O Papa Francisco aborda o tema da comunhão aos divorciados. O pontífice encarregou Dom Vincenzo Paglia de redigir um texto.
A reportagem é de Paolo Rodari, publicada no jornal La Repubblica, 25-04-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
De pé, em círculo, como se fosse um encontro de escoteiros. Assim o Papa Francisco recebeu nos últimos dias diversos bispos italianos em visita ad limina. Das suas vozes, um pedido explícito: encontrar novas soluções para os divorciados em segunda união, que, hoje, não são admitidos a receber a Eucaristia.
Francisco escutou em silêncio e, depois, recebendo em audiência no sábado passado Dom Vincenzo Paglia, chefe do “ministério” vaticano que se ocupa da família, dirigiu a ele o pedido dos bispos. Isso significa que, nos próximos meses, o “ministério” da família liderado por Paglia – que já está trabalhando em um texto referente aos “namorados” – deverá trabalhar na redação de um documento para encontrar “novas soluções para os divorciados em segunda união”, porque é demais o sofrimento das famílias que perderam a unidade por causa de divórcios ou separações.
O caminho parece ser o da avaliação “caso a caso”, no rastro de uma abertura já desejada por Bento XVI em uma conversa com os padres da diocese de Aosta em 2005: muitos daqueles que passaram para uma segunda convivência provavelmente contraíram um primeiro matrimônio eclesiástico “sem fé”. Nulo o primeiro casamento, eles podem voltar à prática cristã e ser admitidos à comunhão.
Entre os prelados recebidos pelo papa, também estava Benvenuto Italo Castellani, arcebispo de Lucca, que explica que, com Francisco, discutiu-se “a perspectiva de pôr em estudo, na busca de possíveis novas soluções, a situação do sofrimento das famílias que perderam a unidade, porque os cônjuges são divorciados ou recasados, assim como o esforço por um compromisso renovado da comunidade cristã para a iniciação à vida cristã das jovens gerações, associado ao zelo missionário a ser encontrado por parte dos fiéis leigos, tudo sem cair na tentação de clericalismo que pode afligir tanto os presbíteros quanto os próprios fiéis leigos”.
A Igreja está firme em 1994. À época, a Doutrina da Fé, na Carta aos bispos da Igreja católica a respeito da recepção da comunhão eucarística por fiéis divorciados novamente casados, assinada pelo cardeal Joseph Ratzinger, reafirmava o motivo da não admissibilidade para receber a comunhão: “Por fidelidade à palavra de Jesus Cristo, a Igreja sustenta que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro matrimônio foi válido”. Além disso, “se os divorciados se casam civilmente, ficam em uma situação objetivamente contrária à lei de Deus”.
Agora, alguma coisa pode mudar. Senão nos conteúdos, ao menos na forma. Além disso, é o próprio Francisco que diz no livro Cielo e Terra que “o tema do divórcio é diferente da questão do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. A Igreja sempre repudiou a lei sobre o divórcio vincular, mas também é verdade que esse caso se fundamenta em antecedentes antropológicos diferentes”. Em suma, enquanto sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo a Igreja não transige, sobre o divórcio a abordagem é diferente.
Que novas medidas serão adotadas? É difícil responder. No início de fevereiro, Ratzinger ainda havia dado um sinal de abertura, assim comentado por Paglia: “O papa pediu para estudar, e os estudos continuam ou, melhor, estão até acelerados para ajudar pro veritate a compreender o que aconteceu no momento do matrimônio”, ou seja, se foi contraído fielmente à Igreja e é, portanto, anulável.
“Não é bom que se prolonguem demais os processos de nulidade somente por técnicas que poderiam ser abreviadas”. Um desejo não por acaso expressado por diversos prelados, também no Sínodo dos Bispos de outubro passado, em que o tema da família explodiu: “Mais de uma centena de intervenções – disse Paglia – mostraram que na sensibilidade dos bispos essa questão está realmente na pauta. Conforta-me ainda mais para acelerar o passo”.
Antes o querigma, depois os princípios. Primeiro, em suma, o anúncio de que o cristianismo é acolhida e misericórdia, depois os ditames. Esse parece ser o coração do novo pontificado. O que não significa negar a doutrina, mas sim ter em mente que não pode haver regras sem amor. Bergoglio, quando arcebispo de Buenos Aires, havia escrito um Vademecum para o acesso aos sacramentos, em que ele se mostrava mais condescendente para com a possibilidade de que os divorciados em segunda união se aproximassem da comunhão. E Ratzinger, no Dia Mundial das Famílias em Milão do ano passado, também dissera que “a Igreja ama essas pessoas. A grande tarefa” das comunidades e das paróquias é “fazer realmente todo o possível para que se sintam amadas, aceitas e não se sintam ‘fora'”.
Fonte:
Veja também:
Respostas de 94
A união de um homem com uma mulher se dá pelo Sacramento do Matrimônio. Alguns casamentos não são “casamentos” porque não foram realizados na Igreja( Matrimônio ).
Os casais que estão em segunda união, estão indo contra a união de Cristo com a Igreja. Cristo só tem uma esposa ( A Igreja Católica ), o homem só pode ter uma esposa. Só a morte separa ( os dois viverão felizes, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza. Os filhos de Deus nascem através do Batismo. Sem o Batismo, qualquer um está no poder do diabo.
Hipócritas Não deturpem a palavra de DEUS, parem com estas heresias.
Está na Biblia Sagrada leiam, pesquisem .
No evangelho de Mateus cita claramente: O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO SEPARE
Então como alguém em sã consciência e discernimento pode achar normal alterar, deturpar adulterar a pavra de DEUS, ao seu bel prazer e achar normal e aceitável ficar trocando de esposa(o) de acordo com a sua necessidade bestial que norteia esta sociedade permissiva, corrupta.
O Diabo sabe como destruir a sociedade, ou seja basta destruir a família ou dividir esta família onde cada um faz a sua pretensa felicidade, e liberdade
è o que vemos hoje atualmente a inversão de valores a permissividade a corrupção tudo aceitável e voces ainda querem criticar a Igreja Católica. que moral tem para levantar críticas a Igreja Católica.
Boa Noite
Há 25 anos junto Claude e Ceilde vivemos em perfeita Harmonia e participamos de varias pastorais em São Paulo, junta a igreja católica, após vários aconselhamento de alguns sacerdotes e Bispos, fomos liberado a partipar também da Eucaristia, porque não achamos justo de participar de toda a festa e não poder participar do Corpo e Sangue de Cristo que o máximo da Igreja, seria a mesma coisa de ir festa e ver todo mundo festejando, e vc não pode festejar.
Todos nos somos cheio de pecado, mas a confissão junto com a comunhão somos pessoas nova novamente em Crito
Penso… que se Deus deixou a autoridade para decidir tudo dentro da igreja nas mãos do PAPA, que é o sucessor de Pedro, não devemos ter medo….Jesus disse, “Tudo que ligares na terra será ligado no céu, e tudo que desligares na terra será desligado no céu” . Se ele mesmo deixou essa autoridade é porque sabia que muitas regras podiam ser mudadas para o bem da igreja.
Sou Católico, vivo uma União com outra pessoa e não vai ser um Padre ou qualquer pessoa que não posso comungar.
Somente deixo de fazê-lo se meu Mestre Jesus Cristo diga isso. As Igrejas e Religiões são Falhas. Amo minha Igreja
mais sigo primeiramente meu Deus e Meu senhor; não regras medievais.
Sou de segunda união e tenho conciência disto. A igreja não tem culpa dos meus erros;temos k ter cuidado para k depois pessoas casem uma duas tres vezes e querem a comunhão e a igreja fica manchada pelos erros dos seus.
Agradeço e louvo ao Espirito Santo que esta iluminando o santo padre papa Francisco, para pensar nas pessoas como um todo. Na ultima ceia Jesus instituiu a eucaristia e disse comei todos. Ele não disse comei somente os puros ou seja só quem è santo. Muitos casais que vivem juntos ou em segunda união que dão melhor exemplo de vida que os casados. Muitos casais são casados bonitinho , mas não vivem o matrimônio e comungam a eucaristia. Muitos outros são casados mas não se consuma mais o matrimônio. Nós divorciados carregamos uma profunda ferida na alma: doi tanto não poder comungar que parece estar rasgando o peito. É só Jesus misericordioso para nos consolar: è uma dor muito profunda a da esclusão da eucaristiae da própria igreja. Só não desespero porque sei que a misericórdia de Jesus vai mto além de regras e doutrinas de igrejas.
Prezados amigos,
A situação dos divorciados é uma grande chaga na vida da Igreja, afirmada por Bento XVI em 2005, isso não quer dizer uma atitude hostil. Do ponto de vista pastoral uma realidade complexa, desafiante e dolorosa em manter a chama da fé: existem elementos muitos pessoais em cada matrimônio no que tange ao insucesso. Mas isso não nos dá o “direito” de uma hostilidade em relação com à Igreja.
São João XXIII nos dá uma bela imagem da Igreja “MATER ET MAGISTRA”, ou seja, MÃE E MESTRA. Por ser mãe sua atitude consiste numa acolhida e por ser mestra ela não pode omitir as verdades necessárias ao bem das almas e de todo cristão, infelizmente vivemos uma época de mudança e uma mudança de época deixando sequelas irremediáveis na vida de nossas famílias.
A mea culpa é apenas da Igreja? As engenharias sociais presente nos filmes e novelas? O que dizer sobre uma sociedade totalmente erotizada? O acesso à ponografia e ao sexo livre não corroboram para que hajam matrimônios fracassados em grande escala?
Ao invés de reivindicarmos uma luta armada e localizar um processo retrógrado a Igreja, por que não apresentemos atitudes corajosas e audaciosas? Será que não poderíamos ensinar aos nossos filhos que o amor conjugal exige responsabilidade? Os namoros que são vividos por 99% dos jovens como um pré-matrimônio com o consentimento e a omissão dos pais, fazendo de suas casas a mais absoluta negação da dimensão do matrimônio como dom, compromisso, entrega e responsabilidade?
Se não há como extirpar esse mal, podemos e temos como evitar essa prática: ensinando aos nossos filhos a beleza da vida conjugal. Evitando as realidades que menciono como uma instituição de facto de toda e qualquer informalidade e descompromisso.
Os pais devem ensinar aos filhos: o compromisso com o outro, o respeito mútuo, a complementariedade, a fecundidade como a coluna vertebral do matrimônio. Deveríamos recuperar a beleza da virgindade e da castidade não como uma ideologia, mas de uma decisão de poder viver o matrimônio como uma comunhão com e para o outro, com e para Deus e com a e para a Igreja.
Para muitos essa medida parece ser reacionária, pois se vivemos uma “modernidade dos costumes” logo se tornará caótica, cansada e deteriorada. Urge então olhar nosso coração para aquilo que julgamos superado, antiquado e obsoleto: amar o cônjuge porque ele é extensão de si mesmo, em outras palavras ACREDITAR NO AMOR.
Ofereço a cada um dos divorciados, separados a minha amizade de coração e as minhas pobres e humildes orações. Não se esqueçam de nutrir em seu coração a esperança, pois ela não decepciona! Mantenham-se firmes na Igreja, pois com seu testemunho poderão ajudar muitos casais a repensarem a forma de como vivem sua união conjugal através de sua experiência que resultará num grande testemunho e aprendizado de velar por suas famílias.
Que Deus nos guarde e nos proteja! Amém.
Ufa! As vezes pensei que estava só com essas angústias, muito me agrada estes relatos. Gostaria de encontrar uma forma de levar diretamente ao Papa estes desabafos e questões que ninguém nos responde de forma a nos convencer de que casais em 2ª união não possam receber Jesus Eucarístico. Porque não confio que os nossos bispos tenham a intenção leal de defender esta causa.
.Tinha uma namorada, depois de dois anos, deixamos de nos comunicar, pois ela morava num estado e eu em outro. Como desejava casar e voltar para minha cidade de origem, resolvi escrever para uma colega de minha namorada. Namoramos por carta, fiquei noivo por procuração e casei por procuração. Depois de 29 anos e meio de casado, ao retornar à minha cidade de origem, sonhei com minha ex-namorada, que a conheci antes da minha mulher. Fui procurá-la. Ela estava viúva e queria saber o motivo de deixarmos de nos comunicar. Estava com problemas conjugais e resolvi a separar-me, abri mão de tudo e voltei para minha ex-namorada,estamos juntos há 23,5 anos e já casamos,apenas no civil. Quero comungar, estou na espera da reunião do Papa Francisco, meu xará.
Fiquei sabendo desta proposta do papa esse ano 2014 , e meu esposo esta com processo de anulação uma vez que foi sua primeira esposa que desistiu dele , e como não fica nada barato para uma anulação da primeira união , muitos casais deixam para lá , sua vontade de seguir a igreja que foi batizada , não sei se isso é justo , estou muito decepcionada .
Bom eu me casei por motivo de gravides aos 17 anos, não convivemos nem 2 anos juntos separamos, com o passar do tempo ele se casou na igreja evangélica constituiu outra familia, eu também estou em segunda uião hoje tenho dois filhos lindos deste novo relacionamento e minha vida sempre foi muito abençoada por Deus,enquanto que o primeiro não deu nada certo a igreja para realizar o matrimõnio não exigiu nem certidão de batismo,e fico sempre a pensar que na primeira união eu nunca fui abençoada sempre tive este sentimento, e agora após 21 anos em segunda união gostaria muito sim de resolver este assunto de receber as bençãos de Deus porque nesse sim sei que é pra vida toda, mas ao procurar a igreja ela muito buracrática exige valor muito alto para anular e muito demora.
Maria Aparecida,
pergunto por pura curiosidade, e porque já me perguntaram e não soube responder: qual é o valor que a igreja exige para anular um casamento?
agradeço uma resposta
cinco salários minimos é o que sei Irene Cacais
Vejo uma situação que precisa ser vista com um olhar de pastor que quer acolher e não afugentar as ovelhas. Eu sofro com essa situação, catequista a mais de 20 anos, coordenador de pastorais e comunidades rurais, fui casado quase 18 anos, divorciei por infidelidade e estou solteiro até hoje porque não sei como será a minha vida longe da Comunhão. Não acho certo viver e conviver com esta situação por algo que pode ser revisto e mudar pondo um ponto final na solidão e na amargura de muitos casais divorciados. Queremos continuar professando a mesma fé, constituirmos novas famílias sem deixar de nos alimentar do melhor que a nossa Igreja pode nos oferecer que é a EUCARISTIA.
Se nos é dito na igreja, que a Eucaristia tem poder de cura e salvação. Sei que os de segunda união quando estão seguindo a religião eles também precisam ser CURADOS E SEREM SALVOS… Sei que é bíblico. (O que DEUS uniu, o homem não separa” ( Marcos 10, 1-12). Mas, a indiferença dói… e dói muito… Onde vemos que muitos se fazem vistas grossas por inúmeros casais irregulares que vivem na igreja… Afinal DEUS É AMOR… Será que Ele nos deixaria mudar de religião? Ou Ele nos perdoaria?
Louvado Seja nosso Senhor Jesus Cristo.!!!
Eu nunca fui casada,nem na igreja católica nem no cartório, mais estou junta com um homem faz 6 anos, pois o mesmo ja vive o segundo casamento, e hoje estamos super feliz gracas a Deus. Sempre fui uma pessoa que frequentou a igreja, o meu relacionamento com meu companheiro não impediu a minha participação na igreja, faço parte da equipe de musica, ja fui catequista animadora de comunidade,e, hoje o que eu sinto falta em mim é a sagrada comunhão em minha vida, pois desde que me relacionei, ou casei né? a 6 anos que não recebo a comunhão, sinto uma falta muito grande em minha vida, as vezes que vou a missa e não posso comungar, me sinto na verdade uma excluída. Ai eu pergunto. Que pecado que estou cometendo? Um pecado de amar uma pessoas? E, às vezes bate uma tristeza enorme. Mas Deus nunca me abandonou, sempre me dá força pra seguir em frente.Sei que o nosso Pontífice o Papa Francisco vai ter misericórdia de todos nós. Que Jesus abençoe a todos.!!!!
Sou divorciado. Me casei sem muito conhecimento das leis de Deus. Por motivo familiar resolvi me casar mesmo que o amor de minha ex-esposa não me correspondia. Lutei até onde deu, mas não foi possível continuar. Aí veio o divórcio. Agora convivo em segunda união há 12 anos e nos damos muito bem. Temos uma participação continua na igreja, participamos das missas, da consagração. Mas por consciência não participamos da eucaristia. Se Jesus disse para Pedro que é representado por papa Francisco hoje, “tudo que ligares aos céu sera ligado no céu e tudo que desligares do céu sera desligado np céu”, por esta confirmação estou a esperar que se for ligado ão céu pelo nosso papa a comunhão liberada aos casais de segunda união tenho fé e acredito que o Pai concederá esta ligação entre o céu e a terra por aquele que foi constituido para fazer esta ligação. Continuarei lutando para que o Deus que eu sirvo tenha miséricórdia de minha alma e me conceda o seu perdão. Por isto peço a vós que não julgueis para que não sejais julgados segundo seu julgamento. Antes, tenham misericórdia e orem para que Dus nos conceda a reconciliação e seu perdão: assim ganhareis o reino dos céus. Amen
Olá, para quem se interessar em ajudar ao menos me fazendo aceitar a decisão da igreja católica em nao permitir participar da santa comunhão de casais em segunda uniao.
Pois bem, eu e minha companheira a quem chamo de esposa, sem sermos casados perante a igreja nem frente a lei dos homens, vivemos uma situação extremamente delicada principalmente minha esposa diante desta proibição, somos um casal participante das missas, grupos de oração, novenas de N.Sra do Perpétuo Socorro, Desatadora dos nós, e outras atividades religiosas em casa, saimos da igreja vamos direto para nossa casa.
Não temos vícios como álcool, festas que não sejam relacionadas a igreja, mas muito nos intristece por vermos pessoas que são casadas na igreja em seu primeiro matrimônio indo na missa, comungando, e após saírem a esposa vai para casa preparar o almoço enquanto o marido vai com os amigos jogar futebol e beber chegando em casa muitas vezes embriagado e já alterado.
Pergunto:de que vale tudo isto?
Minha esposa no momento da Comunhão chora, sente falta, não se sente completa, o domingo não é domingo para ela. Aí fica a dúvida,obedecemos à igreja ou seguimos nossos corações? Afinal, Jesus veio para salvar os pecadores não é mesmo?
Boa Noite a todos, também como muitos de vós sou divorciada, voltando a trás um pouco venho de uma família de ateus que fui eu de minha própria vontade me inscrevi na catequese fiz o baptismo e 1ªcomunhão com 15 anos contra a vontade da maior parte dos meus familiares, entretanto aos dezanove estava a contrair matrimonio porque estava gravida e o padre soube e deu força ao casamento, depois de o meu filho nascer comecei a ser vitima de violência domestica e acabou o casamento quando ele saiu de casa e levou o meu filho sem me deixar ver até o tribunal me dar a custodia,só depois da separação e que consegui baptizar o meu menino, entretanto eu acredito que foi Deus que me fez cruzar com uma pessoa especial, que me juntei e trata o meu menino como filho, e agora temos uma menina, temos seguido o caminho de Cristo, são batizados andam no grupo de jovem e escuteiros religiosos, sempre os acompanhei e orgulho-me deles na fé mas é muito injusto estando ao lado deles e sentir-nos rejeitados pela nossa igreja. Afinal Deus manda-nos perdoar, dar a outra face. Eu não defendo que se deveria casar 2 vez, pela igreja só peço que não rejeitem que não tenham preconceito com quem não teve a sorte de ter um bom casamento á 1ªvez.
estamos diante de tantas realidades desde a mudança da epoca em que se faz necessario a atualizar-se para que as coisas tenham o seu sentido, quanto num tempo que os valores perdem seu significado mediante aberraçoes nossas e interpretações subjetivista nossas. O fato é que devemos entender que ninguem vai casar para separar e quando entremos numa religião nesse sentido cristianismo estamos diante de um espaço sagrado e nele nos fazemos o processo de religare e relegere, portanto não é facil ser homo religioso que busca uma ligação com seu sagrado. Podemos ver que ha fundamentos que sustenta o que se chama indisolubilidade matrimonial no cristianismo baseando no seu livro sagrada a Biblia.
Este fato não se atribua em relação ao Korao por exemplo. A Biblia sustenta a importancia de fidelidade no matrimonio a nao separação, claro muitas vezes pode se interpretar como bem me adequa, por isso que se faz necessaria realmente ver o que ela diz para seus crente. Por outro lado existe uma realidade inegavel das separações que tambem cresce devido a sociedade que vivemos, diante de perda dos sentidos e representações e que no ambito religiosa tem muito efeito no modo de pensar. O sujeito tenta manipular o seu sagrado, lhe esvaciando significados.
Este problema está em todos os aspectos de vida. Mas pense comigo, mitas vezes uma pessoa passa por dificuldade no seu trabalho, mas tenta sustentar pois é o caminho de ganha-pão. Acredito que as instituições religiosas a que vocês pertencem não vos engana quando vocês entram lhe pedindo para acolhere a abençoar seus casamentos. Por outro lado as instituições religiosas devem procurar meios de acolhimento mesmo que não sane plenamente o problema. Nessa via, apesar de ser dificil nao é impossivel, a grande dificuldade é se autenticar uma precisa desqualificar outra pois não tem como estar na mesma patamar ou igualdade.
O importante é a tomada de conciência para procurar não errar no segundo união pois algums vão para terceira e quarta união. Por outro lado procurem ter paciência para sua instituição e aguardar no Senhor. Por fim tomar a consciência e fazer mea culpa porque o desastre do fim do primeiro casamento poderia ser superado se os dois ou um dos dois tivesse lutado mais. Hoje realmente as pessoas nao querem compromisso, as pessoas nao sabem o que é amar, podemos dizer que o nosso mundo está desequilibrado.
Boa noite PADRE gostaria de uma informação quem partipa do sacramento não pode CONVERSAR com NINGUÉM TEM QUE VIRAR AS COSTAS PARA AS PESSOAS É OBRIGADO
Marta, sua pergunta não está muito clara. Se se refere à comunhão, O bom senso aconselha que quem vai comungar vá em silêncio, com simplicidade: afinal, vai se encontrar com Jesus, no pão e/ou no vinho consagrados.
Sou solteira e vou casar pela primeira vez infelizmente só no civil pois meu noivo é separado há 14 anos e ele era casado na igreja.
Mas meu maior sonho é casar na igreja e poder receber a comunhão.
Moro no interior de Garanhuns, Pernambuco e gostaria de receber uma resposta sobre esse pequeno texto.
Assinado alguém com muita esperança…
boa noite ,veja bem a fé das pesoas é o que vale,o resto pura palhaçada vc acredita em deus tudo bem otimo isso.
mas viver com quem vc nao quer ou nao da ,ai ja ser escravo e deus aprova isso? eu acho que nao: vc nao virou um bandido
por se separar. Por isso que outras igrejas sao melhores por nao olharem sex, se é casado ou nao,mas sim entra pra orar a deus o que é justo,o resto é bra bra bra bra
Algumas pessoas julgam os casais de união, como afirma o Roberto aí em cima, o julgamento tbém é um pecado, Deus deixou a igreja nas mãos do papa então sem duvida o que ele decidir tem as mãos de Deus, se temos que acreditar em o que deus uniu o homem não separa, temos tbém que acreditar que deus esta ligado ao papa,”tudo que ligares na terra ligares no céu, tudo que desligares na terra desligará no céu” pois assim esta escrito, vamos confiar e respeitar o que for decidido… que deus esteja com ele…
Lendo o texto percebe-se que há muito barulho com esse Papa ou envolvendo o nome do Papa Francisco.De 1981-1994, com a Familiaris Consortio e decisões da Congregação para a doutrina da Fé, para cá, o homem não evolui muito em sua consciência moral, aliás, relaxou. Continua tentando dissimular. Não quer compromisso,mas exige o prazer. Pouco se fala em penitência. O homem da pós modernidade quer o céu, mas não quer se sacrificar e nem obedecer. Acha que vai conseguir dobrar Deus com seus sentimentalismos. E pior, muitos bispos e sacerdotes entram nessa ciranda de roda. Como seu pai satanás, pretendem alcançar as alturas onde se assenta o Altíssimo e governar como Ele ou se possível sem Ele…
Olha acho muito humilhante ter que passar por isso. Sou católico apostólico romano batizado crismado tenho uma vida voltada para Deus. Vou a missas todos domingos rezo o terço todos os dias nas madrugadas. Vivo uma relação muito feliz com minha maravilhosa esposa ela divorciada eu já tive filhos com outra mulher. Tenho um relacionamento agradável com ela. Viver com outra pessoa não vejo mal algum. Chegamos a uma conclusão: não tinha por que viver assim sem amor, sem querer. Aí vem a pergunta: que pecado vc está cometendo se estou sendo leal a Deus sendo verdadeiro? Não estou enganando a mim nem a ninguém: vivo um outro casamento feliz e acredito que Deus sabe tudo de nós e não adianta viver em um casamento de fachada. E que o casamento ele tem validade com o amor, a compreensão, o companheirismo, a união a amizade, o respeito. Acredito que Deus nos quer ver bem e acho que temos que ter uma segunda chance, pois Deus nos ensina a sempre nos perdoar. Deus não coloca o seu filho em constrangimento, Deus quer seus filhos na casa dele felizes. Seja do jeito que for, Ele recebe vc de braços aberto pois a casa do pai é para todos, sem privar-se de nada pois assim como Maria Madalena a quem o Senhor falou: vá e não pegues mais, pois aquele que nunca errou atire a primeira pedra .
Eu era solteira, meu marido divorciado, resolvemos nos casar, mais eu queria a benção de Deus, como não podia casar na Igreja onde havia sido batizada, crismada, fui procurar uma igreja que fizesse meu casamento e nos abençoasse. Casamos na igreja presbiteriana, tive o casamento dos meus sonhos, com vestido, festa e tudo o mais, pois não havia casado antes.
Quando comecei a frequentar a igreja católica ao lado da minha casa, fomos confessar e fui conversar para tirar as minhas dúvidas com o padre da igreja. Ele foi muito claro, disse que eu estava vivendo em pecado, não poderia mais frequentar a comunhão pois pois tinha casado com um homem que já havia sido casado.
Sou casada no civil e com um homem que me respeita, somos felizes.
Então fiquei triste e revoltada, e deixei de frequentar a igreja, e fomos para a igreja da minha mãe, uma igreja evangélica, que nos aceita como marido e mulher. Eu estou feliz, mas não 100%, pois tenho algumas crenças de que não consegui me desligar. Mas preciso estar próximo de Deus.
Fico feliz de o Papa Francisco estar abrindo a igreja para nós.
Casei forçada por que estava grávida, na hora do matrimônio chorei feito um bebê quando nasce desorientado por que pouco antes durante a confissão o padre percebeu e disse para eu não casar sem AMOR, só que não tive coragem de desistir no altar, tive medo de decepcionar meu PAI e ele me desamparar! Para piorar a situação o meu marido me batia, então Fuji dele e fui embora para outra cidade ainda grávida quem amparou foi a minha sogra ai após o nascimento da nossa filha ele voltou e eu lógico aceitei só que em menos de 3 anos realmente nos divorciamos! Há exatamente 5 anos conheci um verdadeiro homem no qual assumiu a paternidade da minha filha que hoje tem 16 anos e desse amor tivemos a Outra que tem 4 aninhos. Quero e preciso celebrar esta união e voltar a ter a paz espiritual sem culpas voltando assim a comungar! Sonho meu, de meu marido, de minhas 2 filhas e toda a família!
Maria, seu caso é fácil de resolver positivamente. Você procure a sua paróquia para chegar ao tribunal eclesiástico de sua diocese. Lá será instalado um processo para anular seu primeiro casamento, pelos motivos expostos. Depois poderá casar com seu atual marido e ter acesso a todos os sacramentos de nossa Igreja. Resposta de Giba, e-mail gilgon@terra.com.br
Testemunho lindo.
Mas ter uma só mulher e um só esposo e a lei de Deus. Se o papa mudar fico acreditando que ele papo cultua outro Deus e não o meu que é único e poderoso.
Bom dia pessoal! Ultimamente tenho feito diversas leituras bíblicas e vejo que tem muita coisa pra gente aprender em todos os sentidos. Quando pararmos de questionarmos a igreja e procuramos lê a bíblia tudo fica mais claro.Preste atenção nesses versiculos: 31 Foi também dito: Todo aquele que rejeitar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio.
32 Eu, porém, vos digo: todo aquele que rejeita sua mulher, a faz tornar-se adúltera, a não ser que se trate de matrimônio falso; e todo aquele que desposa uma mulher rejeitada comete um adultério.
33 Ouvistes ainda o que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos.(Mateus 5:31-33) Viram como é totalmente diferente do que a igreja quer? A própria igreja sabe que pode sim haver o segundo casamento, mas como sempre preferem que o homem invés de se voltar para a palavra de Deus lendo a biblia, é preferível que feche os olhos e siga o mandamento da IGREJA! Sempre foi assim. Observe que fala em caso de matrimônio falso pode sim da carta de divórcio. Logo no versículo a seguir diz que não juraras falso, ou seja, prometeu ser fiel mas não cumpriu, amar e respeitar mas não cumpriu e assim várias promessas que foram em vão isso sim é caracterizado um MATRIMÔNIO FALSO! Logo casar novamente não levará ninguém ao inferno até mesmo porque foi uma ordem dada por Moisés o DIVÓRCIO e Jesus apenas confirmou, então vamos ler mais e acreditar menos nas doutrinas de igrejas, o que leva ao inferno é OMITIR ou ADULTERAR a palavra de DEUS!
A Igreja sabe tanto das escrituras e que é possível sim o divórcio, que se sentiu na obrigação de fazer uma “reforma” para um segundo casamento o nome disso na verdade não seria reforma, mas sim a verdade sobre a palavra de Deus!Por isso eu repito tenham bases bíblicas…tenham fundamentos…acordem que há tempo…para esse assunto e para muitos! Sou estudante da palavra e estou descobrindo tudo que há por trás dos bastidores!
Leiam Deuteronomio 24:1-4 e veja que é possível o segundo casamento, só não é possível o “recasamento”
Se religião é um conjunto de crenças e praticas por meio das quais tentamos entrar em contato com um ser supremo de quem nos consideramos dependentes:DEUS!…
Porque não podem os catolicos divorciados comungar?
Tenho a dizer somente o seguinte: O casamento é livre, ninguém é obrigado a casar-se. O “SIM” dado foi à Deus e não ao homem como é no civil. A Lei Divina traz as normas a serem seguidas. O divórcio não cabe na Bíblia conforme nos diz Marcos 10 (1-10).Entendo que a desobediência dos homens aos mandamentos estão fazendo o clero sob o argumento de misericórdia, deixar para as autoridades eclesiásticas a decisão de autorizar a comunhão de recasados. O PAPA E OS CARDEAIS ESTÃO RASGANDO POUCO A POUCO A BÍBLIA e daqui a pouco todos esfriarão na fé em razão de que não há mais autoridade do Sacerdote que secularizou.SIM, SIM, NÃO, NÃO.
Fui casado pela Igreja durante 17 anos,fui por motivos maiores forcado ao divorsio, voltei a casar-me, ja la vao mais de 20 anos, donde existe um filho, com todos os sacramentos catolicos, pergunto; PORQUE RAZAO A IGREJA, OS SEUS REPRESENTANTES ME RECUSAM A COMUNHAO? SERA UM NEGOCIO PARA ALGUNS PADRES E BISPOS E ARCE-BISPOS? A IGREJA CATOLICA E UMA DOUTRINA E NAO UM NEGOCIO…..SERA QUE HAVERA ALGUEM QUE ME RESPONDA AS MINHAS QUESTOES??? Continuo a ser CATOLICO e nao o renunciarei, mesmo que me neguei a comunhao na Santa missa.
Ely
eu estou casada há 40 anos. Antes de me casar estudei teologia em Roma na Universidade Greoriana (que é dos Jesuítas).
Olhe, quando eu me casei com o meu marido aqui em Brasilia na Igreja Nossa Senhora das Graças eu dei o meu “SIM” diante de Deus AO MEU MARIDO, mas não a Deus. Lembre-se que o sacramento do matrimônio é o único sacramento que não é conferido “realizado” pelo sacerdote, este somente é testemunho. O sacramento de matrimónio os nubentes conferem “realizem” um ao outro.
Li quase todos os comentários para buscar uma opinião e alguns chamaram a atenção.
Existem dois tipos de católicos: Aqueles que não sabem o significado da palavra, que casam sem saber o significado do casamento na igreja, que comunga sem saber o significado da comunhão, que pecam, que cometem adultério e continuam a comungar sem se preocupar.
E os demais, que me identifiquei na maioria dos comentários, que acredita na palavra, que busca uma resposta para injustiça de não poder comungar em uma segunda união, etc.
Pode não ter sido nossa culpa o divórcio, mas a Igreja nos impede de comungar. Não se sinta culpado, não cometa pecado e esteja bem consigo mesmo. A Igreja também busca uma resposta e reestruturação visto a evolução e se chegarem a conclusão que é permitido a comunhão em segunda união, que assim seja.
Eis o mistério da fé.
sou separado quero ser um consagrado-separado.
Eu acho que vai de cada um cada caso é diferentesl divórcio pode comungar triste é casados traíram e viverem brigando AMÉM
E como li no comentário acima Jesus veio para todos e quer os filhos felizes a igreja não se abre muito porquê ai um olho atravessado já dá divórcio
Eu achava que só eu sofria com este dilema, mas vejo que não, pois sou divorciada, sofro muitos preconceitos por parte de muitos, mas tudo esta nas mãos do Senhor Jesus em que dedico minha total confiança. Só Ele pode nos julgar.
O PAPA PODE POR ACASO MUDAR OQ UE A BIBLÍA DIZ SOBRE O DIVÓRCIO?, TERIA ELE AUTORZAÇÃO DE DEUS PARA ISSO?, ELE SE PREOCUPA COM O SEGUNDO CASAMENTO?, E OO CONJUGE QUE FOI REPUDIADO, FICA, PRINCIPALMENTE SE SEGUE A VIDA EM CELIBATO, POR ACASO DEUS APROVA A TRISTEZA DE UMA FAMÍLIA PARA ABENÇOAR OUTRA? SIM EU SOU CATÓLICA, MAS DEVEMOS OBEDECER A DEUS E NÃO AGRADAR AO HOMEM, PARA PODER ENCHER A IGREJA.