Borges, Andrés Torres Queiruga é «o teólogo que de modo mais profundo e conseguido enfrentou o cristianismo com a modernidade e a modernidade com o cristianismo». Torres Queiruga explicou ao Diário de Notícias a sua visão da Igreja atual.
FÁTIMA, QUE FUTURO? (2)
Frei Bento Domingues, O.P. – 21/05/2017 Foto: globalnoticias.pt/dn/ 1. É cedo para fazer um balanço da última peregrinação à Cova da Iria. As televisões têm o país colonizado pela cultura omnipresente e omnipotente do futebol. Durante dois dias, sem a esquecer, voltaram-se todas para o Papa, para os Pastorinhos, para Fátima e parecia que nunca mais se calavam, mas ainda tiveram tempo para celebrar o triunfo de Salvador Sobral no Festival da Eurovisão. Graças sejam dadas a todas e todos que elevaram o ego nacional.