Tsai vence Han nas eleições em Taiwan e derrota também Chiang e Mao
Leonídio Paulo Ferreira – 10 Janeiro 2020 Tsai Ing-wen – © EPA/HOW HWEE YOUNG Presidente confirmou favoritismo na ida às urnas deste sábado, e a recuperação da sua popularidade teve muito que ver com protestos anti-chineses em Hong Kong, prejudiciais à ideia de um país, dois sistemas. Reunificação ambicionada por Pequim seria mais fácil se favoritismo inicial de Han Kuo-yu, candidato do Kuomintang, se tivesse mantido.
Hong Kong é o novo manual de protesto para o século XXI
Manifestação de apoio a Hong Kong em Brisbane, na Austrália. Foto © Andrew Mercer/Wikimedia Commons Sete Margens – 26/11/2019 “A principal característica do movimento pró-democracia de Hong Kong é que não tem líderes, é horizontal. É o oposto do que aconteceu em 2014 com o movimento dos guarda-chuvas, que terminou com vários de seus líderes na prisão, e isso impede que nos parem.” É desta forma que Woody Tam, uma estudante de 24 anos, descreve o modelo seguido nos protestos de Hong Kong e demonstra o que o distingue dos que o precederam. Tam enfrenta há quatro meses a polícia no campo de batalha da ex-colónia britânica, abalada desde 9 de junho por protestos que nasceram contra a proposta de lei de extradição – retirada formalmente no último dia 23 de outubro – e exigindo eleições com sufrágio universal.
China e Rússia defendem inclusão de países do Brics no Conselho de Segurança da ONU
Maurício Ferro – 14/11/2019 ; Foto: © Sérgio Lima/Poder360 Os presidentes Xi Jinping (China) e Vladimir Putin (Rússia), que participam da cúpula do Brics em Brasília Integrantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Rússia e China defenderam nesta 5ª feira (14.nov.2019) a entrada de Brasil, Índia e África do Sul no grupo. O apoio foi dado na Declaração de Brasília, 1 documento conjunto de 73 parágrafos formulado pelos 5 países do Brics, que descreve objetivos já alcançados e metas para o futuro. Eis a íntegra da DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA
70 anos da República Popular da China: quão comunista ainda é a segunda maior economia do mundo
Veronica Smink – BBC News Mundo Direito de imagem GETTY IMAGES – Image caption – Em outubro de 1949, Mao Tsé-tung proclamou a República Popular da China (RPC), com base nas teorias de Marx e Lenin Há 70 anos, o Partido Comunista assumiu o poder na China, encerrando uma longa guerra civil, e seu líder, Mao Tsé-tung, anunciou o nascimento de uma nova nação: a República Popular da China.
Os 70 anos da Revolução Comunista na China. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
EcoDebate – 28 Setembro 2019 – Foto: Daqui “O governo deXi Jinping deseja comemorar os 100 anos do PCC em 2021 e tem um plano para fazer da China o país mais avançado do mundo até 2049, quando do aniversário de 100 anos da Revolução Comunista. O plano tem parte de uma realidade que o país já é a fábrica do mundo e a campeã da produção de bens manufaturados. Com a política ‘Made in China 2025‘ o país pretende alcançar a produção de bens mais sofisticados e de maior valor agregado, se igualando na liderança da ciência e da tecnologia.
Hong Kong. “Os protestos já não têm nada a ver com o projeto de lei”
ÁngelFerrrero – 17/08/2019 – Foto: Daqui Na “névoa da guerra” fica difícil ter uma ideia clara do que ocorre durante um conflito, não apenas militar, mas também político. Algo assim acontece com os protestos que acontecem nestes dias, em Hong Kong, a respeito dos quais a lei de extradição “é somente o deflagrador”, segundo CarlZha, criador do podcast Silk and Steel, cada vez mais escutado. A reportagem é de ÁngelFerrrero, publicada por ElSalto, 16-08-2019. A tradução é do Cepat.
Protestos em Hong Kong: uma revolução do século XXI
Dorian Malovic – 12 Julho 2019 Foto: IHU As lições de 2014 foram aprendidas, e os esforços do governo para desacreditar o movimento de protesto não estão funcionando. A reportagem é de Dorian Malovic, publicada por La Croix International, 11-07-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
O que o Brasil ganha com a viagem de Bolsonaro aos EUA?
Talita Marchao – Do UOL, em São Paulo 20/03/2019 Na Foto: Eduardo Bolsonaro participa do encontro entre seu pai, Jair Bolsonaro, e o presidente dos EUA, Donald Trump – Imagem: Isac Nóbrega/PR Especialistas e diplomatas ouvidos pelo UOL avaliam que a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aos Estados Unidos e o encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, foram positivos, ainda que seja prematuro avaliar os impactos das medidas anunciadas pelos dois países.
O centro da economia global está voltando para a Ásia
EcoDebate, – 19 Março 2019 – Foto: Daqui “A Ásia foi o centro econômico do mundo durante milênios, em função, especialmente, do peso dos Impérios Persa, Hindu e Chinês. A Índia e a China são os dois países mais populosos do mundo há milênios e desenvolveram grandes civilizações que deram importantes contribuições para o avanço intelectual, espiritual e material da humanidade”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 18-03-2019.
“América Latina caminha para o enfraquecimento e a desintegração”. Entrevista com Juan Tokatlian
Nueva Sociedad – 16 Fevereiro 2019 “A Colômbia está notoriamente alinhada com Washington e isso não mudará. O interessante, em todo caso, é que muitas capitais – Buenos Aires, Brasília, Santiago, Lima, entre outras – parecem, na presente conjuntura e a sua maneira, mais dispostas a seguir os passos de Bogotá e a depositar nos Estados Unidos sua visão diplomática preferida. Será necessário avaliar os resultados disto para o bem-estar material, a segurança nacional e a autonomia internacional das sociedades da região. E esse é outro capítulo que deve ter um acompanhamento rigoroso e sistemático. Somos uma região à deriva nos assuntos globais e isso é perigoso… para nós”, reflete o analista político argentino Juan Gabriel Tokatlian, professor da Universidade Torcuato Di Tella e especialista em relações internacionais, em entrevista na qual analisa a conjuntura latino-americana e os novos cenários. A entrevista é publicada por Nueva Sociedad e reproduzida por CPAL Social, 13-02-2019. A tradução é do Cepat.