O “tribunal” que reviu a história colonial da Nova Zelândia e unificou o país
Desde 1975, o arquipélago do Pacífico disseca sem tabus o seu passado colonial e tenta reparar os danos culturais e econômicos causados à população Maori. Por Ulysse Bellier – 02 de agosto 20 Cento e cinquenta anos atrás, era estritamente proibido ensinar a língua Maori nas escolas da Nova Zelândia; hoje, o reo Maori é a segunda língua oficial do país, está estampado nas fachadas dos órgãos administrativos e tornou-se um motivo de orgulho nacional .
Por uma Comissão da Verdade do Genocídio Indígena
Leonardo Barros Soares – 10 Agosto 2020 – Foto: José Cruz/Agência Brasil “Quando novamente for possível respirar politicamente no Brasil, será necessário pensar no procedimento para a responsabilização penal dos militares que estão se ‘associando ao genocídio’ promovido pelo governo Bolsonaro. Creio que será necessária a instalação de uma nova Comissão Nacional da Verdade, desta feita dedicada a apurar as condutas dos agentes públicos com ou sem farda durante o período pandêmico no país”, escreve Leonardo Barros Soares, psicólogo, mestre e doutor em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais.