Carta-compromisso ecoa entusiasmo missionário dos seminaristas presentes no Congresso

Tema: O missionário presbítero para uma Igreja em saída; Lema: Ide sem medo para servir Nos dias 09 a 12 de julho de 2015, estivemos reunidos na PUC Minas, em Belo Horizonte, para o 2º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas. Somamos 311 congressistas, sendo 268 seminaristas diocesanos e religiosos de 151 dioceses e prelazias, formadores, coordenadores de COMIREs, bispos representantes da CNBB, a Equipe de coordenação das POM, representantes da OSIB, CRB, CNLB e CIMI.

Para vencer o clericalismo

“Não se deve esquecer que foram bispos com o papa que assinaram os documentos conciliares, afirmando que a Igreja não é constituída apenas pela hierarquia. Esta está ao serviço de todos os cristãos e só com eles forma a Igreja de Jesus Cristo”.

Íntegra discurso do Papa às autoridades em La Paz

“Os distintos atores sociais têm a responsabilidade de contribuir para a construção da unidade e o desenvolvimento da sociedade. A liberdade é sempre o campo melhor para que os pensadores, as associações de cidadãos, os meios de comunicação desempenhem a sua função, com paixão e criatividade, ao serviço do bem comum. Papa em La Paz – AFP – 08/07/2015 23:11

CARTA ABERTA AO PAPA FRANCISCO EM VISITA À AMÉRICA LATINA

 Somos cristãos católicos – leigos e leigas, religiosas e religiosos, presbíteros e também membros de outras confissões – da Zona Leste de São Paulo (perto de 3 milhões de habitantes), especificamente Diocese de São Miguel Paulista, articulados sob a identidade “Igreja, Povo de Deus, em Movimento” (IPDM), cujo “Princípios da Identidade” lhe enviamos em anexo.

Que mudanças o Papa pode introduzir na Igreja?

Leonardo Boff – 07/07/2015 Há poucas semanas dei uma entrevista por e-maisl à jornalista Aline Rodrigues Imécio  da  Revista Epoca. Por razões alheias a ela, a revista não foi publicada. Como são muitos que me fazem perguntas semelhantes aquelas que ela me fez, publico-a aqui. Talvez possa interessar a alguns já que o Papa está nestas semanas intencionsalmente peregrinando pelos países mais pobres da América Latina: o Equador, a Bolívia e o Paraguai.

Iniciação à vida cristã

“O terço e o livrinho do santo predileto eram mais importantes do que a Bíblia e os sacramentos. O que acontecia na Igreja era muito bonito de se ver, porém, com pouca relevância na prática dos cristãos. Parece que ainda continuamos assim.”

Homilia do papa em Guayaquil: recuperar a alegria em famí­lia – (texto integral)

“E esta é a boa nova: o melhor dos vinhos ainda não foi bebido, o mais gracioso, profundo e belo para a família ainda não chegou”. segunda-feira, 6 de julho de 2015 A passagem do Evangelho que acabámos de ouvir é o primeiro sinal portentoso que se realiza segundo a narrativa do Evangelho de João. A preocupação de Maria, transformada em súplica a Jesus: «Não têm vinho!» e a referência à «hora» compreender-se-ão nos relatos da Paixão.

Programa da viagem do Papa ao Equador no mês de julho

Foi divulgado há pouco o roteiro do Papa Francisco em sua próxima viagem ao Equador, a ser realizada entre os dias 5 e 8 de julho. O país tem 15 milhões e 775 mil habitantes, sendo 13 milhões e 780 mil católicos, segundo o Escritório Central de Estatística da Igreja. A estimativa do presidente Rafael Correa é de que pelo menos 1 milhão de pessoas estejam presentes em cada um dos encontros com o Santo Padre. 

Neocatecumenais: a Igreja pouco católica que desafia Francisco

Marco Manzano – 28/06/15 No Caminho Neocatecumenal, são reduzidas ao mínimo as diferenças locais, a criatividade e a inteligência pessoais: as palavras do chefe ecoam em todas as latitudes. Sempre iguais. Um padre me disse uma vez que reconhecia os catecumenais na confissão pelo uso obsessivo de certas palavras.  Artigo de Marco Marzano A opinião é do sociólogo italiano Marco Marzano, professor da Universidade de Bérgamo, em artigo publicado no jornal Il Fatto Quotidiano, 28-06-2015. A tradução é de MoisésSbardelotto.

Habemus Giudam (Temos Judas): todos os inimigos de Francisco

 Um golpe contra a hierarquia vaticana – verbal, lembram-se do soco? – é o remédio que Jorge Mario Bergoglio prefere. É um rodado instrumento que ele explora bem para atingir governos e políticos. No Sínodo de outubro, sitiado pelos conservadores norte-americanos, pelos espanhóis da marca Opus Dei, pelos alemães nostálgicos de Ratzinger, Francisco proferiu um inequívoco e pouco diplomático “aqui quem manda sou eu”: “O papa garante a unidade”. E a oposição de púrpura – cardeais com a paixão por obras instantâneas, assustados com o progressismo sobre as questões da família, casais gays, ambiente e capital –, em público, responde com sorrisos falsos.