Mudança de bispos no Chile
Pepe* -12/08/2016 Tradução: João Tavares Diz-se que Stº. António M. Claret disse um dia que quem quisesse saber o que acontece no mundo, vá a uma sacristia ou a um convento de monjas. É um exagero, mas tem seu quê de verdade que faz buscar nesses espaços o que vai acontecer amanhã. Nesses ambientes se está falando do que vai chegar.
“Há, na Igreja, uma forte, significativa, ativa e vociferante oposição ao Papa”, afirma cardeal Schönborn
Cameron Doody – 08 de agosto de 2016 Ante de deixar a Áustria rumo à Jornada Mundial Mundial da Juventude de Cracóvia, o cardeal Christoph Schönborn – arcebispo de Viena e fiel intérprete do Papa Francisco – concedeu uma entrevista ao jornal Der Standard, na qual falou sobre a oposição “muito forte e significativa”, e ao mesmo tempo “ativa” e “vociferante” que existe dentro da Igreja contra o Papa. Reportagem de Cameron Dood, publicada por Religión Digital, 06-08-2016
PAULO VI, O “PAPA ESQUECIDO” QUE INSPIRA BERGOGLIO
Alberto Chiara – 06/08/2016 Tradução: Orlando Almeida Em 06 de agosto de 1978 morreu Giovanni Battista Montini. Memória do Pontífice, a quem tanto deve a época de reforma que estamos vivendo. Não por acaso foi ele que , encerrando Vaticano II, falou de uma Igreja “samaritana”, “serva da humanidade”, mais inclinada a “remédios encorajantes” do que a “diagnósticos deprimentes”, a “mensagens de confiança” do que “a presságios funestos”.
O fim da “reforma da reforma” – 1: uma pequena história de um delírio autorreferencial.
Andrea Grillo – 15/07/2016 – O caminho conciliar pode ser retomado. O teorema de uma “reforma da reforma”, como idealização agressiva de uma Igreja autorreferencial e que se imuniza da história e da experiência, foi finalmente censurado em nível oficial. Opinião do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. Artigo no seu blog Come Se Non, 13-07-2016
“Amoris Laetitia” em seu terceiro mês: a questão da Comunhão ainda está em debate
Cindy Wooden Três meses após a publicação da exortação do Papa Francisco sobre o matrimônio e a família, bispos e conferências episcopais de todo o mundo estão estudando maneiras concretas de aplicá-la. Alguns ainda discordam sobre o que exatamente o papa quis dizer. Reportagem de Cindy Wooden, no Catholic News Service, 07-07-2016
Dois Papas?
Anselmo Borges – 16/07/206 1. Há quem suspeite que o Papa emérito, Bento XVI, possa ser um dos centros de oposição ao Papa Francisco.E apresentam razões para essa suspeita. Há quem pergunte porque é que continuou no Vaticano. Mais grave será, ainda no exercício das suas funções, ter feito arcebispo o seu secretário, Georg Gänswein, que nomeou, ao mesmo tempo, para Prefeito da Casa Pontifícia, garantindo assim que ficaria permanentemente informado do que faz o seu sucessor.
Uma recepção não sinodal para uma exortação pós-sinodal
Massimo Faggioli -14/07/2016. “A colegialidade nunca caracterizou realmente os documentos sinodais ou pós-sinodais. Há um problema de sinodalidade(que envolve toda a Igreja, não apenas os bispos) e também de colegialidade (os bispos e o papa). A sinodalidade é um conceito relativamente novo para o magistério da Igreja, já que nunca fez parte dos desenvolvimentos teológicos do Vaticano II: Francisco é o primeiro papa a falar diretamente sobre a sinodalidade.”
As trapalhadas do Crisma
A vida das comunidades cristãs já não é regulada pelo campanário nem pelo toque das Trindades. Frei Bento Domingues – 10/07/2016 Fotografia: Adelino Meireles/Global Imagens in Notícias Magazine Tenho boas razões para confirmar a «festa do adeus» de tantos a quem acompanhei na preparação para o Crisma, sobretudo jovens que completaram com assiduidade os seus dez anos de catequese e se despediram da Igreja ou a Igreja não lhes deu um novo porto de abrigo. “Será o recém-ungido que abandona a Igreja ou a Igreja que já não tem mais nada a dizer-lhe?”
Quando foi que a Igreja Católica condenou formalmente a escravidão?
Eduardo Hoornaert – 04/07/2016 “É estarrecedor ter de constatar que a alusão passageira à escravidão, no parágrafo 27 de Gaudium et Spes, em 1965, constitui a primeira condenação eclesiástica da escravidão, autorizada pela mais alta instância, em toda a história da Igreja Católica. Numa referência meio escondida, redigida depois que o instituto formal da escravidão foi abolida na maioria dos países civilizados.”
A Igreja e os direitos humanos
Anselmo Borges – 18.06.2016 1 Em jornais espanhóis do século XIX, apareciam anúncios assim: “Vende-se uma pretita de 9 anos, natural de Havana, sã e sem manchas, que passou os testes da varicela e do sarampo, ágil, com boa presença e disposta a aprender toda a espécie de trabalhos”; “vende-se com equidade uma negra de 30 anos, robusta, fiel e trabalhadora, sabe fazer todas as lides de uma casa”.