Os dois pais, a liberdade, Spotlight

Anselmo Borges – 05/03/2016 “Fiquei satisfeito por ver o Osservatore Romano, jornal oficioso do Vaticano, classificá O Caso Spotlight como um filme “emocionante”, e “não é anticatólico”, porque “dá voz ao horror e à dor profunda dos fiéis”. E pediu-se a Francisco que acabe com as causas deste flagelo. E é o que Francisco, que classificou a pedofilia como “uma monstruosidade”, está a fazer, apesar das resistências.”

Uma verdade e três erros sobre a pedofilia na Igreja

Massimo Introvigne – 01/03/2016 Spotlight o filme – Bing images  O Oscar ao filme Spotlight, o depoimento prestado em Roma por videoconferência pelo cardeal Pell perante uma comissão de inquérito no seu país, a Austrália, e a renúncia de um membro da comissão do Vaticano sobre os abusos, uma ex-vítima de assédio que ataca também o Papa Francisco, trouxeram para o primeiro plano a questão dos padres pedófilos. No que se lê, há uma verdade e três erros.

Teóloga avalia papel da mulher na Igreja no papado de Francisco

Cristina Fontenele –Adital Na Foto: Tara Curlewis, Secretária Geral do Conselho Nacional das igrejas da Austrália, espera a chegada do Papa Francisco  na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma em 25/01/2015. Foto: ClickVaticano. Decidida a ver o mundo a partir de uma perspectiva fora da Europa, a teóloga austríaca Martha Zechmeister esteve pela primeira vez na América Latina em 1999, quando relata ter passado por um “choque” em relação ao contexto social de El Salvador. 

“Mais exceções para o celibato, por favor!”

 Precisamos de amizade com homens e mulheres e, às vezes, devemos também nos deixar ser pegos entre os braços. Julius Müller-Meiningen O teólogo e psicólogo Wunibald Müller pede a abolição do celibato obrigatório. Ele já escreveu duas vezes ao papa. Agora, volta a esperar que algo se mova. A reportagem é de Julius Müller-Meiningen, publicada na revista Christ & Welt, n. 6, de fevereiro de 2016. 

“A Igreja é a única que está defendendo as crianças do ataque da ideologia de gênero”

No lançamento do livro “Relativismo e ideologia de gênero”, o arcebispo eleito de Barcelona destacou que é preciso coragem e humildade para pregar a verdade em todos os momentos. “Em última análise, nesta sociedade tão turbulenta, a Igreja é a única que está defendendo os pequenos da ideologia de gênero ou do aborto… e atacam a Igreja porque é a única instituição que falta para cair. Por isso não temos que dobrar-nos, e essa é a mensagem de Jesus”.

Papa Francisco sublinha «papel insubstituível» da mulher ao assinalar os 20 anos da “Carta às Mulheres” de S. João Paulo II

Rui Jorge Martins | SNCP | 04.12.2015- 07/12/2015  O Papa Francisco considera que é necessário «afirmar o papel insubstituível da mulher na família e na educação dos filhos, como também o contributo essencial das mulheres trabalhadoras na edificação de estruturas económicas e políticas ricas de humanidade». A declaração conta de uma mensagem, assinada pelo secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, por ocasião da realização, em Roma, do seminário internacional sobre a relação entre as mulheres e o trabalho, organizado pelo Conselho Pontifício para os Leigos, revela a Rádio Vaticano.

O lado mais obscuro do celibato

O celibato obrigatório constitui para muitos jovens homossexuais que não querem, mesmo que inconscientemente, aceitar a própria orientação sexual um esplêndido lugar onde a questão da sexualidade é removida, apagada, não vivida.

Bispos (juízes) misericordiosos

 “Acossado pelos “falcões”, o Papa manda, com essas medidas, um sinal aos setores moderados e à ampla maioria eclesial silenciosa. No fundo, lhes convida a não dar a batalha por perdida no Sínodo e a posicionar-se claramente a favor do princípio da misericórdia.”            José Manuel Vidal

Teólogos e recasados

“A primeira é que as palavras de Jesus “Não separe o homem o que Deus uniu” têm de ser lidas no seu contexto. Elas dizem directamente respeito ao marido, que podia abandonar a mulher por qualquer motivo, até porque viu outra mais bonita. São, pois, palavras dirigidas primariamente à “defesa da mulher”. ANSELMO BORGES – 12 junho 2015