Como Haddad e Bolsonaro pretendem enfrentar a desigualdade?
Carlos Drummond – 23/10/2018 – Foto: Tuca Vieira / Oxfam Brasil O eleitor liberto, ainda que por um momento, da manipulação das redes sociais e da mídia e disposto a comparar a parte econômica dos programas dos candidatos a presidente encontrará um contraste tão descomunal que provavelmente vai concordar com o economista Thomas Palley, Ph.D. por Yale e coordenador em Washington do projeto Economia para Sociedades Democráticas e Abertas, que diante da preferência por Bolsonaro escreveu: “O Brasil está caindo sob o feitiço político do mal. É como se eleitores caminhassem tal qual sonâmbulos rumo à destruição da democracia brasileira. Sob a influência do feitiço, tornaram-se cegos para a verdade sobre a política brasileira”. A reportagem é de Carlos Drummond, publicada por CartaCapital, 23-10-2018.
O ódio saiu do armário. Entrevista especial com Adriano Pilatti
Por: Ricardo Machado | 24/10/2018 – Foto: Bahia na Política “O que temos vivido há anos é um processo de normalização do ódio político”, aponta, sem mais delongas, Adriano Pilatti em entrevista por e-mail à IHU On-Line. “O que está em erupção hoje é fruto de anos de disseminação de discursos de ódio: contra os pobres, contra as mulheres, contra os negros, os LGBTs, os ‘vagabundos’, os ‘corruptos’, os ‘comunistas’, os ‘petralhas’, a religiosidade afro-brasileira e os próprios direitos humanos em abstrato. É fruto de ressentimentos de classe e da ignorância de uma elite iletrada, tosca”, complementa.