Uma revolução dentro da evolução
“O cristianismo se inscreve também dentro desta utopia. Com a diferença de que não se trata mais de uma utopia mas de uma topia, vale dizer, de um evento benaventurado e inaudito que irrompeu dentro da história. O testemunho mais antigo do paleo-cristianismo é este: ”Christus ressurrexit vere et aparuit Simoni”(Lc 24,34): “Cristo ressuscitou verdadeiramente e apareceu a Simão”.”
Sexta-feira Santa
Cristo crucificado. A morte de Jesus é o principal evento relembrado na Sexta-feira Santa. 1632. Por Diego Velázquez, atualmente no Museu do Prado, em Madri, naEspanha. Sexta-feira Santa é uma festa religiosa cristã que relembra a crucificação de Jesus Cristo e sua morte no Calvário. O feriado é observado sempre na sexta-feira que antecede o Domingo de Páscoa, o sexto dia daSemana Santa no cristianismo ocidental e o sétimo no cristianismo oriental (que conta também o Sábado de Lázaro, anterior ao Domingo de Ramos). É o segundo dia do Tríduo Pascal e pode coincidir com a data daPáscoa judaica1 2 3 . Este dia é considerado um feriado nacional em muitos países pelo mundo todo e em grande parte do ocidente, especialmente as nações de maioria católica.
Mudar radicalmente a religião
Frei Bento Domingues, O.P – 22 fevereiro 2015 1. Não tive condições para seguir as cerimônias que envolveram a nomeação dos novos “príncipes da Igreja”. Um amigo, pouco dado a críticas à hierarquia eclesiástica, manifestou-me, no entanto, o seu desapontamento.
Fundamentalismo do Ocidente e do Extremo Ocidente
” Os dois Ocidentes imaginam-se os melhores do mundo: a melhor religião, a melhor forma de governo, a melhor tecno-ciência, a melhor cosmovisão. Isso constitui uma forma de fundamentalismo que sugnifica: fazer de sua verdade a única e impo-la aos demais. Essa arrogância está presente no consciente e no subconsciente dos ocidentais.”
“O Islã ainda espera a sua revolução cultural.”
A cultura do encontro proposta pelo Papa Francisco na Evangelii Gaudium é a chave para uma relação fecunda entre Islã e Ocidente. Mas o mundo muçulmano é chamado para fazer uma revolução cultural para se reconciliar com a modernidade e rejeitar com clareza as sereias do fundamentalismo e da violência.
Um caminho para as três religiões
“Temos falado demasiado e não sabíamos o que dizíamos: palavras como armas, palavras de guerra, desprezo lançado para o Islã… Temos desfigurado uma religião, o Islã, deixamo-la confundida com extremismos que fazem referência a ela, mas que não são muito diversos daqueles presentes ainda hoje em diversas religiões e em ideologias não religiosas”, escreve prior e fundador da Comunidade de Bose, em artigo publicado pelo jornal La Stampa, 18-01-2015. A tradução é de Benno Dischinger.
Para além do “Je suis Charlie” e do “Je ne suis pas Charlie”
É preciso superar a ideia de se posicionar simplesmente no afirmar (Eu sou Charlie) e negar (Eu não sou Charlie), pois o que está em jogo não são simples percepções ideológicas, mas o futuro da humanidade.
Ecumenismo: entre memória e futuro, a novidade de Francisco
Vittoria Prisciandaro – Terça, 20 de janeiro de 2015 O ano que recém-começou se preanuncia como a vigília de dois eventos que poderia marcar uma reviravolta nas relações entre as Igrejas cristãs: o Concílio pan-ortodoxo em 2016 e o Jubileu da Reforma em 2017.
Discurso do Papa no encontro inter-religioso no Sri Lanka
Francisco pede para as comunidades religiosas viverem plenamente os princípios da paz e da convivência e denunciarem os atos de violência O Santo Padre Francisco participou de um encontro inter-religioso na sua primeira jornada no Sri Lanka. Publicamos a seguir o seu discurso:
Je suis Charlie Hebdo: milhares de pessoas se manifestam em todo o mundo
Reações ao atentado cometido por comando extremista tomam conta do planeta