A Santa Sé e os arquivos sobre a ditadura argentina

 Eis por que é importante fazer luz sobre o período de juntas militares no país latino-americano (1976-1983). LUIS BADILLA – 20/03/2016  – Foto: Manifestação de protesto das famílias dos desaparecidos.  “… por que não abrir os arquivos no caso de outros Países, como o Chile, o Brasil, a Bolívia, o Paraguai, o Uruguai, o Peru, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Cuba … e assim por diante. A abertura no caso da Argentina é um precedente que poderia incentivar pedidos similares por parte de outros Países da região e aos quais seria difícil dar uma recusa.

Foa: os atentados e os “erros de que ninguém fala”

Entrevista com o diretor do grupo editorial suíço Corriere del Ticino Ti-Media, um especialista em política internacional e de comunicação  Andrea Tornielli – 23/03/2016 – Roma Foto: LaPresse –  A Torre Eiffel iluminada com as cores da bandeira belga, uma homenagem às vítimas dos atentados em Bruxelas.  “Admito que a pergunta seja incômoda, que possa parecer até escandalosa logo a seguir aos sangrentos atentados de Bruxelas, mas não acho certo deixá-la para depois: será que o terrorismo de hoje não foi, pelo menos parcialmente, provocado pelas nossas escolhas erradas?”.

Para historiador, corrupção é regra na relação entre governos e empreiteiras

Marcelo Freire – 24/03/2016 – Do UOL, SP “Para sobreviver nesse campo, já fiz. Agora se você me perguntar quando e com quem, eu não vou dizer nunca”, disse o empresário Emilio Odebrecht em entrevista à “Folha de S.Paulo”, em 1994, admitindo que já havia cometido irregularidades, como pagar propinas, durante a trajetória da empreiteira.