Manifesto enviado por teólogos ao pré-conclave
Documento assinado por teólogos como Leonardo Boff e o bispo dom Pedro Casaldáliga começou a ser elaborado em outubro de 2012. Texto diz que “Cúria Romana necessita de uma reforma mais radical baseada nas instruções e na visão do Vaticano II”.
SÃO PEDRO, O PRIMEIRO PAPA?
Não é raro ver, nos noticiários da TV acerca do conclave a ser realizado em Roma nestes dias, a imagem de São Pedro como primeiro papa, sentado num trono e com a mitra ou a tiara na cabeça.
Contra o esquecimento do Espírito Santo – L. Boff
No artigo anterior nos esforçamos por resgatar a dimensão do “espírito” vastamente afogada na cultura consumista e materialista da modernidade.
O legado de Chávez. Ele intuiu sentimentos da periferia
“Seria pecar por superficialidade subestimar Chávez devido a seus dotes histriônicos ou descartá-lo como mais um caudilho populista latino-americano,
O esgotamento da monarquia papal
”Conceder novamente todo o seu lugar à colegialidade, tão sonhada pelo Vaticano II, seja talvez, hoje, a única maneira de reconstruir a unidade da Igreja romana
“Apostou todas as fichas no lugar errado”
Entrevista com José Oscar Beozzo* O que se pode dizer sobre o provável perfil do novo papa?
Deus não escolheu Ratzinger
Reproduzimos este artigo de José Maria Vigil, de 28 de abril de 2005, cuja reflexão volta a ser muito atual.
Os 42 anos mais sórdidos do catolicismo
Cardeais que elegerão sucessor de Bento XVI aplaudem Papa. Para Matthew Fox, não há esperanças no atual conclave; renovação cristã terá de ser reviravolta
A renúncia do papa e o fim do celibato obrigatório dos padres – Jung Mo Sung
Por que padre não pode casar? Geralmente, a pessoa que faz essa pergunta não sabe a diferença entre o clero religioso, que faz voto de castidade e assume a vida comunitária religiosa, e o clero diocesano ou secular, que não faz votos, mas é obrigado viver o celibato por uma questão de disciplina da igreja católica.
A erosão das fontes de sentido – Leonardo Boff
Já foi dito, com verdade, que o ser humano é devorado por duas fomes: de pão e de espiritualidade. A fome de pão é saciável. A fome de espiritualidade, no entanto, é insaciável.