Que perfil um bispo deveria ter hoje? A opinião do cardeal Martini

Que perfil um bispo deveria ter hoje? A etimologia da palavra “bispo”, a sua jornada, os vícios que podem perturbar a sua missão, as relações com as más línguas, ou com o mundo midiático, ou com outras fiéis, ou com os não crentes: o cardeal Carlo Maria Martini reflete sobre tudo isso em seu novo livro, intitulado Il vescovo [O bispo] (Ed. Rosenberg & Sellier, 92 páginas).

A mudança de época

Muitos se assustam com os prenúncios de uma nova época. Falamos dos sinais dos tempos como grandes faróis. Mas logo acrescentamos o capítulo das crises de que o radar nos adverte. Quem é medroso tem receio de avançar. Preferiria a calmaria. E assim se estagna. É o marasmo.

Uma luzinha a bruxulear no Vaticano

“João Brás de Aviz, novo cardeal brasileiro, confessou ter no corpo 130 bolinhas de chumbo por causa de um tiroteio em que se viu envolvido há 30 anos.

Precisamos de uma cultura do limite…

Muitas vezes, no nosso dia dia, somos espectadores ou atores de comportamentos excessivos. Muitas vezes nos queixamos porque as pessoas não têm educação nem limites. Este texto propõe-se a refletir sobre a necessidade de uma cultura do limite!

Próxima Santa Brasileira

Serva de Deus Madre Tereza Margarida “Nossa Mãe” Entrevista com o postulador da Causa que explica todo o Processo. Por Thácio Siqueira

Religião estável e religião itinerante

1. Até ao século XVIII, a cultura ocidental situava o ser humano numa atitude de dependência em relação a Deus. Com o acontecimento das Luzes, o ser humano passa a considerar-se como a fonte de todos os valores. A partir daí, edifica livremente o seu destino e escolhe livremente aquilo em que acredita. O Cristianismo – assim como as outras religiões da transcendência – confrontou-se com uma ruptura que pôs em causa o fundamento sobre o qual se tinha construído.