Polêmico, projeto do Escola Sem Partido tramita em 5 estados, 8 capitais e DF
Caio Zinet – 08 de julho de 2016 Projetos que propõem educação sem doutrinação também buscam impor uma ideologia, além de serem inconstitucionais, afirmam especialistas. A reportagem é de Caio Zinet, publicada por Centro de Referências em Educação Integral, 07-07-2016.
Por que o Ocidente está cada vez menos religioso?
Para a escritora norte-americana Mary Eberstadt, a causa da secularização no Ocidente tem nome e sobrenome. Chama-se decadência familiar. Gerald J. Russello – Tradução: Equipe CNP A escritora Mary Eberstadt é conhecida nos Estados Unidos por suas análises conservadoras sobre a sociedade, a cultura e a filosofia norte-americanas. Em 2013, ela lançou o livro How the West Really Lost God (“Como o Ocidente realmente perdeu Deus”, infelizmente sem tradução para o português). Para a autora, se a destruição da família é geralmente considerada um efeito da perda de identidade religiosa, o contrário também é verdadeiro.
Papa: nas múltiplas realidades da família, descobrir a presença de Deus
Papa Francisco na abertura do Congresso eclesial diocesano de Roma – ANSA 16/06/2016 Cidade do Vaticano (RV) – “Cada um de nós teve uma experiência de família. Em alguns casos brota a ação de graças com maior facilidade que em outros, mas todos passamos por esta experiência”: disse o Papa Francisco na noite desta quinta-feira (16/06), na Basílica de São João de Latrão, abrindo o Congresso eclesial da Diocese de Roma.
“Cada pessoa prepara-se para o matrimônio, desde o seu nascimento”
No dia doze de junho se celebra o dia dos namorados, data que entrou no calendário pela benéfica influência da Igreja, com a memória de Santo Antônio de Pádua ou de Lisboa, celebrada no dia treze de junho, invocado com confiança por pessoas que se sentem chamadas à vocação matrimonial e contam com sua intercessão e proteção. Ao lado de São João Batista e de São Pedro, ele figura entre os “santos de junho”, tempo em que nossas Paróquias acolhem tanta gente, prestando assim um serviço religioso e social, já que as festas são espaços privilegiados de convivência sadia, onde as famílias se sentem valorizadas e desfrutam a alegria do relacionamento fraterno.
A religião oprime quando impede a alegria a nível sexual
António Marujo – 06/05/2016 – Entrevista com Padre Anselmo Borges “A sexualidade também tem a ver com o prazer e este confronta-se com o poder. Na medida em que a Igreja se tornou numa instituição de poder, tem muita dificuldade em lidar com o prazer e a autonomia” A Igreja Católica, como instituição de poder, tem muita dificuldade em lidar com o prazer e a sexualidade, diz Anselmo Borges, padre, teólogo e professor de Filosofia na Universidade de Coimbra.
Apresentação da Amoris Laetitia feita pelo cardeal Christoph Schönborn
Na entrevista coletiva concedida pelo Papa Francisco, no retorno de Lesbos, no sábado, dia 16 de abril, ele afirmou: “Recomendo-lhes que leiam a apresentação do documento feita pelo cardeal Schönborn, que é um grande teólogo e que trabalhou na Congregação para a Doutrina da Fé“. A seguir publicamos a íntegra do texto apresentado pelo cardeal Christoph Schönborn, O.P., arcebispo de Viena, no dia 08-04-2016, por ocasião da apresentação da Exortação Apostólica Amoris Laetitia.
Papa Francisco no olho do furacão: sobre a família, com as mãos atadas pelos bispos
Marco Politi -13/04/2016 Como prossegue o caminho de Francisco? A recente exortação pós-sinodal traz o ar fresco da realidade na concepção católica da família, expressa uma linguagem e uma abordagem pastoral novas, convidando a olhar para as pessoas e para as situações na sua concretude, reitera a visão de Igreja de Francisco como uma comunidade que consola, acompanha e acolhe os homens e as mulheres do século XXI. Jornal Il Fatto Quotidiano, 12-04-2016
À espera de “Amoris laetitia”: os nomes do amor em 140 anos de magistério católico, de Leão XIII a Francisco. Artigo de Andrea Grillo
Andrea Grillo – Fotos: do Site do autor – 04/04/2016 http://andreagrillo.altervista.org/ Amoris laetitia: agora temos um título. Mas apenas um título, que, porém, como acontece em uma longa tradição eclesial, coincide com um “incipit”. Assim inicia o documento: com a alegria do amor. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 01-04-2016.