UGANDA: suspenso padre que contesta o celibato. Porque: “CRIA ÓDIO contra a igreja.”
O celibato dos padres católicos é “mais uma imposição do que uma escolha livre, e seus efeitos não são nada positivos.” Isto foi escrito, preto no branco, pelo Pe. Anthony Musaala, sacerdote ugandês, numa longa carta aberta, enviada em 12 de março aos bispos, religiosos e leigos para sugerir o início de uma reflexão interna sobre o “fracasso do celibato entre os padres diocesanos”, “que poderiam se tornar felizes no casamento, antes ou depois da ordenação, em vez de viverem tristes e sozinhos.”
O silêncio da alma: porque o Ocidente esqueceu seus místicos. Entrevista com Marco Vannini*
As poucas noções que eu sei sobre a mística, eu as aprendi do padre Pozzi, que eu encontrei em Lugano há alguns anos e que me explicou em que consistia a liberdade de certos santos. E também as obtive das poucas vezes que vi Raimon Panikkar que, se quisesse, teria trazido mais pessoas para as ruas do que Beppe Grillo. Era comovente ouvi-lo falar.
[Novo papa] Periferias existenciais
Só faltou Roberto Malvezzi lembrar de uma grande e significativa periferia existencial na Igreja: os cerca de 150.000 padres casados. Que deixaram o ministério, não o sacerdócio. Pessoas em geral muito bem formadas e sérias, muitos deles cheios de fé, de capacidade e de boa vontade para darem sua ajuda na Pastoral e nos vários serviços na Igreja.