A volta de Jesus
Sem chamar a atenção, Jesus voltou à Terra em dezembro de 2010. Veio na pessoa de um catador de material reciclável, morador de rua. Comia prato feito preparado por vendedores ambulantes ou sobras que, pelas portas do fundo, os restaurantes lhe ofereciam.
Natal novo e feliz
O Natal não é o aniversário do nascimento de Jesus, visto que ninguém sabe o dia exato em que ele nasceu. Os cristãos antigos transformaram a festa do solstício do inverno na festa do nascimento de Jesus para testemunhar que, através de Jesus, o próprio Deus veio assumir nossa história e trazer ao mundo o seu projeto de paz, justiça e amor.
Concílio mudou o rosto da Igreja
Num debate promovido esta sexta-feira pela Renascença, refletiu-se sobre o contexto em que ocorreu o Concílio Vaticano II, a forma como foi visto também em Portugal, o que fez desde logo mudar na Igreja.
NATAL – O Senhor se aproxima
Padre Raniero Cantalamessa indica os leigos como novos evangelizadores CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 dezembro de 2011 (ZENIT.org) – Em sua quarta predicação do Advento, pronunciada esta manhã, diante do Papa Bento XVI; Pe. Raniero Cantalamessa explicou como reacender a fé nos corações dos homens e indicou os leigos como protagonistas da Nova Evangelização.
NATAL: JESUS OU PAPAI NOEL?
Aproxima-se o Natal. Curioso como, numa sociedade tão laicizada como a nossa, na qual predomina a tendência de escantear a religião para a esfera privada, uma festa religiosa ainda possa constituir um marco no calendário dos países do Ocidente.
Natal de antigamente: velho e sempre novo
Venho de lá de trás, dos anos 40 do século passado, num tempo em que Papai Noel ainda não havia chegado de trenó. Nas nossas colônias italianas, alemães e polonesas, desbravadoras da região de Concórdia-SC, conhecida por ser a sede da Sadia e da Seara com seus excelentes produtos de carne, só se conhecia o Menino Jesus.
Jesus não fundou uma religião
Ainda hoje, é comum confundir a mensagem de Jesus com alguma doutrina religiosa. Por isso, os caminhos se estreitam, e perde-se o sentido originário de sua palavra. As palavras de boa nova se transformam em credo, na tentativa de manter o controle institucional de sua mensagem. Uma infeliz realidade que se iniciou com Constantino Magno, no século IV, ao fazer do cristianismo a religião oficial do império romano.