Carta de Brodowski
De 13 a 17 de Janeiro de 2010, na casa de Retiros D. Luiz Mousinho, na cidade de Brodowski, SP., na Arquidiocese de Ribeirão Preto, reuniram-se cerca de 70 pessoas do Movimento dos Padres Casados e suas Famílias, MPC, para realizarem seu Encontro Nacional bienal. 1. A mulher sustenta a vida religiosa no catolicismo. Sem ela, a Igreja sucumbe. Mantida na obediência e no serviço, não tem consciência das suas potencialidades. Por isso não ocupa nenhum posto de real poder decisório na Igreja. 2. O sacerdote direcionado para o celibato, a vida paroquial ou comunitária, tem dificuldade em compartilhar a vida conjugal. Além disso existe a questão cultural do machismo. Para ele, inserir-se na vida conjugal, familiar e profissional, é um desafio. No entanto, essa inserção o torna mais preparado para entender a problemática comum da maioria das pessoas. 3. A grande novidade foi a percepção da necessidade de rejuvenescer o grupo. Um resultado concreto foi a eleição de um jovem casal para presidir a Associação Rumos e coordenar o XIX Encontro Nacional em julho de 2012 em Fortaleza, Ceará. 4. Reafirmamos mais uma vez nosso compromisso com a linha de pensamento do Concílio Vaticano II, com o Ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a compreensão social da fé. 5. Por fim, os Participantes do XVIII Encontro Nacional, sensibilizados com o destino de seus Associados, no que se refere ao objetivo original da ajuda mútua, estabeleceram a formação de Comissões para o acolhimento de viúvas(os) e a viabilidade da contratação de um Plano de Saúde. (Carta elaborada por: Eduardo Hoornaert, Sofia Tavares, Tereza Groetelaars e Fernando Spagnolo e aprovada por toda a Assembléia)
Ata da Assembleia Geral da Associação Rumos 2010
No dia 16 de janeiro de 2010 realizou-se a Assembléia da Associação Rumos (AR) durante o XVIII Encontro Nacional de Padres Casados e suas Famílias, na Casa de Retiro Dom Luis Amaral Mousinho, Brodowski-SP. Após a abertura, sob a coordenação do Presidente da AR, Felix Batista Filho, foram discutidos e aprovados os seguintes itens 1-O recém-criado site www.padrescasados.org, com contrato e pagamento feito até setembro de 2011, ficará sob a responsabilidade do grupo de padres casados de Recife (PE), coordenado por Matthew Oliver e esposa Regina. 2-Apresentação e aprovação de contas do biênio 2008-2009, com aprovação de repasse de R$ 2.000,00 (dois mil reais) do caixa da AR para cobrir despesas deste Encontro. A coordenação do Encontro, na pessoa de Giuliana, declinou a oferta dizendo que a família Palumbo assumiria toda as despesas. 3-Feito o registro de que ainda é pequeno o número de associados da AR e assinantes do JR com apelo de que os grupos locais façam campanhas para aumentar este número. Confirmada a manutenção das seguintes anuidades- Assinatura da AR de R$ 120,00, Fundo de Reserva para ajuda mútua de R$ 12,00 e Jornal Rumos R$ 30,00.
Nova Diretoria Nacional de Rumos/MFPC, eleita no XVIII Encontro, é do estado do Ceará
Os padres casados do Ceará assumiram a Diretoria Nacional da Associação Rumos e do Movimento das Famílias dos Padres Casados (MFPC), bem como a realização do próximo encontro nacional em julho de 2012. A escolha foi feita durante a Assembléia Geral Ordinária da Associação Rumos realizada durante o XVIII Encontro Nacional das Famílias dos Padres Casados, encerrado no último dia 17 de janeiro de 2009, na cidade de Brodowski, São Paulo. O novo presidente nacional, José Edson da Silva, tomou posse juntamente com o grupo de Fortaleza, ao final da Celebração Eucarísitica de encerramento do encontro que reuniu, de 13 a 17 de janeiro, cerca de 100 pessoas na Casa de Retiros Dom Luís Mousinho, na cidade de Brodowski. O grupo do Ceará assume não só a diretoria nacional, mas também a organização do XIX Encontro Nacional.
Paulo tem muito a nos dizer hoje
Resumo da palestra do historiador Eduardo Hoornaert proferida durante o XVIII Encontro Nacional das Famílias dos Padres Casados, na Casa de Retiro Dom Luís Mousinho, em Brodowski, São Paulo. Por Eduardo Hoornaert Nos anos 40, quando o movimento de Jesus tinha apenas dez anos, os militantes cristãos de fala grega tiveram de fugir de Jerusalém após a morte de Estêvão, já que estavam ameaçados de morte por parte da linha dura do judaísmo. Eles procuraram refúgio em Antioquia da Síria, a terceira cidade do império romano, uma metrópole de intensa vida política, militar, comercial e cultural. Mas o grupo de Jerusalém, de fala aramaica, liderado por Tiago (irmão de Jesus), Pedro e João, começou a desconfiar que os ‘gregos’ de Antioquia estivessem formando núcleos, desrespeitando leis judaicas, sobretudo a circuncisão, a proibição de comer comidas ‘pagãs’ e o jejum regulamentado, sob a alegação de que esses costumes não seriam bem aceitos por pessoas de cultura grega. Efetivamente, esses ‘gregos’ adaptavam de forma natural a vida do movimento ao modo de ser de não-judeus. Estavam convencidos de seguir uma intuição do próprio Jesus, pois não poucos dentre eles tinham conhecimento do pensamento do líder galileu por ouvir falar nele ou, talvez, por ter estado com ele na Galiléia (embora a distância entre a Galiléia e Antioquia seja muito grande). Horrorizados, os líderes de Jerusalém mandaram Barnabé, um levita de Chipre, observar a situação ‘in loco’. Chegando a Antioquia, por volta de 45, Barnabé encontrou Paulo de Tarso, um fariseu recentemente convertido ao movimento de Jesus, que o convenceu de que seguir ou não seguir os ritos judeus não tinha nenhuma importância. Importante mesmo era compreender e, principalmente, ajudar a construir o projeto de Jesus. Falando assim, Paulo estava apenas confirmando uma intuição que já estava amadurecida na mente de diversos militantes em Antioquia: ‘A mensagem de Jesus é para todos os seres humanos’. Formou-se uma equipe, composta de Barnabé, Timóteo e Paulo, que empreendeu a missão da Macedônia (Tessalônica). Com o tempo, ela se perfilou como a ala progressista do movimento de Jesus (a ala grega), em contraponto ao grupo aramaico de Jerusalém. A vitória da ala grega se patenteia no fato de que todos os escritos do Novo Testamento chegaram até nós em grego, enquanto nenhum escrito aramaico ficou preservado.
XVIII Encontro reúne Famílias de Padres Casados em Ribeirão Preto – São Paulo
Padres casados e suas famílias estão reunidos, desde a quarta-feira, 13 de janeiro de 2009, na Casa de Retiro Dom Luís Mousinho, na cidade de Brodoswski, próximo a Ribeirão Preto, em São Paulo. O encontro, que conta com a presença de quase 100 pessoas, vindas de vários estados brasileiros, debate o tema mulher. A abertura foi feita pelo presidente do encontro, Mário Palumbo, e pelo presidente da Associação Rumos, Félix Batista Filho. Veja abaixo algumas fotos com momentos marcantes do nosso encontro:
Programação do XVIII Encontro Nacional das Famílias dos Padres Casados
Começa na próxima quarta-feira, dia 13 de janeiro, na Casa de Retiro Dom Luís Amaral Mousinho, em Brodowski, São Paulo, o XVIII Encontro Nacional das Famílias dos Padres Casados. O casal Mário e Margarida Palumbo, de Ribeirão Preto(SP), que cuidou de toda a preparação, organização e escolha do tema, preside o encontro. Todos os colegas padres casados e suas famílias são bem vindos para mais um encontro de convivência fraterna. Durante a realização do encontro, que reunirá padres casados de vários estados do Brasil, haverá a Assembléia Geral da Associação Rumos para escolha da nova diretoria nacional, local do próximo encontro, entre outros assuntos. Com o tema “Mulher”, o encontro dos padres casados prossegue até o domingo, dia 17 de janeiro, quando encerramos com uma Celebração Eucarística. Confira abaixo a programação do XVIII Encontro Nacional: Cronograma
Reflexões sobre o XIII Encontro em Belo Horizonte, em 2000
À MARGEM DE UM ENCONTRO Pe. Nonato Silva* Nemo de sacrificio potest iudicare, nisi artifex: Só o artífice pode julgar da arte (Cícero). Realizou-se em Belo Horizonte-MG o XIII Encontro de Padres casados. Deve-se dizer, inicilmente, que há incoerência e ilogicidade em cognominar-se “padre casado” e continuar-se chamá-lo de “ex-padre”, “ex-colega”, tanto na oralidade quanto na escrita. Se é “padre casado” tem que ser “padre” e nunca “ex-padre”. E não se deve ter vergonha ou escrúpulo de assinar-se e ser chamado “padre”, podendo adicionar à formação “padre” outros títulos ou láureas que possua. A ordenação presbiteral é igual para todos, não ocorrendo dicotomia entre padre casado e padre celibatário O Encontro, em si, va leu. Máxime no que concerne à contribuição das mulheres e dos jovens. No entanto, os aspectos doutrinários, filosóficos, teológicos, jurídico-canônicos foram fracos. Sem objetivos claros e adredemente definidos. Como a matéria estava a exigir. Em nível de que, hoje, sem rodeios, se deve propor e fazer. Com firmeza e coragem. Francamente.
ASSOCIAÇÃO RUMOS: ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
CONVOCAÇÃO O presidente da Associação Rumos, em cumprimento ao artigo 18º, inciso IV, e ao que determina o artigo 14º do Estatuto da Associação Rumos, convoca todos os associados para realização da Assembleia Geral Ordinária, que será realizada durante a realização do XVIII Encontro Nacional, no dia 16 de janeiro de 2010, às 14 horas, na Casa de Retiro Dom Luís Amaral Mousinho, Av. Papa João XXIII, 540, Brodowski, São Paulo, tendo como pauta os seguintes assuntos: 1) Prestações de contas administrativo-financeira da diretoria nacional; 2) Jornal Rumos; 3) Eleição da nova diretoria nacional; 4) Escolha do local do próximo encontro nacional; 5) Assuntos diversos. De acordo com o artigo 12 do Estatuto da Associação Rumos, a Assembleia Geral Ordinária terá início com a presença de, no mínimo, dois terços dos associados em primeira convocação e, em segunda, convocação, após trinta minutos, com qualquer número de sócios presentes. Recife, 25 de novembro de 2009 Félix Batista Filho Presidente Nacional da Associação Rumos
Ecos do Encontro de Luziânia
O Encontro de Luziânia, como todo evento, passou, deixando lembranças, para uns, fortes, para outros, vagas e, até, sem nenhuma importância, no entanto, marcando ponto na história do MPC – Movimento dos Padres Casados, não obstante sua frágil vitalidade, mas, suficiente para não o deixar soçobrar na caminhada histórica reservada para o seu carisma profético junto ao Povo de Deus. Foram três dias de convívio alegre e edificante, reunindo quase duzentas pessoas, inclusive familiares de alguns participantes, estes, na sua maioria, já conhecidos pela freqüência nos Encontros passados. O Encontro reuniu padres casados de doze Estados brasileiros, um do Paraguai, o Presidente da Federação Latino-Americana de Padres Casados Católicos e um Bispo da Igreja Anglicana, D. Sebastião Soares Gameleira, este presente em todos os atos do evento. Permito-me citar alguns dentre os presentes, com a devida vênia dos que não forem citados, sem desmerecer a nenhum destes, pois a presença de todos, por igual, valorizou o evento na sua realização histórica e fecunda, quando se preconizava anêmico, tal qual o MPC, que estaria se agonizando, sem condições de vida futura no Brasil. Aliás, por esse propósito, o signatário, com sua Esposa, Ilza Maria Sampaio Cestaro, deslocou-se destas distâncias amazônicas, ausente nos Encontros, desde o VIII, de Brasília, em 1988, sendo que, em todas as plenárias permaneceu calado, apenas, pronunciando-se, como o último da plenária final, para com a vênia dos colegas de São Paulo, protestar pela continuidade do nosso MPC, como testemunho profético do nosso carisma de padres casados, com a plenitude de nosso estado, canônico-civel, sem nenhuma redução ao estado laical, como primícias do REINO DE DEUS que está por vir e, certamente, sem tanta delonga no Seu Plano Eterno de salvação da humanidade. Nesse sentido, cumpre-me destacar o casal Ziulma e Jorge Ponciano, presidentes da Diretoria sainte, cuja atuação, se durante o biênio passado foi criticada por deixar parecer moribundo o MPC, se engrandeceu e suplantou a expectativa geral, organizando o presente Encontro no sentido de perenizar o Movimento de Padres Casados, em perfeita sintonia com o lema que o inspirou e presidiu: “AGÊNCIA DE MUDANÇA NO REINO, ESPERANÇA E REALIDADE”, com o consenso de todos os que se manifestaram sobre o assunto. A mesma referência elogiosa, também, a merece o casal Telma e Fernando Spagnolo que, conjuntamente, organizou o Encontro e teve atuação decidida nos preparativos da sua realização, fazendo-se sempre presentes em todos os momentos do evento, tanto nas reuniões de grupos e nas plenárias, que secretariaram com competência e elegância. Ambos os casais se excederam em atenção e simpatia para com todos os presentes, devendo-se-lhes, com a colaboração vigilante do Sérgio Bernadoni, de Goiânia, então, Vice-Presidente da AR, e de outros beneméritos de Brasília, o sucesso do evento à base de constante dedicação e sacrifício nos seus lazeres de família. Entre tantos outros, vale ressaltar a presença do casal Sofia e João Correia Tavares, ambos com o mérito de terem organizado e realizado o Encontro de São Luís, com uma programação magnífica, tanto na parte institucional, como sócio-recreativa, gravada em CD e exibida na primeira plenária deste Encontro, merecendo elogios da atual Diretoria e os aplausos de todos os presentes. Afora esse particular, João e Sofia, esta com a exposição de seu trabalho assistencial diuturno em São Luís, tanto no meio religioso, como fora dele, fizeram intervenções oportunas nos debates. A presença do Felix, de Recife, como memória viva de todos os Encontros, de que participou com atuação decisiva, fazendo-se notar, mais que pelo brilho de sua calvície, pelo fulgor de sua inteligência em todas as suas intervenções nos pontos mais debatidos, como ocorreu no presente. A presença do Rogério, de Salvador, que, a par de suas absorventes ocupações de advogado militante, se responsabilizou em organizar o próximo Encontro naquela Capital, não mais no meio, mas, no início do ano de 2006, compromisso que assumiu, dando certeza do seu sucesso. O casal Margarida e Mário Palumbo, de Ribeirão Preto, ele com a atuação vibrante de suas intervenções nos debates do Encontro, marcadas pela sua indisfarçável formação beneditina e pelo seu atuante espírito levítico, de profunda identidade com este signatário, se faz merecedor de destaque especial pela criação e mantença desta página eletrônica www.oraetlabora.com.br, já de conhecimento geral no Brasil e no exterior. A página, que concretizou idéia aflorada no Encontro de São Luís, é de sua exclusiva iniciativa, com custos de manutenção técnica e pessoal inteiramente às suas expensas, e a colocou inteiramente aberta ao MPC e à Associação Rumos, publicando assunto diversos em links variados, pelo que foi menção honrosa do Presidente do Encontro, no que mereceu aplausos calorosos de todos os presentes. Entre as representações regionais, merece destaque a do Paraná, não somentepela participação nos debates e pela exposição dos trabalhos de colaboração pastoral que realizam em suas comunidades, mas pelo compromisso assumido, com a aclamação geral, de presidirem a Associação Rumos e assumirem o Conselho Editorial do Jornal RUMOS. A presidência da AR ficou com o casal Altiva e Armando Holosheski, a vice-presidência com Ausília e Joarez Virgulino Aires, a tesouraria com German Calderon e Esposa, residentes em Guarapuava e Curitiba. A redação do Jornal ficou com o casal Vice-Presidente, sendo que todos se compenetraram do compromisso da continuidade histórica do MPC na destinação profética de seu carisma; e da edição bimensal ou até trimestral do Jornal, como porta-voz do Movimento dos Padres Casados e de suas atividades, quaisquer que sejam. A representação de São Paulo, com a luzidia presença do casal Rosa e Francisco Rezende, que, nos últimos quatro anos, teve a incumbência do Conselho Editorial do RUMOS, com Darcy Corazza, Fábio França, Vânia e Moisés Vilaça, ausentes, mereceu destaque especial da Presidência, pelo sucesso do seu desempenho, que lhes custou tempo precioso de trabalho e sacrifício de seus lazeres sociais, no que foram calorosamente aplaudidos. O signatário, que no arroubo de seu improviso, já citado acima, referiu-se ao distinto casal, subscritores do artigo, no Nº 187 de Rumos, propondo “repensar, reestruturar, inovar e ousar um outro mpc, com uma
Decisões da Assembleia Geral Ordinária do Encontro Nacional de São Luís, MA, 2002
DECISÕES, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS APRESENTADOS NA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO RUMOS (AR) São Luís, MA, 13 e 14 de Julho de 2002 OBS: O QUE ESTÁ EM NEGRITO FOI APROVADO PELA ASSEMBLÉIA POR MEIO DE VOTAÇÃO, TORNANDO-SE NORMA A SER INSERIDA NA PRÓXIMA REVISÃO DO ESTATUTO. Sobre o MPC/AR: 1- Necessidade de reforçar o MPC/AR buscando uma maior participação dos padres casados, principalmente buscar trabalhar com os mais novos. 2- Organizar um “site” do MPC/AR na Internet. 3- Inserir o MPC em outros “sites” da Internet, como o Partenia e o Forum de SP. 4- Fortalecer a AR, promovendo o cadastramento de seus sócios e uma contribuição -Taxa Anual – para a manutenção da mesma e de seus objetivos. 5- Taxa Anual mínima proposta é de R$ 120,00, podendo ser paga parceladamente, com possibilidades de redução ou isenção para aqueles que realmente estejam impossibilitados e que solicitarem este benefício à Diretoria. 6- Os sócios em dia receberão automaticamente o Jornal Rumos. 7- Os grupos, em particular com a colaboração das mulheres, poderão contribuir com os Encontros Nacionais, vendendo artesanato ou outros artigos durante os Encontros. 8- Necessidade de um Fundo Financeiro para os Encontros, pois as inscrições e os patrocínios nunca são suficientes para cobrir as despesas, que não deve recair sobre os organizadores. 9- Organizar um novo catálogo dos padres casados, incluindo disponibilidade para hospedagem de colegas de outras cidades. 10- Formar uma Comissão para representar o MPC/AR junto à CNBB e outras organizações. 11- Fazer nova pesquisa entre os padres casados e suas famílias. 12- Encaminhar solicitação oficial da AR para a CNBB solicitando dados sobre os padres que se afastaram do ministério. 13- Pesquisar o que os padres casados e suas famílias estão fazendo, em nome do MPC ou não, nos vários movimentos sociais e organizações. 14- Formar uma comissão para revisar os Estatutos da AR e propor mudanças, se necessário, na próxima Assembléia Ordinária. 15- Promover a aproximação do MPC com outros movimentos afins, que buscam uma renovação da Igreja. 16- Participar do Fórum Social em Porto Alegre. 17- Criar um ‘folder’ para divulgação do MPC/AR. 18- Próximo Encontro Nacional (XV) e Assembléia Ordinária da AR no Estado de Goiás, se possível na cidade de Caldas Novas, em 2004/2005. 19- Aprovados o casal Jorge e Ziulma Ponciano Ribeiro (DF) para Presidente e os casais Gill Barreto Ribeiro-Alda Divina e Sérgio-Maria da Conceição Bernardoni (GO) para Vice-presidentes. Outros membros a definir em 60 dias, conforme os Estatutos. 20- O representante do Brasil no Encontro da Federação Internacional, Madrid, setembro de 2002, será Jorge Ponciano Ribeiro, que é também Secretário da Federação Latino Americana dos Padres Casados ficando aberta a possibilidade de outros interessados participarem também, até ao número de três. Francisco Muniz de Medeiros, de João Pessoa, mostrou-se interessado em participar e sua proposta foi aceita. 21- Apresentação da conclusão da reunião das mulheres presentes ao Encontro. 22- Aprovada a Carta de São Luís, do XIV Encontro Nacional do MPC. 23- Agradecimentos ao colega Frans Gistelinck que, a pedido do Presidente cessante João Tavares, conseguiu da Abadia Trapista de Westmall uma ajuda financeira importante para o XIV Encontro. Sobre o Jornal Rumos: 1- Apresentada a “Proposta de Renovação do JR (da equipe de SP – Conselho Editorial), pelo Francisco Resende, que serviu de base inicial para as discussões sobre o JR. 2- O JR deve manter-se como órgão representativo do MPC/AR, buscando divulgar a opinião dos seus membros sobre temas atuais e de interesse geral, sob a perspectiva da ética, da teologia, que possam contribuir para o crescimento do Reino de Deus. 3- O Jornal deve ser representativo do MPC para ‘dentro’ e para ‘fora’, mantendo a linha editorial, ampliando espaço para temas sócio-político-pastoral e para notícias e testemunhos dos vários grupos de Padres Casados nacionais e internacionais. 4- O JR é o carisma do MPC, e os padres casados devem assumi-lo como seu ministério, visando o leigo engajado e sua formação evangélica. 5- Reconhecimento de que no seu ‘todo’ a proposta de renovação do JR é riquíssima, principalmente a implementação do JR como porta-voz do MPC para o Povo de Deus. 6- O Jornal pode adotar uma linguagem mais acessível a outros leitores, facilitando um maior interesse por outros grupos e consequentemente uma maior divulgação. 7- O Jornal deve trazer questões políticas, não só, mas principalmente por ocasião de eleições e abrir espaço para discurso da geração de padres casados emergentes e para discurso feminino. 8- Vender ou distribuir o JR, nas Igrejas, para o Povo de Deus. 9- O J.R. continuará a ser editado e distribuído pelo grupo de São Paulo. 10- Formação de um Conselho Editorial Nacional, com participação de um membro do grupo de São Paulo, com participação preferencial de Teólogos e Jornalistas. Alguns nomes sugeridos: Eduardo Hoornaert (BA), Lauro Mota (CE), Felix Galvão(PE), Gil Barreto (GO), Luis Guerreiro (DF), dentre outros. 11- O JR deve ter um ‘ombudsman’. 12- Manter o expediente de assinaturas, exceto para os sócios do MPC/AR com o pagamento da taxa anual/mensal em dia. 13- Quanto às finanças, mais uma vez colocado que as assinaturas não sustentam o JR, sendo que o balancete deste período de 2 anos e meio, apresenta um saldo negativo de R$ 1.843,16 (até a edição 176), arcado majoritariamente pelo Mauro e a Regina e mais as despesas da Edição 175 (comemorativo dos 20 anos do Jornal) assumido pelo Francisco e Rosa Resende a alguns membros do Conselho Editorial. 14- Reforçada a necessidade dos sócios assumirem o financeiro do JR, como um órgão representante do MPC/AR, além de se buscar patrocínios e contribuições de Sócio Benfeitor. 15- O JR deve ter um diretor de ‘marketing’. 16- Muitos agradecimentos e reconhecimento pelo trabalho da equipe de São Paulo – Conselho Editorial do JR. Comunicações: 1- Frei Marcelino (CE) – existe jurisprudência que possibilita os padres que se afastam do ministério a pedirem indenização à Igreja, por tempo de serviço prestado no ministério. 2- Guerino (SP) – a CNBB tem um projeto denominado SIM