Boaventura: “Democratas brasileiros, uni-vos!”

  Boaventura de Sousa Santos –  11/10/2018 Três bombas-relógio estão prestes a explodir: o colonialismo, a ditadura impune e a interferência política dos EUA. Será possível desarmá-las a tempo?

CARTA ABERTA ÀS COMUNIDADES DA PARÓQUIA SÃO DANIEL COMBONI SOBRE O ATUAL MOMENTO POLÍTICO

Cláudio Bombieri, 12/10/2018  O que está em jogo nessa eleição presidencial são dois projetos distintos e antagônicos de nação, e não simplesmente uma disputa de dois políticos. Cabe a cada pessoa séria conhecer, indagar, e analisar de forma crítica as propostas que estão em disputa. Não podemos nos deixar conduzir pelas inúmeras e falsas informações (Fake news) que vêm sendo espalhadas irresponsavelmente pelas redes sociais, a não ser que reproduzam fielmente as declarações dos ‘próprios candidatos’!

A hora do Brasil

El País – 09 Outubro 2018 Foto: Fernando Haddad comemora sua ida ao segundo turno das eleições presidenciais  /Andre Penner – AP “No segundo turno, não se trata de escolher entre opções políticas e sim entre democracia ou não”, afirma editorial do jornal El País,  O próprio candidato, fala abertamente em dar um papel preponderante ao Exército e carta branca à polícia para matar. Não é possível continuar dando pouca importância a declarações inaceitáveis marcando-as como uma estratégia para ganhar eleições. Nem tudo vale”.

Os brasileiros podem salvar a democracia

  Álvaro Vasconcelos – 8 de Outubro de 2018 Foto: vitimasdoinss.blogspot.com Muitos analistas têm pruridos em designar de “fascistas” os novos partidos da extrema-direita. Umberto Eco, num discurso em Nova Iorque, afirmou que seria mais fácil identificar um partido fascista se ele defendesse abertamente as câmaras de gás, mas com Bolsonaro não é preciso tanto.

Onda conservadora leva Bolsonaro fortalecido para embate final contra PT

  Carla Jiménez – 08 Outubro 2018 Imagem: Paraíba urgente  Candidato de extrema-direita teve 46,7% dos votos contra 28,3% do petista e entra com ampla vantagem no segundo turno para se tornar o próximo presidente do Brasil. A reportagem é de , publicado por El País, 07-10-2018.

Bolsonaro em versão paz e amor e Haddad contra o velho PT na segunda volta (segundo turno)

João Almeida Moreira – 08 Outubro 2018  Foto: Gazeta do Povo O capitão do exército e o ex-prefeito de São Paulo confirmam apuramento para a eleição de dia 28 onde o principal desafio de ambos será combater a enorme rejeição que geram no eleitorado. Na segunda volta, portanto, é provável que ouçamos o improvável: Bolsonaro a defender as minorias e Haddad a atacar as más práticas do PT.

‘A maior democracia da América Latina está em perigo’, diz jornal britânico

  Rede Brasil Atual – RBA, 04-10-2018.  Na Foto: “A visão do Guardian sobre as eleições no Brasil: democracia em perigo” é o título do editorial (Foto: Reprodução) Editorial do “The Guardian” destaca eleição brasileira, violência do país e diz que comparar Bolsonaro a Trump chega a ser “gentil”. A informação é publicada por Rede Brasil Atual – RBA, 04-10-2018.

Bolsonaro x Haddad: Não existem dois extremos

Eugênio Magno – 03 Outubro 2018 –  Foto: Bolsonaro x Haddad  / Expresso Sul Bahia/ IHU “Apesar do terrorismo de mercado e da ação nefasta das aves agourentas da mídia hegemônica e do reacionarismo da classe política conservadora, o bom senso prevalecerá”, – escreve Eugênio Magno, doutor em Educação e assessor do Centro de Formação Fé e Política – CEFEP, em artigo publicado por CartaCapital.

Fé cristã e eleições 2018: em quem Jesus não votaria?

  Gilvander Moreira – 03 Outubro 2018 Foto: Jesus Cristo –  IHU / Pixabay “Enfim, Jesus de Nazaré não votaria em candidatos que usam em vão o nome do Deus da Vida e nem em candidatos que representam os interesses do capital”, escreve Gilvander Luís Moreira, Frei e padre da Ordem dos carmelitas.

Olhando para além das eleições

Luiz Alberto Gomez de Souza –  01.09.2018 Foto: Ana Volpe/ Ag. Senado “Isso coloca imediatamente o problema da governabilidade de Fernando Haddad. Que parlamento terá diante dele? Governo legítimo, contará com um legislativo favorável a reformas inadiáveis e a retomar uma política nacional de defesa de nossos interesses? A fragilidade do segundo governo de Dilma Rousseff e seu final, colocam dúvidas preocupantes”, escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo.