A força de Xi Jinping e a busca chinesa pela liderança global no século XXI

José Eustáquio Diniz Alves – 17 Janeiro 2019 Foto: Wikipedia  “Toda esta estratégia chinesa para alcançar a paridade ou superar os Estados Unidos como a superpotência global depende de dois fatores básicos: 1) altas taxas de poupança e investimento e 2) superávits comerciais e em conta-corrente como fonte de recursos para ampliar a presença no mundo”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 16-01-2019.

O sonho de Xi, o pesadelo de Trump

Juan Manuel Karg – 12/01/20119 Imagem: Cambio politico  O ano de 2019 começou com força para a República Popular da China: aterrissou na parte escura da Lua, aquela que não é visível da Terra, algo que ninguém havia conseguido anteriormente. É um fato sem precedentes para um país que entrou quatro décadas mais tarde na corrida espacial mundial e que os Estados Unidos impediram de participar da Estação Espacial Internacional. Foi apenas em 2003, depois da já então extinta União Soviética e dos próprios Estados Unidos, que a China mandou um homem para o espaço.  A reportagem é de Juan Manuel Karg, publicada por Página/12, 11-01-2019. A tradução é de André Langer.

O que é o ‘lado escuro da Lua’ e por que a China quis chegar lá

  BBC – 03/01/2019 Direito de imagem EPA/CNSA Image caption:  A China já compartilhou as primeiras imagens da superfície o lado desconhecido da Lua A China anunciou que chegou ao “lado escuro da Lua”. Uma sonda chinesa pousou com sucesso às 10h26 do horário de Pequim, ou pouco depois de meia-noite de Brasília, segundo informou a mídia estatal chinesa. A sonda não tripulada Chang’e-4, uma espécie de “rover”, pousou na Bacia do Polo Sul-Aitken, como é conhecida uma enorme cratera que fica no lado oculto da Lua. A sonda carrega instrumentos consigo para analisar a geologia de uma região nunca explorada antes e conduzir experimentos biológicos.

Almoços grátis?

  O «amigo chinês» ajuda, mas também cobra   JOSÉ VIEIRA, Missionário comboniano – Dezembro de 2018  Foto: Daqui – Chineses em cima, africanos em baixo. A presença maciça de chineses no continente está a mudar o modo como a ajuda de Pequim é percebida pelo cidadão comum. Os chineses são vistos como competidores privilegiados na economia local, desde a produção até ao retalho, legal e ilegalmente, e misturam-se com as máfias autóctones. Junta-se ainda a questão do racismo de que se queixam os quenianos que trabalham para os chineses na ligação ferroviária entre Nairobi e Mombaça.

Não há santos no G-20

Maxime Combes – 06 Dezembro 2018 O encontro G20 conta com a presença das 19 maiores economias do mundo e a União Europeia /Stefan Rousseau – WPA Pool/Getty Images Trump é, sem dúvida, o mais bizarro. Mas ao defenderem a globalização corporativa, os governantes do grupo, em seu conjunto, tramam o desastre climático. O artigo é de Maxime Combes, publicado por Outras Palavras, 04-12-2018. A tradução é de Felipe Calabrez.

Cúpula Trump-Xi, o fim de um paradigma. Artigo de Francesco Sisci

Francesco Sisci – 03/02/2018 – Foto: IHU/ Li Xueren-Xinhua O paradigma da abordagem dos Estados Unidos em relação à China mudou radicalmente nos últimos anos. O artigo é do sinólogo italiano Francesco Sisci, professor da Universidade Renmin, em Pequim, na China. O artigo é publicado por Settimana News, 03-12-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Um “novo dia na América” mas não no mundo

  Teresa Sousa – 7 de Novembro de 2018 Imagem: Público Com a agenda interna bloqueada, Trump, como outros antes dele, tenderá a concentrar-se na política externa, procurando arrecadar rapidamente alguns sucessos e continuando a destruir a ordem liberal que os EUA construíram depois da Guerra.

O decênio de ascensão da China

Jenny Clegg – 28 Setembro 2018 – Foto: hispanidad.com  “A China está a caminho de superar os Estados Unidos como primeira economia mundial antes de 2030, um acontecimento que marcará um ponto de inflexão psicológico. Não obstante, no momento, mantém níveis elevados de dívida e ainda pode ocorrer um crash ao estilo chinês. Poderá a China limitar, ou ao menos resistir, as pressões de uma guerra comercial com os Estados Unidos? De fato, as perspectivas para a economia estadunidense também não são boas.

Competição Geopolítica: A China joga no ataque e os EUA na defesa

José Eustáquio Diniz Alves – 23 Agosto 2018 Imagem: iarex.ru  “A tendência futura é a China se envolver em conflitos armados e em disputas internas pelo poder nos diferentes países que recebem altos investimentos chineses. Como a cultura chinesa é profundamente conservadora e as regras do “Consenso de Beijing” são menos liberais e mais repressivas, um possível imperialismo chinês poderá, indubitavelmente, ser uma grande ameaça ao estilo econômico e político do Ocidente”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE. em artigo publicado por EcoDebate, 22-08-2018.

A relevância do giro do presidente chinês Xi Jiping pela África

Xulio Ríos – 28 Julho 2018  Foto: – Xi Jinping visita o Congo / Instituto Internacional de Macau “Ano após ano, a África é sempre o primeiro destino escolhido pelo ministério das relações exteriores para iniciar suas viagens internacionais. A África não é um assunto menor na agenda chinesa”, escreve Xulio Ríos, diretor do Observatório da Política Chinesa, Galícia, Espanha, em artigo publicado por Rebelión, 25-07-2018. A tradução é do Cepat.