Democracia ou nazifascimo
Leonardo Boff, – 29/09/2018 . Imagem:IHU “Não temos alternativa senão unir-nos, para além dos interesses partidários, para salvar a democracia e não permitir que o Brasil seja no mundo inteiro considerado um pais politicamente pária”, escreve Leonardo Boff, escritor, teólogo e filósofo.
Eleições no Brasil: a necessidade de encarar as complexidades do pleito e os ataques à democracia.
Entrevista especial com Clemente Ganz Lúcio Por: Patricia Fachin | Edição: Ricardo Machado | 27 Setembro 2018 – Foto: Combate Racismo Ambiental O pleito de 2018 tem se desenrolado de uma maneira muito própria em relação aos anteriores. A avaliação é de Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos –Dieese. “Isso tudo coloca em debate alternativas que são profundamente diferentes, sendo que algumas delas estão voltadas para uma restrição ao processo democrático, às liberdades individuais, aos direitos; isso é grave. Mas faz parte do processo democrático enfrentar esse debate”, pondera, na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line.
Bolsonaro não controla mais o bolsonarismo
Willliam Nozaki – 25/09/2018 – Foto: IHU “O fenômeno virou metástase no interior do tecido social e não obedece ao comando do candidato”, escreve William Nozaki, professor de ciência política e economia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), em artigo publicado por CartaCapital, 24-09-2018.
Enquanto pastores evangélicos apoiam Bolsonaro, cúpula católica lava as mãos. Artigo de Juan Arias
Juán Arías – 21 Setembro 2018 Estaria Jesus, nestas eleições, a favor de um candidato que prega a violência como panaceia para todos os males? Indaga Juan Arias, jornalista, em artigo publicado por El País, 20-09-2018.
Guarda Civil invade centro de acolhida e agride padre Julio Lancelloti e moradores de rua
Giovanna Costanti – 15 Setembro 2018 Foto: Carta Capital – No momento do ocorrido, havia aproximadamente 30 funcionários e 400 pessoas em situação de rua acolhidas, dentre elas jovens, crianças e mulheres O tumulto começou quando guardas tentaram recolher pertences. ‘Eles bateram com cassetete e cuspiram, inclusive em mim’, conta Padre Júlio Lancellotti. A reportagem é de Giovanna Costanti, publicada por CartaCapital, 14-09-2018.
A visão apocalíptica do ‘Le Monde’ sobre o Brasil
Juan Arías – 12 Setembro 2018 Foto: Apoiadores de Jair Bolsonaro no domingo, 9 de setembro, em uma manifestação em Copacabana, Rio de Janeiro / Antonio Lacerda EFE Jornal francês afirma que o país “parece ter perdido o controle de seu destino”. É, acrescenta, “uma nação que se sente abandonada”. O comentário é de Juan Arias, publicado por El País, 11-09-2018.
‘O PSDB é um dos grandes derrotados do golpe de 2016’, diz cientista político
Rede Brasil Atual – 12 /09/2018 Foto: Geraldo Alckmin e o o entrevistado, Vítor Matchetti Professor de UFABC,Vitor Marchetti também acredita que Ciro Gomes e Fernando Haddad farão a disputa de quem vai para o segundo turno da eleição contra Jair Bolsonaro. Os resultados das últimas pesquisas de intenção de voto, divulgados pelos institutos Ibope e Datafolha na noite de segunda-feira (10), foram objeto da análise do professor e cientista político da Universidade Federal do ABC (UFABC) Vitor Marchetti, em entrevista concedida aos jornalistas Marilu Cabañas e Glauco Faria, na Rádio Brasil Atual.
“Nós contra eles” e uma eleição “de inimigos”. Que efeitos terá o ataque a Bolsonaro?
A violência política, a crescer desde 2014, é cada vez mais visível no Brasil. E os efeitos do que aconteceu ao candidato de extrema-direita, esfaqueado num comício em Minas Gerais, são imprevisíveis. MARIA JOÃO GUIMARÃES -7 de Setembro de 2018 Foto: Partidários de Bolsonaro manifestam o seu apoio SEBASTIÃO MOREIRA/EPA Com um candidato no hospital a baralhar a campanha, e o tom da sua recta final, uma eleição que já era imprevisível, como disse Eliane Cantanhede, pode agora ficar “catatónica”.
Um atentado que pode mudar o panorama político e o jogo temerário de Lula querendo manter-se candidato até o prazo do dia 11
Luiz Alberto Gomez de Souza – 07 Setembro 2018 Foto: Ricardo Stuckert “A atitude de Lula, de atrasar essa decisão até o dia 11, é um jogo temerário, baseado numa obstinação de querer manter sua candidatura até o limite possível, apostando em recursos a priori perdidos. Nisso, infelizmente, o PT mostra uma subordinação incompreensível a seu líder. Todo o processo tem se desenrolado num circuito fechado de longas conversas, na prisão, de Haddad com Lula. Dá para imaginar a impaciência de Haddad diante de um Lula empacado, que pareceria pensar antes de tudo na sua candidatura e não nas urgências de um processo com prazos cada vez mais curtos”, escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo.
Haddad conseguirá herdar votos de Lula? 5 desafios da campanha petista
Mariana Schreiber – Da BBC News Brasil – 11/09/2018 Foto: EPA /Image caption Na véspera de decisão sobre oficialização de candidatura, Haddad se reuniu com o ex-presidente Lula por horas A menos de um mês do primeiro turno da eleição (7 de outubro), o PT deve oficializar nesta terça-feira o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como candidato a presidente no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prazo foi estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na decisão que considerou Lula – condenado criminalmente em segunda instância – inelegível por aplicação da Lei da Ficha Limpa.