Reconhecer as diferenças e conciliar pela fé em nome do evangelho vivo.

Entrevista especial com Roberto Zwetsch  Por João Vitor dos Santos e Leslie Chaves –  25 de março de 2016 Foto: www.luteranos.com.br “É preciso reconhecer as dissensões que nos separaram ao longo dos séculos como igrejas e como pessoas crentes em Cristo. Só assim teremos condições de – superando divergências e idiossincrasias – proclamar com gestos e ações o evangelho que liberta”, ressalta o teólogo. Está em andamento o processo de preparação para as celebrações do 500º aniversário da Reforma Luterana. No dia 31 de outubro deste ano será realizado um evento de lançamento que marcará a data a ser celebrada em 2017. A solenidade acontecerá na cidade de Lund, na Suécia, lembrando o dia em que o reformador Martinho Lutero  afixou as suas 95 teses.

Vaticano abre portas para padres casados e cria dilema

O ex-padre anglicano Robin Farrow (de óculos) é casado e tem quatro filhas, mas será ordenado na Igreja Católica em abril.  Com quatro filhas ainda crianças e um bebê para chegar em alguns meses, a mulher de Robin Farrow já avisou: ele precisará levar a caçula para o trabalho nos dias mais complicados.

Luteranos e católicos programam comemoração comum para 2016: ”Do conflito à comunhão”

Em meados de 2016, a Federação Luterana Mundial (FLM) e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos (PCPCU), como continuação do processo iniciado pelo documento comum “Do conflito à comunhão”  na iminência do quinto centenário da Reforma em 2017, convidam a participar de uma manifestação ecumênica comum, de modo a chamar a atenção para os resultados alcançados em conjunto através do diálogo. Em 2017, também ocorrerá o 50º aniversário do diálogo ecumênico entre a FLM e a Igreja Católica Romana.

Ecumenismo: entre memória e futuro, a novidade de Francisco

Vittoria Prisciandaro – Terça, 20 de janeiro de 2015  O ano que recém-começou se preanuncia como a vigília de dois eventos que poderia marcar uma reviravolta nas relações entre as Igrejas cristãs: o Concílio pan-ortodoxo em 2016 e o Jubileu da Reforma em 2017.

A disputa política é movida pelo terreno difuso das emoções

“Há uma insatisfação indefinida, uma inclinação genérica contra as instituições, as pessoas querem que as instituições funcionem. É isso que está resgatando as jornadas de junho de 2013, e os manifestantes estão encontrando em Marina esta saída”, avalia o sociólogo.  De acordo com Baía, o programa de Marina é mais detalhado do que o dos demais candidatos, mas “o eleitor não está levando em conta nenhum tipo de proposta, nem para aceitar nem para rejeitar; (…) 80% do eleitorado trabalha na emoção, porque o que move é a emoção, o que move são os afetos, e Marina preenche bem isto, especialmente os afetos de simpatia.

Reforma do Papado, obra aberta

 O prior de Bose,  Enzo Bianchi, e o arcebispo emérito de San Francisco,  John R. Quinn, dão como certo que Francisco renovará a fundo o papel do Papa. Mas alguns atos deste pontificado contradizem as expectativas, escreve Sandro Magister, em chiesa.it, 07-08-2014.