A ambiguidade de Safatle e do Brasil
O artigo mais recente do filósofo pode sugerir tanto derrotismo quanto apelo à rebeldia e mobilização. É, nesse sentido, um espelho do cenário brasileiro Por Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite
O que vai mudar na Venezuela?
JOÃO RUELA RIBEIRO – 31/07/2017 Os 545 deputados eleitos para a Assembleia Constituinte tomam posse nos próximos dias com a missão de desenharem uma nova Constituição para “aprofundar” o legado do chavismo, diz Maduro. A oposição fala em “auto-golpe de Estado”. Foto: Manifestante da oposição durante protesto anti-Constituinte em Caracas no domingo. REUTERS/CARLOS GARCIA RAWLINS
Jeremy Corbyn revela: outra esquerda é possível
Avanço dos trabalhistas ingleses, e de seu líder rebelde, envia um sinal. Antonio Martins – 10/06/2017 Foto: Theresa May e Jeremy Corbyn “A ministra conservadora convocou eleições antecipadas. Alegava precisar de força para negociar, em melhores condições, a saída do Reino Unido da União Europeia – o chamado Brexit. No fundo, acreditava no mito da morte dos adversários. À época, as pesquisas eleitorais sugeriam que teria 24 pontos de vantagem sobre os trabalhistas – e que Corbyn, humilhado, não teria outra alternativa exceto renunciar.”
Le Pen diminui distância de Macron a uma semana das eleições na França
A união contra ultradireitistas se rompe nas manifestações de 1º de maio. Os sindicatos não conseguiram chegar a uma mensagem comum contra a FN Silvia Ayuso – 1 MAI 2017 BRT Foto – Internet – Reprodução Em Paris, centenas de pessoas se reuniram sob o lema “contra o fascismo e o capitalismo”, em uma marcha convocada por organizações anarquistas que tinham previsto se juntar posteriormente à manifestação principal na Place de la République, onde também convergiram outros protestos menores”. Segundo estimativas da polícia, cerca de 4.800 pessoas participaram de manifestações em Marselha, 6.000 em Toulouse, 5.000 em Lyon e menos de 2.000 em Estrasburgo.
“Igreja na Venezuela, povo de Deus chocado com seus pastores”
“Aqui nem os pastores reconhecem suas ovelhas, nem estas escutam os seus pastores” Numa Molina – 17 Abril 2017 Foto: O jesuita venezulano Numa Molina – Periodistadigital “Na Venezuela está em jogo a luta de um povo que há 18 anos decidiu emancipar-se do bipartidarismo perverso que havia lhe imergido no esquecimento, e esta luta lhe custou sangue e vidas de homens e mulheres das camadas populares”, escreve Numa Molina, SJ, em artigo publicado por Religión Digital, 16-04-2017. A tradução é de Henrique Denis Lucas.
A França é outro país. É cedo para dizer qual
Macron permite dizer, por agora, que o centro aguentou. Teresa Sousa -24/04/17 -Foto: areanews Os poderes enormes do Presidente francês, decalcados da imagem solitária do general De Gaulle, ficam necessariamente reduzidos se tiver de coabitar com um governo de maioria contrária. As incógnitas continuam, como sempre acontece em tempo de rupturas. Mas muita gente suspirou de alívio no domingo à noite, em França e na Europa, com a vitória de Macron….
A esquerda pós-PT: “Chega uma hora em que a realidade precisa vencer o medo”. Entrevista especial com Rodrigo Nunes
Patricia Fachin 17 Abril 2017 Foto: RevistaFlashVip – Manifestação Conjecturar o que seria a esquerda pós-PT “não expressa um desejo ou projeto”, mas “descreve um fato futuro que tende a se realizar”, afirma Rodrigo Nunes na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por e-mail.
Lista de Fachin: Toda a cúpula política do Brasil sob a mira da Justiça
Afonso Benites -12/04/17 -Foto Joédson Alves EFE “A pluripartidária lista de investigados no STF atinge ao menos 108 políticos e pessoas ligadas a eles… Há ainda 201 petições que não tramitam no Supremo, mas em outras instâncias, como o Superior Tribunal de Justiça, Tribunais de Justiça dos Estados ou varas federais. Entre eles, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (ambos do PT), além de prefeitos e governadores.”
Holanda derrota nas urnas o populismo e a xenofobia
O primeiro-ministro Rutte supera nitidamente o populista Wilders, mas terá de fazer acordos com outros partidos para se manter no poder Juan Diego Quesada – Amsterdam , 16 MAR 2017 Foto: O primeiro-ministro Mark Rutte, ao chegar para fazer seu discurso de vitória, nesta quarta-feira. Carl Court Getty Images A Holanda conseguiu colocar um freio na extrema direita na Europa. As urnas confirmaram a vitória do atual primeiro-ministro, o liberal de direita Mark Rutte, e revelaram que Geert Wilders, o candidato racista e antieuropeu que chegou a liderar as pesquisas, não obteve tanto apoio como se esperava. Depois do Brexit e do êxito que representou para ele a chegada de Donald Trump à Casa Branca, o populismo xenófobo enfrenta, assim, a sua primeira derrota no Ocidente.
Os defensores da liberdade de expressão que querem acabar com o politicamente correto no Reino Unido
Sam Kriss – 29/08/2016 Tradução: Marina Schnoor Todas as fotos por Harry Hitchens. Esta matéria foi originalmente publicada na VICE UK. Uma noite com Milo Yiannopoulos e seus seguidores no lançamento de um novo grupo estudantil inglês que clama por uma curiosa “liberdade de expressão” unilateral.