«A abolição do celibato obrigatório poderia ajudar»
Entrevista com o teólogo e psicoterapeuta Wunibald Müller Christian Wölfel, em katholisch.de, 15-01-2017 Tradução: Moisés Sbardelotto De acordo com o teólogo e psicoterapeuta Wunibald Müller (na foto), os padres se sentem cada vez mais sozinhos. Por isso, é justo que eles possam viver em uma comunidade, se se quiser ajudá-los.
A confusão dos “dubia” suscita outros “dubia” …
Luis Badilla – Francesco Gagliano – © copyright – 27/12/2016 Tradução: Orlando Almeida Na Foto: Cardeais Brandmuller, Burke. Cafarra e Meuisner – O conhecido caso da carta que quatro cardeais enviaram ao Papa, onde são solicitadas respostas às suas cinco perguntas sobre algumas passagens da Exortação Amoris laetitia consideradas pouco claras e fora da doutrina, já se tornou uma bela confusão.
Cinco dúvidas, quatro cardeais, três certezas
Andrea Grillo -16 Novembro 2016 Uma nova carta de quatro cardeais ao Papa Francisco, levantando “dúvidas” sobre a Amoris laetitia. Para o teólogo italiano Andrea Grillo, “os cardeais que sobem ao primeiro andar se sentam na janela e tentam, de algum modo, fazer com que a Igreja em saída volte a entrar, temem os hospitais de campanha, evitam os campos de refugiados”. Leigo casado, Grillo é professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, em Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, em Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, em Pádua.
Por que o Papa Francisco venceu o desafio da reforma
Massimo Faggioli – 22/11/2016 “A popularidade de Francisco é o fruto da percepção deste papa como último bastião do conhecido contra o avanço do desconhecido. A globalização do catolicismo e do papado também envolve a globalização da definição do bispo como defensor civitatis. Não é mais somente a civitas de Roma, mas a civilização ocidental.” Opinião do historiador italiano Massimo Faggioli, publicado no jornal Il Mattino, 21-11-2016.
NOTA DA CNBB SOBRE A LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS DE AZAR NO BRASIL
CNBB – SG – Nº. 0779/16 – 16/11/2016 “Os argumentos de que a legalização do jogo de azar aumentará a arrecadação de impostos, favorecerá a criação de postos de trabalho e contribuirá para tirar o Brasil da atual crise econômica, seguem a nefasta tese de que “os fins justificam os meios”. Esses falsos argumentos não consideram a possibilidade de associação dos jogos de azar com a lavagem de dinheiro e o crime organizado.”
A Igreja é povo – não uma aristocracia ou audiência
Massimo Faggioli – 05/10/2016 “As críticas desencadeadas contra os ensinamentos de Francisco são sem precedentes contra um papa nos tempos modernos. Mas essas críticas não são pessoais. Estamos noutra fase da transição (que não se iniciou com Francisco), de uma Igreja dirigida pela aristocracia para uma Igreja do Povo de Deus. É a transição a uma apreciação realista e teológica, baseada na experiência, da sexualidade humana; uma teologia não afastada do caos criativo que constitui a vida”,
Francisco fala claramente: uma segunda família é melhor que uma família desestruturada
Andrew Brown – 16 Setembro 2016 Papa Francisco tem dois modos de lidar com a oposição: um modo é via manobras pacientes, que podem durar anos; e a outra é por explosões súbitas, apresentadas em poucas e memoráveis palavras.
Bispo de Setúbal (Portugal) evoca Igreja de celebrações «ritualmente perfeitas» mas onde falta atenção à fome e abandono
Rui Jorge Martins – 13/09/2016 «Não olhem com indiferença para os milhões de refugiados e miseráveis, que ficam à margem das estradas da nossa sociedade. Animados pela Palavra e pelo Espírito de Deus, sejam portadores de vida, de misericórdia para as vossas famílias e comunidades», apontou. Numa celebração evocadora de acontecimentos ocorridos há quase cem anos, o prelado vincou que a Igreja deve estar aberta à novidade: «Abram-se à força renovadora do Espírito e deixem-se guiar por Ele, que é mestre para criar nova vida e nova esperança»
Pierangelo Sequeri: o programa do novo decano do Instituto “João Paulo II”.
Andrea Grillo – 22 Agosto 2016 “Pierangelo Sequeri (foto) não é teólogo moralista, não está ligado a movimentos eclesiais, é um homem de fé e de cultura, não ideológico e não maximalista. Ele não faz uma teologia de farmacêutico, não usa a ‘balança’, não lê a Escritura com crivo fundamentalista, não tem a ansiedade da definição objetiva. Ele propõe uma ‘hermenêutica sapiencial da tradição’, mesmo daquela matrimonial e familiar.”
“Há, na Igreja, uma forte, significativa, ativa e vociferante oposição ao Papa”, afirma cardeal Schönborn
Cameron Doody – 08 de agosto de 2016 Ante de deixar a Áustria rumo à Jornada Mundial Mundial da Juventude de Cracóvia, o cardeal Christoph Schönborn – arcebispo de Viena e fiel intérprete do Papa Francisco – concedeu uma entrevista ao jornal Der Standard, na qual falou sobre a oposição “muito forte e significativa”, e ao mesmo tempo “ativa” e “vociferante” que existe dentro da Igreja contra o Papa. Reportagem de Cameron Dood, publicada por Religión Digital, 06-08-2016