Trump ameaçou tirar EUA da NATO para forçar aliados a pagar mais

Trump explicou que foi “mais duro” do que o habitual para os EUA serem “tratados de forma justa”. Diz que agora a Aliança Atlântica é “uma máquina bem oleada”. Mas o objectivo dos 2% não mudou.   RITA SIZA –  Bruxelas  – 12 de Julho de 2018    Foto: Declarações de Trump na cimeira da NATO geraram tumulto entre os países aliados REUTERS/YVES HERMAN A reunião dos 29 chefes de Estado e de governo da NATO acaba de assumir carácter de emergência, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado retirar o seu país da Aliança Atlântica.

O que é o novichok, a substância neurotóxica usada contra ex-espião russo e agora encontrada em casal na Inglaterra

BBC – Brasil –   5 julho 2018 Direito de imagem EPA – Image caption:  Sergei Skripal e sua filha Yulia foram envenenados em março e liberados do hospital em maio| Fotos: EPA/ Reprodução Facebook Um casal britânico foi encontrado inconsciente em Amesbury, condado de Wiltshire, na Inglaterra, após ter sido envenenado com novichok, a mesma substância usada no caso do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha, Yulia, em março, diz a polícia britânica.  Ainda não está claro se há relação entre os dois casos.

Irã gera rara demonstração de unidade entre Berlim e Moscou

Em reunião na Rússia, ministros do Exterior alemão e russo defendem que acordo nuclear iraniano deve ser mantido após a saída dos EUA. Maas pede que Moscou use sua influência para convencer Teerã a permanecer no pacto.     DW – 10/05/2018 Foto: Reuters / S Karpukhin – Os ministros do Exterior alemão, Heiko Maas, e russo, Serguei Lavrov, em encontro em Moscou.  Em reunião na Rússia, ministros do Exterior alemão e russo defendem que acordo nuclear iraniano deve ser mantido após a saída dos EUA. Maas pede que Moscou use sua influência para convencer Teerã a permanecer no pacto.  

Bolton é um perigo

Apesar de Trump ter ameaçado os norte-coreanos, ele aceitou se reunir com Kim Jong-un. Bolton, porém, já disse que o diálogo é inútil e é “legítimo” atacar a Coreia do Norte.   O Estado de S. Paulo – 26 Março 2018  Durante os 30 anos em que serviu três presidentes republicanos,  Bolton sempre manifestou desprezo pela diplomacia e pelo controle armamentista.  São poucas as pessoas com mais possibilidades de levar o país a uma guerra do que ele, afirma o jornal The New York Times, em editorial reproduzido por O Estado de S. Paulo, 24-03-2018.

Trump arrisca tudo e aceita pisar terreno desconhecido com a Coreia do Norte

 JOÃO RUELA RIBEIRO  – 10/03/2018    Foto: Kim e Trump:  podemos confiar nesta paz? Reuters/Lucas Jackson Pela primeira vez, um Presidente norte-americano aceitou sentar-se à mesa com um líder norte-coreano para discutir a desnuclearização. Mas a parada é elevada e os riscos são muitos. Até Maio, o mundo fica em suspenso. 

Jerusalém: com um “estatuto especial”?

Anselmo Borges – 26/01/2018 O significado da cidade para os judeus está bem expresso no Salmo 137, versículos 5-6: “Se me esquecer de ti, Jerusalém, fique ressequida a minha mão direita! Pegue-se-me a língua ao céu da boca, se eu não me lembrar de ti, se não fizer de Jerusalém a minha suprema alegria!”  

Coreia do Norte e EUA divergem e as consequências são imprevisíveis

Abílio Louro de Cravalho Imagem: Ufosonline – 22/09/2017 Ontem, dia 21 de setembro, Donald Trump anunciou novo conjunto de medidas contra o regime norte-coreano, entre as quais sobressaem as ordens emanadas da Casa Branca a várias instituições financeiras para acabarem com ligações à Coreia do Norte.

Um esforço de Kimlogia

Leonídio Paulo Ferreira  -02/09/17 Donald Trump, Kim Jong e Vladimir Putin Photo illustration by Sofya Levina. Images by Spencer Platt/Getty Images, KCNA/Getty Images, Alexandros Avramis/Getty Images “Kim Jong-un, e o círculo que o aconselha, aposta sobretudo na sobrevivência da dinastia (teve agora um terceiro filho), sem força para derrotar a Coreia do Sul mas com capacidade para deixar aos Estados Unidos a ideia de que um ataque a Pyongyang não traria retaliação apenas a Seul e a Tóquio.”

A “guerra por procuração” da China na crise da Coreia do Norte

João Pedro Teixeira Fernandes – 29/028/17 O agudizar da crise da Coreia do Norte surge numa altura  particularmente má para os EUA e para o mundo. O fato de a China antecipar ganhos nesta crise e de os norte-americanos sentirem a sua liderança global em causa, torna-a ainda mais perigosa.