Tsai vence Han nas eleições em Taiwan e derrota também Chiang e Mao

Leonídio Paulo Ferreira – 10 Janeiro 2020  Tsai Ing-wen – © EPA/HOW HWEE YOUNG Presidente confirmou favoritismo na ida às urnas deste sábado, e a recuperação da sua popularidade teve muito que ver com protestos anti-chineses em Hong Kong, prejudiciais à ideia de um país, dois sistemas. Reunificação ambicionada por Pequim seria mais fácil se favoritismo inicial de Han Kuo-yu, candidato do Kuomintang, se tivesse mantido.

70 anos da República Popular da China: quão comunista ainda é a segunda maior economia do mundo

Veronica Smink – BBC News Mundo Direito de imagem GETTY IMAGES – Image caption – Em outubro de 1949, Mao Tsé-tung proclamou a República Popular da China (RPC), com base nas teorias de Marx e Lenin Há 70 anos, o Partido Comunista assumiu o poder na China, encerrando uma longa guerra civil, e seu líder, Mao Tsé-tung, anunciou o nascimento de uma nova nação: a República Popular da China.

Os 70 anos da Revolução Comunista na China. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

EcoDebate – 28 Setembro 2019 – Foto: Daqui  “O governo deXi Jinping deseja comemorar os 100 anos do PCC em 2021 e tem um plano para fazer da China o país mais avançado do mundo até 2049, quando do aniversário de 100 anos da Revolução Comunista. O plano tem parte de uma realidade que o país já é a fábrica do mundo e a campeã da produção de bens manufaturados. Com a política ‘Made in China 2025‘ o país pretende alcançar a produção de bens mais sofisticados e de maior valor agregado, se igualando na liderança da ciência e da tecnologia.

Guerra comercial: por que Trump vai perder

Paul Krugman – 14/08/2019 Foto: Trump – Foto Divulgação Nobel de Economia analisa: EUA já usaram todas as suas armas; a China, quase nenhuma. Pequim não quer o conflito – mas pode, se provocada, humilhar o adversário. Parvo, presidente perde-se em retórica oca e contradições.

China desafia Trump, afunda o yuan e desencadeia o medo de guerra cambial

Wall Street vive seu pior dia do ano e bolsas de valores em todo o mundo caem após o presidente dos EUA acusar Pequim de “manipular” sua moeda LUIS DONCEL |SANDRO POZZI – 05/08/2019 Foto: Notas de 100 yuanes / Roman Pilipey (EFE) O roteiro está sendo cumprido passo a passo. A ameaça de conflito comercial é agora seguida pelo risco de guerra cambial. A sequência dos últimos dias não deixa dúvidas: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avançou na quinta-feira para o choque comercial com o anúncio de novas tarifas para produtos chineses no valor de 300 bilhões de dólares (1,19 trilhão de reais) a partir de setembro.

Por que Trump não é um verdadeiro populista?

Ele parece determinado a trair sua base.  Paul Krugman – 17 de junho de 2019 Tradução: Orlando Almeida Foto: Apoiadores do Trump no mês passado num comício na Pensilvânia /   Eric Thayer para o New York Times “Eu amo as pessoas com pouca educação”.  Assim declarou Donald Trump em fevereiro de 2016, após uma vitória decisiva nas primárias de Nevada. E as pessoas com pouca educação retribuem esse amor: brancos sem um diploma universitário são praticamente o único grupo no qual Trump tem mais de 50% de aprovação.

A força de Xi Jinping e a busca chinesa pela liderança global no século XXI

José Eustáquio Diniz Alves – 17 Janeiro 2019 Foto: Wikipedia  “Toda esta estratégia chinesa para alcançar a paridade ou superar os Estados Unidos como a superpotência global depende de dois fatores básicos: 1) altas taxas de poupança e investimento e 2) superávits comerciais e em conta-corrente como fonte de recursos para ampliar a presença no mundo”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 16-01-2019.

O sonho de Xi, o pesadelo de Trump

Juan Manuel Karg – 12/01/20119 Imagem: Cambio politico  O ano de 2019 começou com força para a República Popular da China: aterrissou na parte escura da Lua, aquela que não é visível da Terra, algo que ninguém havia conseguido anteriormente. É um fato sem precedentes para um país que entrou quatro décadas mais tarde na corrida espacial mundial e que os Estados Unidos impediram de participar da Estação Espacial Internacional. Foi apenas em 2003, depois da já então extinta União Soviética e dos próprios Estados Unidos, que a China mandou um homem para o espaço.  A reportagem é de Juan Manuel Karg, publicada por Página/12, 11-01-2019. A tradução é de André Langer.

Almoços grátis?

  O «amigo chinês» ajuda, mas também cobra   JOSÉ VIEIRA, Missionário comboniano – Dezembro de 2018  Foto: Daqui – Chineses em cima, africanos em baixo. A presença maciça de chineses no continente está a mudar o modo como a ajuda de Pequim é percebida pelo cidadão comum. Os chineses são vistos como competidores privilegiados na economia local, desde a produção até ao retalho, legal e ilegalmente, e misturam-se com as máfias autóctones. Junta-se ainda a questão do racismo de que se queixam os quenianos que trabalham para os chineses na ligação ferroviária entre Nairobi e Mombaça.