Traduções Textos Litúrgicos.
O Papa escreve ao cardeal Sarah sobre “Magnum Principium” Alessandro Gisotti – 22/10/2017 – Tradução: Orlando Almeida Como era de se esperar, a paciência do Papa Francisco, perante os abusos e a teimosia do Cardeal Sarah em termos de Liturgia, se esgotou e ele lhe escreveu uma carta desautorizando interpretações equivocadas do dito cardeal ao seu último documento:“Magnum Principium”. E Francisco determina, de maneira seca: “Peço-lhe, por favor, que providencie a divulgação desta minha resposta nos mesmos sites e o envio da mesma a todas as Conferências Episcopais, aos Membros e aos Consultores deste Dicastério” (Nota da Redação)
LUTERO – Importância histórica do dia 31 de outubro de 1517
Vale aqui a palavra de Dom Helder Câmara: ‘Se você discorda de mim, você me enriquece’. Eduardo Hoornaert –18/10/17 “Pensando bem, podemos dizer que Lutero é um teólogo católico que protesta, um católico protestante. Passando a vida toda em ambiente católico e se relacionando com católicos, ele entendeu seu protesto como uma tentativa de reforma da igreja católica. O protestantismo propriamente dito lhe é posterior. O que importa entender é que Lutero significa a quebra de um pensamento cristão único que vigorou durante mil anos, grosso modo entre os anos 500 e os anos 1500“.
É preciso interpretar o direito canônico à luz do Vaticano II.
PIERLUIGI CONSORTI –17/10/17- Foto: Reprodução O cardeal Robert Sarah divulgou uma sua interpretação pessoal do Motu proprio Magnum Principium, que recentemente alterou o cânon 838 do Código de Direito Canônico. A reforma tornou-se necessária para esclarecer quais são os termos da relação entre a competência legislativa própria em matéria litúrgica atribuída às Conferências Episcopais e a competência executiva da Sé Apostólica à luz dos princípios conciliares.
Papa Francisco, católicos neotradicionalistas e o legado de Bento XVI
“Uma compreensão dinâmica da tradição é o que aterroriza os oponentes do Papa Francisco. Só podemos nos perguntar se eles sabem o quanto os textos papais estão alinhados com a teologia do papa agora aposentado.” Massimo Faggioli -17/10/17 -Foto: Canção nova O Papa Francisco pronunciou em 11/09 último um discurso curto mas de grande alcance, pelo seu significado. Foi a propósito dos 25 anos do Catecismo da Igreja Católica. O texto pode ser lido em português aqui Entretanto, já esta semana, o historiador italiano Massimo Faggioli, professor da Villanova University, nos Estados Unidos, publicou um artigo de comentário a esse discurso no sítio de La Croix International, 16-10-2017, que publicamos a seguir, recorrendo à tradução feita por Moisés Sbardelotto no site noticioso do Instituto Humanitas da Unisinos, Brasil.
Povos indígenas e criação: um Sínodo dos Bispos especial para a região Pan-Amazônica
Luis Badilla e Francesco Gagliano –16/10/17 Papa Francisco: “A Igreja não está na Amazônia de malas prontas, como aqueles que vêm explorá-la e vão embora”. Uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônica será realizado daqui a dois anos, no Vaticano. A Igreja é chamada a “identificar novos caminhos para a evangelização dos indígenas, muitas vezes esquecidos e sem a perspectiva de um futuro sereno, também por causa da crise da floresta amazônica”.
A nova arte de “Pope-Watching”
Massimo Faggioli – 12/10/2007 Foto: Francisco em “selfie” com Jovens. Reprodução “….o modo muito particular de Francisco de ser papa representa o passo seguinte numa dessacralização em curso da pessoa do Papa, que remonta ao Papa João XXIII, que pediu ao jornal L’Osservatore Romano para não usar mais, ao citá-lo, a frase “como recolhemos dos augustos lábios”. De agora em diante, disse ele aos jornalistas do diário oficial do Vaticano, ficará perfeitamente bem [dizer] “o papa disse isto” ou “o papa fez aquilo”.
Urgências pastorais da Igreja, hoje. Entrevista com Christoph Theobald
Maurizio Rossi- 14/10/17 Foto: La Settimana News O jesuíta francês Christoph Theobald, conhecido também na Itália pelos seus trabalhos sobre o Vaticano II e pela sua proposta teológica de um cristianismo como estilo, há poucas semanas, terminou um importante livro novo, intitulado Urgences pastorales du moment présent. Comprendre, partager, réformer [Urgências pastorais do momento presente. Compreender, partilhar, reformar] (Ed. Bayard, 2017, 539 páginas).
Quando um papa canoniza um linguista
Andrea Grillo –11/10/17 blog: Come se non Depois do Motu Proprio Magnum Principium, uma reflexão sobre o valor das “línguas populares” torna-se não só possível, mas necessária. A tradução é novamente reconhecida como condição da tradição. Nesta brilhante intervenção, o historiador e teólogo Ubaldo Cortoni, monge camaldolense e professor do Pontifício Ateneu de S. Anselmo, relê com grande capacidade de síntese a importância do recente documento à luz da história moderna e medieval. E uma citação de Anselmo sela uma reflexão sobre a mudança de direção que o papa Francisco soube imprimir à tradição, canonizando um linguista jesuíta.
Francisco sobre: 4. o diálogo ecuménico e inter-religioso
Ainda os diálogos do Papa Francisco e de Dominique Wolton: Politique et société. Anselmo Borges -13/10/17 Foto: OVS – Ahmed Mohamed el Tayeb e Francisco “Wolton: “E, no diálogo com o islão, não seria necessário pedir um pouco de reciprocidade? Não há verdadeira liberdade para os cristãos na Arábia Saudita e nalguns países muçulmanos. É difícil para os cristãos. E os fundamentalistas islamistas assassinam em nome de Deus.”
Bispos dizem que o modelo de sacerdócio faliu; é preciso mudar já
Mauro Lopes, 10/10/2017 Com diferença de poucos dias, três bispos saíram a público para anunciar o que parece óbvio, mas é um tema tabu na Igreja: o modelo atual/tradicional de sacerdócio faliu e é preciso encontrar novos caminhos. Falaram sobre o assunto o bispo de Macapá (AP), dom Pedro Conti, o da diocese australiana de Parramatta, dom Vincent Long Van Nguyen, e o recém-nomeado bispo de Innsbruck, na Áustria, Herman Glettler,