“A América Latina começou uma nova história, que eu considero irreversível”
“Minha terra natal é a Argentina, a outra é o Brasil, mas a pátria grande é a América Latina. Sou um latino-americanista”, disse Enrique Dussel, pausadamente, em seu tom híbrido, no qual ainda restam traços do mendocino (Mendoza, Argentina) que já teve. Entrevista com Enrique Dussel
Um Foro de São Paulo no pior momento da esquerda sulamericana
Começou nesta quarta-feira (29/7), na capital do México, o 21º Encontro do Foro de São Paulo, num momento em que os projetos políticos de esquerda na região, especialmente os da América do Sul, enfrentam sua grande encruzilhada.
O futuro da humanidade está nas mãos dos povos
Na viagem do Papa Francisco à América Latina um dos momentos de maior significado para o futuro do “apostolado dos excluídos e dos descartados” foi o II Encontro Mundial com os Movimentos Populares.
A caminho de uma Terra sem água?
Crise hídrica brasileira é parte de fenômeno global. Consumo abusivo de recurso renovável, porém limitado, pode gerar, em trinta anos, inferno de desabastecimento e guerras.
Petróleo grego em alta tensão
A Grécia é o país da UE e do Euro com o maior potencial prospetivo de exploração de petróleo, com cerca de 22 mil milhões de barris no Mar Jônico e 4 mil milhões de barris no Mar Egeu. Por comparação, o poço Lula no Brasil (uma das maiores descobertas da última década) tem cerca de 8 mil milhões de barris.
A parábola grega do Equador
Justamente enquanto, na Europa, todos os olhos estão sobre o referendo grego, o Papa Francisco começa nesse domingo a sua viagem à América Latina, a partir de um país que – apesar de estar do outro lado do mundo – tem algo de interessante a dizer sobre questões como calote, renegociação da dívida e socialismo do século XXI. A parábola grega do Equador
“Não acredito que queiram nos tirar do euro”, diz Tsipras
Um monte de gatos brigando adentro de um ‘corralito’, acusando-se ameaçadoramente, recorrendo a expressões pouco virtuosas ou a chantagens políticas dignas de bandoleiros, os dirigentes da União Europeia (UE) deram um espetáculo calamitoso quando precisaram enfrentar a pancada da crise grega.
A GEOESTRATÉGIA DE DEUS
6 de Junho de 2015 – Pe. Anselmo Borges Na sequência dos trágicos acontecimentos de Paris, o jornal australiano Weekend Australian publicou um desenho com humor sábio. Intitula-se “Rezemos”. Jesus segura o Alcorão e diz a Maomé: “Já te disse que o Alcorão precisa de um segundo volume, como nós temos o Antigo Testamento seguido do Novo Testamento.” Maomé, que segura um jornal declarando em letras garrafais: “O mundo em guerra”, atira a Jesus: “Ir lá abaixo, à Terra, escrever o segundo volume? Seria crucificado.”
Europa se ‘latinoamericaniza’ e troca Estado de bem-estar por política social à brasileira, diz professora
‘No estágio atual, é guerra: um Estado de Bem-Estar Social não é possível mais em lugar nenhum do mundo’ O que há em comum entre o ajuste fiscal que ameaça retirar direitos dos trabalhadores no Brasil e as medidas de austeridade que levaram milhares de gregos, espanhóis e portugueses às ruas nos últimos meses? Para Sara Granemann, professora da Escola de Serviço Social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) que acaba de voltar de um pós-doutorado em Portugal, o que está acontecendo nos países da Europa do Sul é um processo de “latinoamericanização”. Sociedades europeias que tinham conquistado importantes direitos sociais, através de revoluções ou da experiência do Estado de Bem-Estar Social, hoje adotam uma “política de mínimos”, em que as políticas sociais se tornam um meio de transferir recursos do fundo público para o capital privado. E esse modelo, segundo Sara, tem, em grande medida, o Brasil como referência mundial.
EUA acordam para Nova Ordem Mundial
Não é possível reduzir a Rússia a cinzas. Não podem vencer na Nova Ordem Mundial (da Seda). Poderiam, isso sim, sentar e conversar O Governo Obama, …, parece finalmente compreender que a estratégia de isolamento da Rússia está esgotada – e que Moscou simplesmente não vai ceder em dois pontos primordiais: a Ucrânia não vai entrar na OTAN e não há possibilidade de as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk serem esmagadas, seja por Kiev, pela OTAN ou por quem quer que seja.