O Brasil à mercê de um chantagista
Aldo Fornazieri . 03 de dezembro de 2015 “Qual será a conduta dos partidos, principalmente da oposição, mediante o encaminhamento de um processo de impeachment de uma pessoa sem legitimidade e de uma decisão movida pela chantagem e pela vingança?”, pergunta Aldo Fornazieri, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 03-12-2015.
O obstáculo fundamental na COP 21 em Paris
Leonardo Boff – ” A questão central não está, como viu o Papa Francisco em sua encíclica sobre O cuidado da Casa Comum, na relação entre crescimento e natureza. Mas entre ser humano e natureza. Este não se sente parte da natureza, mas seu dono que pode dispor dela como bem quiser. É o detestável antropocentrismo. Não cuida dela nem se responsabiliza pelos danos da voracidade de um crescimento infinito com o consumo ilimitado que o acompanha. Assim caminha célere rumo a um abismo, talvez num percurso sem volta.”
Padres casados do Quênia pediram um encontro com o Papa para falar sobre o celibato
Um grupo de sacerdotes católicos casados do Quênia pediu ao papa Francisco que se reúna com eles, durante sua visita ao país, já que consideram que a Igreja Católica queniana os discrimina por ter abandonado o celibato, informaram hoje os meios de comunicação locais.
Governo mineiro aprova nova legislação que favorece Vale.
“Um projeto de urgência nesse momento deveria avaliar quais bacias hidrográficas precisam imediatamente não ter mais perda de água”, diz a integrante do Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela. Entrevista com Maria Teresa Viana Corujo Foto: minasempauta.com.br
América Latina: fim de ciclo?
Por Redação – 23/11/2015 Triste vitória conservadora na Argentina expõe debilidades de projeto político que marcou a região. Mas não é o fim do mundo – e talvez obrigue esquerda a saudável reinvenção…
Paris: dupla moral diante do terror
Robert Fisk, em Carta Maior François Hollande, presidente da França: empenho total nos acordos com Riad. – Com um braço, governo francês lança bombas contra o ISIS. Com outro, vende armas à Arábia Saudita, que promove guerra suja contra Iêmen e é o principal inspirador dos fundamentalistas
Dois pesos e duas medidas, não!
Por tudo isto e muito mais, nas últimas décadas, tornou-se corrente associar a violência e o terrorismo ao Islão. Porque não dar a conhecer as personalidades, os países e os movimentos muçulmanos que lutam contra o ódio e a guerra? FREI BENTO DOMINGUES O.P.
A violência nas religiões
Pe. Anselmo Borges “Santo Tomás de Aquino escreveu: “Os hereges merecem ser suprimidos do mundo pela morte.” E o ódio aos judeus. E a brutalidade da conquista da América e do tráfico de escravos. = O Alcorão prega a guerra santa contra os infiéis: “Profeta, combate contra os infiéis e sê duro com eles” (9, 73); “Infundirei o terror nos corações dos que não acreditem. Cortai-lhes o pescoço” (8, 12). E Lenoir lembra que Maomé foi ele próprio “ao mesmo tempo um chefe espiritual e político, e um guerreiro”. Participou em 60 batalhas.”
O Ocidente escolheu o pior caminho: a guerra
“O que se impõe, assim nos parece, é o reconhecimento da existência de fato de um Estado Islâmico e em seguida formular uma coligação pluralista de nações e de meios diplomáticos e de paz para criar as condições de um diálogo para pensar o destino comum da Terra e da Humanidade.” Leonardo Boff – 21/11/2015
SERVIR E NÃO SERVIR-SE
Frei Bento Domingues, O.P. 15/11/2015 “Na sua homilia, pediu ao Senhor que nos dê a graça que deu a Paulo, cuja honra era ir sempre mais longe, renunciando às regalias e às tentações farisaicas de vida dupla: apresentar-se como ministro do Evangelho, como aquele que serve, mas no fundo estar a servir-se dos outros, a exibir-se”