Divorciados e o acesso aos sacramentos. O plano secreto do papa

O Papa Francisco aborda o tema da comunhão aos divorciados. O pontífice encarregou Dom Vincenzo Paglia de redigir um texto.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada no jornal La Repubblica, 25-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

De pé, em círculo, como se fosse um encontro de escoteiros. Assim o Papa Francisco recebeu nos últimos dias diversos bispos italianos em visita ad limina. Das suas vozes, um pedido explícito: encontrar novas soluções para os divorciados em segunda união, que, hoje, não são admitidos a receber a Eucaristia.

Francisco escutou em silêncio e, depois, recebendo em audiência no sábado passado Dom Vincenzo Paglia, chefe do “ministério” vaticano que se ocupa da família, dirigiu a ele o pedido dos bispos. Isso significa que, nos próximos meses, o “ministério” da família liderado por Paglia – que já está trabalhando em um texto referente aos “namorados” – deverá trabalhar na redação de um documento para encontrar “novas soluções para os divorciados em segunda união”, porque é demais o sofrimento das famílias que perderam a unidade por causa de divórcios ou separações.

O caminho parece ser o da avaliação “caso a caso”, no rastro de uma abertura já desejada por Bento XVI em uma conversa com os padres da diocese de Aosta em 2005: muitos daqueles que passaram para uma segunda convivência provavelmente contraíram um primeiro matrimônio eclesiástico “sem fé”. Nulo o primeiro casamento, eles podem voltar à prática cristã e ser admitidos à comunhão.

Entre os prelados recebidos pelo papa, também estava Benvenuto Italo Castellani, arcebispo de Lucca, que explica que, com Francisco, discutiu-se “a perspectiva de pôr em estudo, na busca de possíveis novas soluções, a situação do sofrimento das famílias que perderam a unidade, porque os cônjuges são divorciados ou recasados, assim como o esforço por um compromisso renovado da comunidade cristã para a iniciação à vida cristã das jovens gerações, associado ao zelo missionário a ser encontrado por parte dos fiéis leigos, tudo sem cair na tentação de clericalismo que pode afligir tanto os presbíteros quanto os próprios fiéis leigos”.

A Igreja está firme em 1994. À época, a Doutrina da Fé, na Carta aos bispos da Igreja católica a respeito da recepção da comunhão eucarística por fiéis divorciados novamente casados, assinada pelo cardeal Joseph Ratzinger, reafirmava o motivo da não admissibilidade para receber a comunhão: “Por fidelidade à palavra de Jesus Cristo, a Igreja sustenta que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro matrimônio foi válido”. Além disso, “se os divorciados se casam civilmente, ficam em uma situação objetivamente contrária à lei de Deus”.

Agora, alguma coisa pode mudar. Senão nos conteúdos, ao menos na forma. Além disso, é o próprio Francisco que diz no livro Cielo e Terra que “o tema do divórcio é diferente da questão do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja sempre repudiou a lei sobre o divórcio vincular, mas também é verdade que esse caso se fundamenta em antecedentes antropológicos diferentes”. Em suma, enquanto sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo a Igreja não transige, sobre o divórcio a abordagem é diferente.

Que novas medidas serão adotadas? É difícil responder. No início de fevereiro, Ratzinger ainda havia dado um sinal de abertura, assim comentado por Paglia: “O papa pediu para estudar, e os estudos continuam ou, melhor, estão até acelerados para ajudar pro veritate a compreender o que aconteceu no momento do matrimônio”, ou seja, se foi contraído fielmente à Igreja e é, portanto, anulável.

“Não é bom que se prolonguem demais os processos de nulidade somente por técnicas que poderiam ser abreviadas”. Um desejo não por acaso expressado por diversos prelados, também no Sínodo dos Bispos de outubro passado, em que o tema da família explodiu: “Mais de uma centena de intervenções – disse Paglia – mostraram que na sensibilidade dos bispos essa questão está realmente na pauta. Conforta-me ainda mais para acelerar o passo”.

Antes o querigma, depois os princípios. Primeiro, em suma, o anúncio de que o cristianismo é acolhida e misericórdia, depois os ditames. Esse parece ser o coração do novo pontificado. O que não significa negar a doutrina, mas sim ter em mente que não pode haver regras sem amor. Bergoglio, quando arcebispo de Buenos Aires, havia escrito um Vademecum para o acesso aos sacramentos, em que ele se mostrava mais condescendente para com a possibilidade de que os divorciados em segunda união se aproximassem da comunhão. E Ratzinger, no Dia Mundial das Famílias em Milão do ano passado, também dissera que “a Igreja ama essas pessoas. A grande tarefa” das comunidades e das paróquias é “fazer realmente todo o possível para que se sintam amadas, aceitas e não se sintam ‘fora'”.

Fonte:

Veja também:


PARA LER MAIS:

  • 26/04/2013 – ”Não está em estudo nenhum documento sobre a comunhão aos divorciados”
  • 24/10/2012 – Divorciados: nenhuma mudança
  • 16/10/2012 – Sínodo rompe o tabu dos divorciados
  • 12/07/2012 – ”Repensemos a posição sobre divorciados e gays”, defende cardeal alemão
  • 07/07/2012 – O cardeal de Berlim acredita que a Igreja “deve repensar” sua postura sobre divorciados e gays
  • 19/06/2012 – Divorciados em segunda união: ”Chega de conflito interior”
  • 27/03/2012 – Martini e o apelo dos divorciados: ”Que a Igreja não nos exclua”
  • 28/02/2012 – “Que a Igreja conceda a comunhão aos divorciados em segunda união”, pede teólogo alemão
  • 27/02/2012 – Teólogo alemão defende que divorciados em segunda união têm direito à Comunhão
  • 23/02/2012 – ”Somos a favor de uma Igreja que não exclua os divorciados em segunda união”
  • 22/02/2012 – Associação de Mulheres Católicas Alemãs: ação em favor dos divorciados em segunda união
  • 22/09/2011 – Divorciados em segunda união, o problema jamais resolvido
  • 06/09/2011 – “A Igreja Católica será misericordiosa com os casais de segunda união”, afirma bispo alemão
  • Respostas de 94

    1. “….muitos daqueles que passaram para uma segunda convivência provavelmente contraíram um primeiro matrimônio eclesiástico “sem fé”. Nulo o primeiro casamento, eles podem voltar à prática cristã e ser admitidos à comunhão…..”

      Esta coisa de declarar nulo o primeiro casamento não resolve nada, ao meu ver. Entre outros, porque declarar nulo um casamento é muito caro, acessível somente para os ricos.

      Depois, nem todos que se divorciaram casaram “sem fé”. Conheço 2 casos na minha família, que o casamento foi feito e vivido durante anos com muita fé. Mas após uns 12 anos, os maridos acharam de repente mais interessante de ter uma companheira mais nova e “caíram fora”. As duas mulheres ficaram sozinhas com os filhos durante anos. Depois acharam um novo companheiro e se casaram no civil porque na igreja não podiam. E assim também não podem receber os sacramentos. Onde está o amor da nossa Madre Igreja para com estas mulheres????

      Uma delas que não queria viver o segundo casamento sem a benção de Deus foi mudar para a Igreja luterana, casou lá, é ativa naquela Igreja e casado com este segundo marido faz 25 anos……

      Da para pensar!

    2. Irene, não deveríamos mais nos admirar com a posição retrógrada da ICAR, porque ela vem caminhando lá trás, mais ou menos na Idade Média. Vem vindo devagar, mas pelo menos ainda não morreu! Realmente não é fácil aceitar a injustiça da Igreja com os casais em 2ª união. Nós que estamos presenciando essa injustiça não podemos ficar caladas, pois não queremos ser coniventes com ela. O difícil é saber qual o caminho mais eficaz para essa denúncia. Aceito sugestões!

    3. Injustiça? Se o casamento foi válido, mas por algum motivo houve separação ela é aceitável. E as pessoas separadas podem comungar. A segunda união é adultério. Está no evangelho…. ou ele não vale nada?

    4. “Jesus respondeu: Moisés permitiu despedir a mulher, por causa da dureza do vosso coração. Mas não foi assim desde o princípio. Ora, eu vos digo quem despede sua mulher e se casa com outra, comete adultério.” Mt5, 8-9. Quando Jesus diz: “não foi assim desde o princípio” está afirmando que houve uma mudança no coração das pessoas, na sociedade. E como as coisas mudam! E com que rapidez. As novas descobertas da ciência, da tecnologia, fizeram com que a sociedade mudasse. Quando lemos os Evangelhos devemos reportar os ensinamentos de Jesus para os nossos dias e não nos atermos às circunstâncias da época em que Jesus viveu e ensinou. Quando o casal se separa por causa de uma terceira pessoa, isso é adultério mas no caso de uma separação por outros motivos e depois de alguns anos cada um deles entra em uma segunda união, isto não é adultério. Não devemos impor leis que foram dadas por Jesus à sociedade judia e que hoje se aplicam de uma maneira diferente. Ele lhes deu a consciência, o livre arbítrio e o Espírito Santo para que possam decidir o que lhes convém. Sobretudo não devemos julgar as pessoas em segunda união pois só Deus irá julgá-las. Tenho boas amigas que são coordenadoras de pastoral na paróquia e estão em segunda união. Vivem santamente e são exemplo de amor a Deus e ao próximo. Porque excluí-las da Comunhão? A Eucaristia é um meio pela qual recebemos de Deus graças e bênçãos; será que os casais em segunda união não as necessitam?

    5. Olá a todos…
      Ao colega Carlos, Sabemos que o adultério é pecado. Mas e quanto aos outros pecados, como por exemplo: NÃO FURTAR, NÃO MATAR E OUTROS MAIS… por que será que quem comete esses “outros pecados” podem receber A COMUNHÃO? Será que o adultério é um pecado maior? Eu creio que não temos maior ou menor pecado e sim o PECADO. Há sem falar do arrependimento e confissão ou também não é válido o arrependimento quanto ao adultério…
      ( Não jugueis para não ser julgado. E quem não pecou que atire a primeira pedra ). São palavras de JESUS. Creio também que DEUS não quer que seus filhos (EU, VOCÊ , NÓS) sofrendo, por isso que sei que errei, mas estou disposto a corrigir meu erro e construir uma nova caminhada em Jesus. E pacientemente aguardo melhorias para com a igreja (Normas e diretrizes) e os Casais Especiais e em Segunda União… Um abraço Aquiles

    6. Prezados,

      Sou separado, vivo uma segunda relação e tenho, não sem o grande sofrimento de ficar sem receber a comunhão, respeitado as orientações da Igreja que escolhi.
      Julgar se é certo ou errado acho um pouco parcial, como parcial é o próprio ser humano. Quando nos defrontamos com algum problema temos a humana tendência de procurar ver as coisas de acordo com os nossos interesses, talvez por sermos sabedores plenos das reais motivações que nos levaram àquela situação.
      Acredito, e não vai aqui nenhum ataque à Igreja, apesar de creditar uma parcela de responsabilidade a ela, que os divórcios se dão muito mais em função da precária formação doutrinária que recebemos durante a vida.
      Casa-se, ou casava-se, mais pela satisfação à sociedade do que propriamente por convicção de que, realmente, aquela pessoa que escolhemos era a que queríamos para nos acompanhar até o fim da vida.
      As recentes palavras do Papa Franciso sobre o assunto me enchem de esperança de que, um dia, eu possa, com a devida Bênção da minha Igreja, voltar a receber a Sagrada Comunhão.
      Enquanto esse dia não chega, rezo e me resigno com as consequências das minhas escolhas.
      Abraços em Cristo.
      Albi

    7. Sou de 2ª união, já próximo de 25 anos que me casei só no civil e com uma benção da Igreja Católica
      Brasileira, que não tem nenhum efeito para a Católica Apostólica Romana, mas, com certeza DEUS nos
      abençoou.
      Ao me casar já éramos em 4. Após 3 anos e meio de casamento o 3 enteado pediu para vir morar conosco
      porque temia em matar o seu padrasto, também o acolhi e ai já estava chegando o meu filho também.
      Hoje, os meus 3 enteados já casados e vivemos em harmonia e muito carinho. O meu filho hoje
      com 21 anos mesmo sendo surdo, dentro da minha comunidade eu era a catequista auxiliar, porque eu
      sabia (libras) linguagem dos sinais, caminhei com ele até a perseverança. Hoje, lógico, continua
      caminhando sozinho fiel na igreja católica.
      Às vezes me sinto triste, sim, ao participar das celebrações; me sinto: preparar um banquete e no
      momento de tomar posse daquele banquete eu não sou convidada.
      Sobre os caminhos legais para nulidade do casamento perante a igreja ele tem um custo muito caro e é
      para poucos. Tenho fé que um dia eu vou comungar, sim, em família, eu, meu marido e meu filho…
      Cida

    8. PENSO QUE TODOS OS CASAIS DE SEGUNDA UNIÃO,FIZERAM SUAS ESCOLHAS.AGORA RESTA SABER QUE UM COM SUAS ESCOLHAS IMPÔS AO OUTRO UMA VIDA QUE ELA NÃO ESCOLHEU,FALO POR MINHA EXPERIÊNCIA.MEU MARIDO QUANDO FOI EMBORA COM 27 ANOS DE CASAMENTO SACRAMENTADO; ELE ME TIROU TODOS OS DIREITOS QUE UMA MULHER CASADA TEM .DIVIDIU E DESESTRUTUROU A FAMÍLIA.FOI VIVER COM UMA MULHER JOVEM QUE NÃO O AJUDOU A CONSTRUIR NADA.LEVA UMA VIDA SEM COMPROMISSO. AGORA EU PERGUNTO SE A PALAVRA DE DEUS FALA QUE O HOMEM QUE REPUDIA SUA MULHER E SE CASA COM OUTRA ESTÁ EM ADULTÉRIO,ELE TAMBÉM ESTÁ FORA DO SACRAMENTO DA PENITÊNCIA.É COMPLICADO .MAS SALIENTANDO ACREDITO QUE ESCOLHAS SÃO ESCOLHAS E A PALAVRA DE DEUS É RETA NÃO TEM CURVA ESTA CURVA O HOMEM QUE QUER FAZER E EU NÃO CONCORDO.EU COMUNGO NÃO TROCO O BANQUETE DA VIDA E VIDA ETERNA…QUE SEJAM FELIZES MAS NÃO FOI DEUS QUE DECIDIU ESTA VIDA PARA ELES.DEUS DÁ O LIVRE ÁRBITRIO PORTANTO QUE DECISÕES SEJAM TOMADAS TENDO COMO REFERÊNCIA “A PALAVRA DE DEUS”. CÊUS E TERRAS PASSARÃO MAS A MINHA PALAVRA NÃO PASSARÁ !FELICIDADES A VOCÊS CASAIS DE SEGUNDA UNIÃO E CONTEM COM A MISERICORDIA DE DEUS……ASS…MARIA LUIZA….

    9. Quantas pessoas que vivem vidas desrregradas, com traições e maltratando esposa e filhos, mas como continuam casados tem direito a eucaristia, enquanto pessoas divorciadas e recasadas vivem vidas de respeito e amor pela igreja não são dignos a receber a eucaristia.

    10. Hoje fiquei muito triste, pois estou tentando batizar minha filha e não consigo.
      A única coisa que ouço é: sua filha não pode ser batizada aqui.
      Já estou cansada de ouvir não. Só encontro preconceito e discriminação. Eu não emtendo. Deus não discrimina ninguém. Por que a igreja descrimina?
      Eles estão representando Deus. Então o Deus deles não é o Deus que eu conheço. O Deus deles tem preconceito. Como pode um padre dizer que uma criança não pode entrar na igreja só porque os pais não podem casar? Fica aqui meu desabafo. Já chorei muito. Chega

    11. Solange Aparecida Dias, o papa Francisco já deu uma resposta pública sobre isto. Criticou os padres que fecham as portas e inventaram um oitavo sacramento. O papa sugere que os pastores tenham discernimento e não sejam escravos de normas , nem de costumes. Tranquilize. Mantenha a sua fé e esperança e logo vc vai encontrar um padre compreensivo.Importante seria que vc denunciasse a paróquia e a diocese onde mora.

    12. Sou divorciada há já 20 anos e com certeza, que me custa estar sozinha. Porém, encontrei na minha Fé à Palavra, nos Sacramento e fidelidade a Jesus, a resposta e a Força, para conseguir prosseguir. Rezei muito e senti que não se pode abrir precedentes nesta matéria:”Não é porque todos roubam que se vai legalizar o roubo…”Jesus foi bem radical e explícito quando Lhe perguntaram se alguém podia divorciar-se. Apenas respondeu que no princípio nâo era assim. A dureza do coração humano em não saber perdoar, é que leva à rotura das relações; depois, ainda acrescentou para escândalo dos que O interrogavam:Todo aquele que voltar a casar, comete adultério! Não esteve com misericórdias nem contemplações. Sabia que O iam criticar, mas não cedeu, porque está em causa a família e um juramento feito a Deus no ato da Matrimónio. Com a abertura de precedentes, começa a banalização e o que devia ser preservado, a família, entra em descalabro. Somente lhe mudam o nome! Que importa ser nulo ou não, se depois voltam a casar e os filhos nascem em uniões confusas”os meus, os teus e os nossos…” Que Deus Ilumine o NOSSO QUERIDO PAPA e o ajude a ser FIEL! Já começo a ter medo de tantos modernismos e tanta misericórdia! MISERICÓRDIA não é sinónimo de permissividade. O AMOR´À CRUZ também passa por aí. Por um BEM MAIOR, o cristão é convidado a “MORRER”, ou melhor, a ANULAR-SE! Sejamos coerentes e sensatos pois o demónio taz sempre os seus presentes envenenadoa! SER CRISTÂO NÃO È FÁCIL! É MORRER COMO O MESTRE!

    13. Sou divorciada há já 20 anos e com certeza, que me custa estar sozinha. Porém, encontrei na minha Fé à Palavra, nos Sacramento e fidelidade a Jesus, a resposta e a Força, para conseguir prosseguir. Rezei muito e senti que não se pode abrir precedentes nesta matéria:”Não é porque todos roubam que se vai legalizar o roubo…”Jesus foi bem radical e explícito quando Lhe perguntaram se alguém podia divorciar-se. Apenas respondeu que no princípio nâo era assim. A dureza do coração humano em não saber perdoar, é que leva à rotura das relações; depois, ainda acrescentou para escândalo dos que O interrogavam:Todo aquele que voltar a casar, comete adultério! Não esteve com misericórdias nem contemplações. Sabia que O iam criticar, mas não cedeu, porque está em causa a família e um juramento feito a Deus no ato da Matrimónio. Com a abertura de precedentes, começa a banalização e o que devia ser preservado, a família, entra em descalabro. Somente lhe mudam o nome! Que importa ser nulo ou não, se depois voltam a casar e os filhos nascem em uniões confusas”os meus, os teus e os nossos…” Que Deus Ilumine o NOSSO QUERIDO PAPA e o ajude a ser FIEL! Já começo a ter medo de tantos modernismos e tanta misericórdia! MISERICÓRDIA não é sinónimo de permissividade. O AMOR´À CRUZ também passa por aí. Por um BEM MAIOR, o cristão é convidado a “MORRER”, ou melhor, a ANULAR-SE! Sejamos coerentes e sensatos pois o demónio taz sempre os seus presentes envenenadoa! SER CRISTÂO NÃO È FÁCIL! É MORRER COMO O MESTRE!Se está em adultério, como pode comungar?

    14. Dona Maria Jose, com certeza durante esses anos vivida divorciada, buscou fidelidade a Deus. Fico feliz que também tenha coragem de questionar afirmações do papa Francisco. Porém, constato que a Senhora faz uma leitura um pouco fundamentalista do sentido do sacramento e até comparações agressivas ”Não é porque todos roubam que se vai legalizar o roubo…”. Porém, penso que é preciso tomar cuidado pra que nao nos tornemos triunfalistas. Em muitos momentos, Jesus foi contrario a Lei. Sempre que a Lei não favorecia o amor, não gerava vida em abundancia. Os discipulos tinham fome e trabalhar colhendo o milho não podia porque era sabado…perdoar a samaritana para o contexto da época era impensável…mas jesus ensina a misericordia…é preciso de fato, diminuir para que Cristo cresça em mim, conforme disse Paulo, Apóstolo. Cresça de fato o amor, a esperança, a nossa presença diante de Deus. Muita gente não se sente digna de comungar quando é divorciada,pois respeito a decisão da pessoa. Mas é preciso cuidar em nossa vida porque somos vulneráveis a certos esquemas…geralmente queremos generalizar a todos nossos esquemas…de fato ser cristão não é facil…ser cristão é amar e também se alimentar daquele que é o Pão vivo descido do céu. Deus aben.coe!

    15. Acabo de ler um texto Laurence Freeman, um Benedetino Inglês, que diz:
      “Jesus na última ceia deu a comunhão a todos, mesmo àqueles que o iam negar ou entregar (Pedro e Judas) e por isso não estavam em estado de graça”.
      Me faz pensar muito…….

    16. olha sou catolico praticante ou melhor dizendo era, pois fui casado durante dezoito anos, passamos por situaçoes dificeis, até que veio a traição ou seja apareceu a terceira pessoa, melhor dizendo fui trocado por um ex namorado da minha esposa, diante do acontecido optei por sair de casa, pois naquele LAR ninguem mais me respeitava, tinha atrito com esposa, filhasa e ate mesmo o genro, enfim viver dessa forma emelhor mesmo a separaçaõ, pois nao jurei a Deus aceitar traiçaõ, pois a mesma errou e nao se arrependeu, pois era aquilo que realmente ela queria, para evitar mal maior tirei meu time de campo.
      hoje frequento a catolica ortodoxia, pois nao encontrei refugio na romana, nao posso freguentar uma igreja que me nega a comunha e me condena.
      PAPA TA NA HORA DE REVER TAL SITUAÇAO.
      PAZ E LUZ PARA TODOS

    17. Realmente, depois de traídos e de todo o sofrimento que isso nos traz e aos nossos filhos, ainda sermos rejeitados pela nossa madre igreja é amargurante apesar de sabermos que Deus nos ama e não nos abadona! Esta certeza é que me conforta e mantém a alegria de viver, me ajuda na caminhada e é mais forte que as leis dos homens que devemos relativizar.

    18. Só para responder a nossa amiga Solange. Embora ela fez um desabafo, mas para dizer que quando um padre diz que seu filho(a)não pode ser batizado não é discriminação o fato é que a Igreja tem normas as quais os padres estão sujeitos.Se vc vive a segunda união se ja foi casada na Igreja não tem porque vc não batizar seus filhos…

    19. OLÁ, A PAZ DE CRISTO E O AMOR DE MARIA A TODOS

      FUI CASADO NO CIVIL 28 ANOS, MAS NÃO CASEI NA IGREJA. SEPAREI-ME POR MOTIVO TRAIÇÃO. HOJE VIVO COM OUTRA PESSOA HÁ 21 ANOS. TAMBÉM CASEI-ME NO CIVIL, PORQUE ELA FOI CASADA NA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.
      PERGUNTO:POR QUE EU NÃO POSSO CONFESSAR E COMUNGAR?

    20. Olá, a paz de Cisto a todos vocês, estou casada a 11 anos tenho 02 filhas e os padres aqui da paróquia não deixam eu comungar mais, mas será que é pecado? Pois meu marido não vai a igreja só eu e minhas filhas, me sinto muito mal, em ir e não comungar, angustiada????? gostaria de uma resposta, pois eu não posso obrigar meu marido a casar na igreja se ele não quer!!! obrigado e boa noite!!!

    21. Silvana, minha opinião pessoal: Mude de paróquia!
      Eu acho absurdo: Qualquer pessoa que peca contra qualquer um dos 10 mandamentos pode confessar-se e depois ir a comunhão. Agora você não pecou contra nenhum dos 10 mandamentos. Você somente não cumpriu uma lei da Instituição Igreja. Pelo menos eu não conheço nenhum mandamento “deves casar-te na Igreja católica”. Se você é fiel esposa do teu marido eu acho que você tem todo direito de comungar. Afinal não é o padre que realiza o sacramento do matrimônio, são os noivos, o padre é somente testemunho.
      abraço
      Irene

    22. Olha, li boa parte dos relatos…e fiquei impressionado como isso toca muita gente. Não sei o que será decidido no sínodo extraordinário sobre a família, mas estou curioso para ver as respostas de tal sínodo a toda essa chaga dos divorciados…dos sujeitos de segunda união. Muitas pessoas machucadas, feridas e angustiadas porque desejam comungar, mas não podem. Estou ansioso para saber qual será a forma como a Igreja vai integrar mais ainda os feridos da segunda união….

    23. “Jesus disse: Tomai todos e comei, este é o meu corpo que será entregue a voz, Fazei isto em memória de Mim”.

      Jesus não disse Tomai todos menos os divorciados….

      Sou triste por não poder comungar, pois fui casada por 5 anos e me divorciei pois meu ex marido não queria estar casado, fiz tudo que fosse possível para manter o casamento mesmo com tantos sofrimentos, mas enfim não deu certo. Hoje sou casada novamente, vivo uma relação muito saudável de amizade, confiança e de muita fé com meu marido, e não me sinto fazendo algo contra a Deus, pois somos felizes e continuamos com a nossa mesma índole, fazer sempre o bem sem olhar a quem.

    24. ,.
      Maria
      janeiro de 2014

      Maria

      janeiro de 2014
      Eu tambem sou muito triste por não poder comungar pois vivo com meu companheiro a 24 anos uma vida de respeito amor e muita fé .
      vamos a missa todos os domingos e por varias vezes chorei por nao poder comungar .
      peço aDeus todos os dias que eu não morra sem a comunhao.
      estou esperando em Deus.

    25. adilson fevereiro dia 17 que catolico voçeis são quando o padre abençoou seu casamento foi o proprio cristo ,o que DEUS uniu o homem não separa . se o casamento vai mal é falta de DEUS .faça o alicersse encima de uma pedra onde ovento bate e naõ derruba. SE o casal .vamos supor que um deles queira separar coisa, que não e para acontecer .separou so no civil, diante de DEUS ESTA CASADO. mas eles separam ,desde que não arrumem outra mulher ou outro homem ai podem receber os sacramento do contrario estão em pecado mortal ou adulterio seja la quem for dentro ou fora da igreja catolica.como o homem quer mudar as leis de DEUS isso é obra do satanas . mude de vida .
      LEIA URGENTE www,palavravivadedeus.com.br ou http://www.ceifadores.com.br ai voçe vai saber toda a verdade o que esta acontecendo no mundo e dentro da igreja catolica . adilson ayres manoel

    26. para que o divorcio nao virasse bagunça Deus estituiu uma regra para o divórcio e estituiu a Moisés e está em Deuteronomio. Ele diz que em caso de adultério aquele que repudiar pode se casar novamente, caindo em pecado aquele que se casar com o adultero. Tambem consta em Mateus no novo testamento. Resumindo segundo casamento não é pecado desde q obedecido a regra imposta pela bíblia ou seja por Deus e não pela CONVENIENCIA DA IGREJA

    27. Fui casada na igreja (eu não quis casar e só tinha 16 pra 17 anos, mas isso é uma longa história) e sou separada há quase 9 anos. Tenho duas filhas.
      Não há mais chance de reatar. Ele já está casado com outra pessoa há 6 anos.

      Não me uni a outra pessoa ainda, mas pretendo ter uma família sim.

      Minha maior dúvida:
      – Na minha condição (separada, porém não sou AINDA um casal de segunda união), como viver um “namoro” com outra pessoa que agrade a Deus?

      Já que, o fato de começar um namoro, já me priva de confissão e Eucaristia.
      Como deve ser vivida a sexualidade do casal (que será de segunda união, mas ainda não é, ou já é considerado assim?) que namora e que não mora junto?

      Como eles podem participar da igreja, sendo também exemplos de cristãos?

    28. Foi citado o que diz Jesus aos discípulos. Ocorre que somente pela metade, pois deixaram de citar todo o conteúdo ministrado, não pela Igreja (Noiva), mas por Jesus (Noivo). Falou dos que eram eunucos por escolha, dos que foram feitos eunucos e principalmente dos que optaram por ser eunucos para a glória de DEUS! Falou também após ser questionado pelos próprios discípulos de que naquelas condições que lhes eram impostas, preferível era não casar, então JESUS lhes disse que a poucos foi dado o entendimento. Para os que seguem o NOIVO e não a NOIVA, sugiro que após escolherem mal seus cônjuges, aproveitem para abrir mão de si mesmo e seguir a JESUS, pelo menos até que viva ainda sua cara metade, pois assim foi dito: Quem quiser me seguir, negue-se a si mesmo. Outra coisa, para quem acha que a Palavra de Deus ficou ultrapassada, lembro que DEUS não é homem para evoluir e ainda mais que os homens evoluem rumo a prostituição desenfreada, até chegar e já está muito próximo a SODOMA e GOMORRA. Agora, aconselho aos que seguem a NOIVA que não se preocupem em casar uma, dez ou mesmo tantas vezes que vierem a encontrar seus verdadeiros novos amores, até porque será impossível cometer tantos adultérios quantos comete a própria NOIVA (Igreja Católica) unindo-se a tantos espíritos diferentes a cada dia, como nos diz a Palavra do NOIVO comparando-a com uma bezerra no cio. Olhando para a parábola das dez virgens que representam os que compõem o corpo da NOIVA a espera do NOIVO, temos duas situações interessantes: 5 delas foram prudentes e ouviram e preparadas esperaram o NOIVO, enquanto que outras 5 imprudentes e desobedientes foram rejeitadas e ficaram de fora. Pergunte-se e decida enquanto é tempo: Em qual dos 2 grupos você vai se juntar?

    29. Nunca me casei pela Igreja, pois meu ex-marido era ateu e eu estava grávida.
      Tive muita pena pois o que eu mais desejava era casar pela Igreja, mas os desígnios de Deus assim não quiseram e eu aceitei com muita dor, mas sempre com muita fé.
      Sou católica e nunca me esqueci de fazer as minhas orações. Sou devota de Nossa Senhora de Fátima e Ela muito me tem ajudado.

      Vivo em união de facto, pois o meu companheiro foi casado pela Igreja e não o poderá fazer novamente. A verdade seja dita é que eu não estou interessada em casar novamente nem ele. Não entendo o porquê de certas pessoas não poderem comungar, quando temos padres pedófilos, gays, corruptos e muito mais
      e esses comungam sempre que rezam a missa? Acho que a Igreja Católica está a perder muito, por estes motivos s muitos mais.

      Para quê a confissão se não confio nos padres que são seres humanos como eu e muitas vezes mais pecadores que eu? Eu continuo a comungar sempre que me apetece e faço a confissão a Deus que vê tudo o que faço de bom e de mal, peço-lhe perdão e faço a minha penitência, que ache a mais penosa para mim. Sempre que o faço, saio cheia de alegria sabendo que Jesus está dentro do meu corpo.

      Não acredito nas penitências de 10 Avé-Marias, ou não sei quantos Pais Nossos, pois a certa altura estamos a pensar em tudo menos no que estamos a fazer, pois a repetição adormece as pessoas, passa a um rame ,rame e nada mais.

      Quando chegar a minha vez,lá estará Deus para me julgar e mais ninguém.
      Jesus quer muito mais, como bondade, ajuda a quem mais precisa, apoio aos doentes, velhinhos aos que caíram na desgraça etc. Jesus não pediu templos, pediu a toda a humanidade, humildade, amor ao próximo, paz e entendimento entre os povos e o que é que se está a ver?

      Não consigo por mais que queira, como pode o Vaticano viver num luxo que me ofende e magoa, como Igrejas suntuosas de riqueza incalculável, quando esse dinheiro deveria ser gasto com os que mais precisam. Temos milhões de crianças, homens, mulheres e idosos a morrerem com fome, doenças, sem remédios, sem abrigo, sem água e pergunto não seria melhor gastar essas fortunas na ajuda a quem precisa? Isto sim é caridade.

    30. Penso que antes mesmo de rever sua posição sobre o divórcio e a possibilidade de uma segunda união, a igreja deveria acompanhar mais de perto a própria opção de muitos casais por receber a benção do casamento. Hoje é muito fácil casar na igreja, basta que tenha sido batizado e o casal pode receber o sacramento do casamento, sem que sejam necessariamente católicos praticantes, seguidores dos ensinamentos da igreja.

      E é bonito, elegante, faz parte da tradição o casamento na igreja. Fica bem na foto. Por isso, infelizmente, acaba sendo muito mais, para um grande número de casais, apenas um ritual, uma festa, uma comemoração mais pomposa e emocionante, mas apenas mais uma entre outras tantas que hoje fazem parte dessa sociedade corrompida.

      E então, mesmo depois das juras de fidelidade e amor eterno diante do altar, o casamento de muitos não vai adiante. E isso penaliza toda uma família: esposa ou marido traído, filhos separados de um dos pais, famílias inteiras desestruturadas.

      Eu relamente tiro o chapéu para as centenas de milhares de mulheres que foram traídas pelos maridos e conseguiram criar seus filhos sob uma boa moral. E que tiveram a coragem de acreditar novamente que vale a pena e que é lindo viver a dois, depois de tanta decepção, dor e tristeza. É bem verdade que, ainda que em número bem menor, há os casos inversos, em que o homem é quem é abandonado ou trocado por outro.

      Enfim… Vaticano, penalize menos quem acredita no amor eterno e quer ser e fazer feliz e procure corrigir o erro do divórcio na sua raiz, ou seja, sendo mais exigente no processo que leva ao casamento.

    31. Annamartha, raras vezes li um texto tão sensato sobre este tema. Parabéns!

    32. Bom dia. Desde os meus 4 anos q sou catolico m tornei catequista aos 20 anos e sempre fui um membro activo participativo n minha igreja fazia parte de gropos jovenis, d conselho pastoral e d comissao d catequese, casei-m aos 27 anos, e aos 29 anos a minha ela disse q ja ñ gostava d mi, e aind antes d nos separarmos descobri q ela tinha alguem dai preferi separar-m definitivament, com iss deixei d exercer as actividds n igreja ñ comungar

    33. O amor e a misericórdia de Deus são maiores que uma norma absurda e infundada. Ir ao banquete e não participar do alimente é negar a bondade de Deus.

    34. A Igreja diz que os que vivem numa segunda união não podem participar da Eucaristia, mas alguns de seus sacerdotes vivem com família constituída e pode celebrar os sacramentos validamente.

    35. Olá, paz de Jesus e amor de Maria à todos. Hoje tenho 25 anos, e estou separada, o maior motivo da minha separação foi falta de amor. Ao perceber esse grande erro do passado me causa muita dor, pois não vivo em comunhão com a igreja, sinto carências e falta de alguém pra me apoiar, ou seja sinto falta de um namoro. Gosto de um rapaz, o amo verdadeiramente e sei que é de Deus esse amor, mas estamos impossibilitados de assumir o namoro mesmo um amando o outro porquê não teríamos o ato da confissão e nem da comunhão, confesso que não entendo porque tanta injustiça. Me manter longe do Senhor pela Eucaristia é o preço que tenho que tenho que pagar por um erro do passado? Já entrei com processo de nulidade, porém é um processo muito lento e caro demais. Até essa nulidade sair, como eu fico? Sofro dia e noite com uma angústia e me questionando porque eu errei.

    36. Sei que para quem vive o divorcio e se apaixona por outra pessoa é muito difícil, por isso que casamento é coisa tão séria. Também sou divorciada, católica e participo da RCC e o Senhor tem me dado a graça de viver a castidade, acreditando que o casamento e indissolúvel. Sei q cada um tem seus motivos e quase todos os homens querem viver de conveniência, largando suas esposas com filhos e indo atras de aventuras. A igreja precisa pensar muito antes de tomar uma decisão, pois se hoje há injustiça, amanhã ela pode está autorizando a muitos tomarem sua própria condenação. Em fim, é possível viver a castidade e testemunhar para esse mundo cheio de pecado que optar por CRISTO é felicidade plena.

    37. Minha querida irmã em CRISTO Anamartha! A paz de JESUS e o Amor de Maria! Analisando seu ponto de vista a respeito do divórcio, sendo eu um divorciado não poderia deixar de contribuir com a visão de quem está vivendo na carne esta situação. Fui o causador da derrota na minha vida conjugal, deixei minha esposa por causa de outra mulher pensando na MINHA satisfação, no MEU bem estar, no MEU amor, vivendo uma das cegueiras que mais destroem os casamentos que é tentar achar a felicidade fora do matrimônio!
      Tentei outros relacionamentos depois do divórcio, mas sempre com um vazio no coração, quando me dei por conta do tremendo erro cometido, pedi perdão à minha esposa mas era tarde pois ela já estava com outra pessoa, fiquei sem chão, sem rumo, sozinho! Na esperança de ter outra chance à dois, tentei a nulidade do casamento pensando na MINHA vontade, mas no Tribunal Eclesial o pedido de nulidade foi negado.
      Confesso que sai com lágrimas nos olhos, mas NUNCA, duvidei ou questionei a Santa doutrina da minha, Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana que é em tudo guiada pelo ESPÍRITO SANTO, na presença do Santo Padre o PAPA. A igreja não penaliza ninguém, o problema é que (O EU QUERO) esta em jogo, não o (QUE QUER JESUS), pois ele foi CLARÍSSIMO quando disse:” O que DEUS uniu, o homem não separe” ( Marcos 10, 1-12).
      E dando-me conta desta forte palavra, por intermédio do sacramento da reconciliação e pelo testemunho de vários irmãos, estou em paz novamente, pois optei por JESUS EUCARÍSTICO, vivendo em minha carne a continência e esperando do Altíssimo uma possível reconciliação com minha esposa que graças a DEUS, está novamente comungando e vivendo em continência também!

      E se por ventura não acontecer de voltarmos a viver juntos, não deixaremos de ser marido e mulher, portanto, procurarei viver minha fidelidade a CRISTO e a ela, até que o SENHOR me leve para junto dos eleitos, pois nada nesta terra poderá ser maior que o meu amor por JESUS, nem mesmo minhas vontades e desejos carnais e sentimentais. Como consigo isto? Com a ajuda de Maria Santíssima, na perseverança da oração do Santo Rosário, na leitura da Bíblia, no Jejum, na Santa Eucaristia e no sacramento da reconciliação.
      “Nosso mundo diz: ‘Felizes os que têm vida sexual bem sucedida’”. Hoje muitos imaginam que, para ser feliz, basta trocar o Evangelho pelas obras de Freud ou de seus discípulos, os livros de moralistas pelos dos sexólogos… Mas, se as pessoas são liberadas em relação à sexualidade, nem por isto são felizes, e o número impressionante dos divorciados ai está para confirmar” Salaun, Paul (p. 9s)

    38. Ando muito triste e não comprendo,
      Eu e o meu marido éramos ambos divorciados. Casamo-nos em Setembro passado, já vivíamos há 10 anos, agora queria casar-me pela igreja e não posso por que o meu marido na primeira união tinha casado pela igreja. Como fazer para que nos possamos casar pela igreja?
      Ja falei com padres e eles não aceitam.
      Que vida! Eu não quero mudar de religião.
      Ajudem-me, obrigado.
      Teresa

    39. Teresa,

      Por enquanto, até que não haja mudanças na “política” da Igreja em relação ao casamento, se, como você diz, ele foi casado no religioso, não tem jeito.
      A não ser que ele entrasse, no tribunal eclesiástico da diocese onde casou, com um pedido de declaração de nulidade do primeiro casamento no religioso.

      Vai haver um Sínodo sobre a Família em Roma, no mês de outubro. Vamos ver no que vai dar. Atualmente está havendo muitas discussões entre bispos e teólogos. o papa Francisco está querendo melhorar as coisas, cuidar também do muito divorciados cristãos cujo casamento não deu certo e que tornaram a casar.
      Viva bem o seu amor com seu marido, ponha-se nas mãos de Deus e vamos aguardar. Como milhões de cristãos recasados estão fazendo em todo o mundo. A hora é de esperança…

      João Tavares

    40. A paz de Jesus esteja sempre com vocês. Irmãos, ninguém se casa com o pensamento de separar, senão seria muita idiotice. As pessoas querem viver verdadeiramente em família, por isso é que contraem nova união, com o firme propósito de acertarem como família de Deus. Ninguém quer viver um novo compromisso civil, sem que haja boas intenções e ver sua alegrias renovadas em família. Penso assim porque sou divorciado e casado novamente. Acredito no Amor, na Misericórdia e também no perdão. Más é justo que cada denominação tenha suas regras.Agora, sejamos coerentes uns com os outros, busquemos sempre o diálogo com os padres, façamos nossa parte como Cristãos e receberemos recompensas grandiosas.Vivam sua fé e seu compromisso com a nova união e pelo amor de DEUS não pequem mais…

    41. Sou divorciado, casado pela segunda vez, e aguardo com muita ansiedade os pronunciamentos que serão divulgados no Sínodo dos Bispos em outubro deste ano. Acredito que todas as ações tomadas pela Igreja foram, são e serão instruídas pelo Espírito Santo de Deus. Ver minha Igreja tratar deste assunto com tanta seriedade e sensatez é a prova inconteste do grande amor e misericórdia divinas. Sempre que penso neste assunto me vem à mente a parábola do filho pródigo. Isto me faz acreditar que o amor do meu Pai jamais permitirá que nada nem mesmo meu querido, fiel e merecedor irmão interfira na decisão de meu pai aceitar meu arrependimento e permitir meu retorno pra casa.

    42. so tenho uma palavra quem julga afinal e deus ou os homens? se e deus deviamos podermos comungar e deus nos julgaria se estávamos cometendo erro ou nao so deus conhece o nosso coraçao eu fui ministra da eucaristia 9anos sou da pastoral da comunicaçao.pastoral litúrgica ,cpp cap nao sou leiga respeito tudo nao trai e nem fui traidamas arrastava umcasamento por 25 anos separei e agora encontrei uma pessoa e tudo mim e negado participar será isso justo e deus ou os homens .será que era melhor eu continuar fingindo .só separei e fui banida da igreja e justo isso ?/////este agora e o segundo homem da minha vida to feliz continuo catolica fiel a igreja mas impossibilitada de comungar eu choro muito mas respeito faço comunhao espiritual mas sinto falta me sinto pecadora por nao ter o direito a comungar estou fazendo parte do encontro de casais de segunda uniao.respeito mas doi muito.

    43. Uiiiii! Mas, a vida eterna não pertence à alma?, Jesus morreu na cruz por nós, não terá deixado Ele durante a Sua vida pública, ensinamentos suficientes para lutarmos pelas nossas almas podendo obter essa vida eterna após a nossa morte (corpo)? Mas, afinal!!!!!!!!Seguimos à 2000 anos os ensinamentos de CRISTO, ou na verdade são muitos “cristos” a ensinar os devidos ensinamentos universais?
      Gostaria que conscientes me ajudassem a reflectir!

    44. Liberar para segunda vai ter que liberar pra terceira… Palhaçada!!! Quem não respeita e muito menos segue o evangelho pra que se importa com o corpo de Cristo se estão pouco ligando para a palavra de Cristo??? Palhacadaaaa!!!

    45. Sonia, o seu comentário contra a liberação para segundas núpcias é o primeiro que leio que é realmente lógico. Sou a favor de “liberar para segundas núpcias” em caso que se trata de gente séria. Mas o seu comentário me fez pensar…..

    46. Fui casada por 33 anos, tive quatro filhos,hoje tenho 12 anos de separada não judicialmente para não perder meu plano de saúde pois vivia doente e desde que separei-me tenho tanta saúde que não tomo nenhum remédio meu ex maricdo me traia muito, bebia muito estou aguardando uma desição do Sinodo dos bispos, pois sou fiel á minha Igreja a quem amo e não quero perder minha comunhão diária, já apareceram várias pessoas mas como disse sou fiel á minha Igreja. Deus sabe qanto sofri.Se estivesse ficado casada com certesa estava doente ou quem sabe até morrido pois vivia doente e desde que separei-me estou em plena saúde.

    47. Sou catolica, hoje não mais praticante. Fui casada por vinte anos, fui traida, enganada, humilhada, maltratada. E hoje me sinto abandonada pela igrejaem que fui criada e acredito. Deus é amor e só sobrevivi a tudo por sua honra e graça, pelo amor que Deus Pai e nosso Senhor Jesus.
      Não consigo mudar de religião, de doutria, ainda espero que minha igreja me acolha novamente.
      Socorro Papa Francisco!

    48. Terezinha de Jesus
      1 de outubro de 2014
      Eu serei muito feliz se acharem uma soluçao para o problema dos divorciados freguentarem os Santos Sacramentos.Estamos sofrendo muito com isto.Minha filha é casada com um divorciado e como nao pode comungar ela esta muito revoltada e perdeu todo interesse pela religião.Isso me angusta muito,principalmente porque eles estao criando 3 crianças de familias diferentes.as crianças freguentam a catequese e os sacramentos, mas como explicar para eles esta situaçao?Como dar bom exemplo participando todos dos Santos Sacramentos?O interessante é que ele conseguiu o anulamento do matimonio no estado civil e embora tenha feito despesas para o anulamento do religioso ele nao conseguiu.Entao vamos continuar teno fé e esperança pra que tudo se resolva.Confio muito no Papa Francisco que ja demonstrou muita coerencia nas suas atitudes.Que jesus o abençoe e tenha misericordia de nos.

    49. Eu sou divorciado porque minha ex mulher quis se separar. Fiz tudo o que pude mas, não teve jeito. Depois de um tempo encontrei outra pessoa também separada porque o marido a traiu e depois se separaram devido a essa traição. Como eu e ela temos a consciência tranquila nós comungamos normalmente. Só deixarei de comungar se alguém me retirar da fila da comunhão. Aí provavelmente deixarei a igreja católica. Tem um padre na minha igreja que vive falando sobre isso. A verdade é que se a igreja resolver expulsar os divorciados hoje em dia, muita, mas muita gente mesmo vai deixar a igreja. A igreja católica está precisando é de atrair as pessoa e não de discrimina-las. Eu sei que Jesus foi radical em relação ao matrimônio, mas ao mesmo tempo ele disse a pecadora, vá e não peques mais!

    50. Estou muito esperançosa com essa possível mudança proposta pelo Papa Francisco. E gostaria de deixar um testemunho de fé que aconteceu comigo sobre esse assunto comunhão.
      Me divorciei e conheci meu esposo Ronis, onde estamos casados há 9 anos, depois de 6 meses já fomos morar juntos só que eu morava em uma cidade e ele em outra. Com muito medo da mudança e com medo de à nossa união não dar certo, na missa de um domingo antes de mudar pedi muito a Deus que nos abençoe e que desse tudo certo para nós, porém, fazendo minha comunhão espiritual senti muita, mais muita vontade de comungar e fiquei pensando ” não posso, meu Deus”… É continuei suplicando por nós. Faltando duas pessoas me bateu um desespero e falei para meu marido que iria comungar. Fui tremendo receber o corpo de Cristo, mas, qdo chegou a minha vez Deus mostrou que ouviu minhas súplicas. Qdo o ministro colocou a hóstia em minha mão eu a peguei e não havia só uma e sim Duas… Chorei demais meu marido até me perguntou se a ministra havia me negado a comunhão.. E eu não consegui falar só chorava. Depois disso vi que Deus quer o amor verdadeiro e estava nos abençoando.

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