Padres Casados: Há ainda muitas coisas que podemos fazer
Bernardo Eyre* – 03.08.2015 Foto: Padre casado, na Igreja católica Talvez vai chegar o dia em que o celibato será opcional e padres casados e padres celibatários serão vistos trabalhando lado a lado pelo bem de uma comunidade. Mas antes de chegar tal dia há muita que o padre casado pode fazer. Ele não precisa de um decreto do Papa para chamá-lo de volta ao ministério do serviço.
Será que o Papa mudará o Vaticano? Ou será que o Vaticano mudará o Papa?
Enquanto o Papa Francisco se prepara para visitar os EUA, a sua ênfase em servir aos pobres – em lugar de fazer valer a doutrina – tem inspirado alegria e ansiedade entre os católicos O texto é do jornalista texano Robert Draper, publicado pela revista National Geographic, agosto de 2015. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
“Esta economia mata. Precisamos e queremos uma mudança de estruturas”, afirma o Papa Francisco
“A justa distribuição dos frutos da terra e do trabalho humano não é mera filantropia. É um dever moral. Para os cristãos, o encargo é ainda mais forte: é um mandamento. Trata-se de devolver aos pobres e às pessoas o que lhes pertence. O destino universal dos bens não é um adorno retórico da doutrina social da Igreja.
Que mudanças o Papa pode introduzir na Igreja?
Leonardo Boff – 07/07/2015 Há poucas semanas dei uma entrevista por e-maisl à jornalista Aline Rodrigues Imécio da Revista Epoca. Por razões alheias a ela, a revista não foi publicada. Como são muitos que me fazem perguntas semelhantes aquelas que ela me fez, publico-a aqui. Talvez possa interessar a alguns já que o Papa está nestas semanas intencionsalmente peregrinando pelos países mais pobres da América Latina: o Equador, a Bolívia e o Paraguai.
Papa Francisco, profeta que encontra a modernidade
Francisco não é apenas um papa, mas um profeta ou, melhor, sobretudo um profeta e um pastor. É a figura mais relevante do século em que vivemos.
Neocatecumenais: a Igreja pouco católica que desafia Francisco
Marco Manzano – 28/06/15 No Caminho Neocatecumenal, são reduzidas ao mínimo as diferenças locais, a criatividade e a inteligência pessoais: as palavras do chefe ecoam em todas as latitudes. Sempre iguais. Um padre me disse uma vez que reconhecia os catecumenais na confissão pelo uso obsessivo de certas palavras. Artigo de Marco Marzano A opinião é do sociólogo italiano Marco Marzano, professor da Universidade de Bérgamo, em artigo publicado no jornal Il Fatto Quotidiano, 28-06-2015. A tradução é de MoisésSbardelotto.
Sócios da Fraternitas explicam o que faz o Movimento
Memória: D. Serafim Ferreira e Silva, bispo de Leiria Fátina, no primeiro retiro, em agosto de 1996 A jornalista Vanessa Fidalgo (ver artigos postados ontem) fez nove perguntas a alguns padres casados de Portugal. Além dos três que ela aproveitou no artigo de ontem, mais quatro membros da Fraternitas publicaram as suas respostas integrais – João Tavares
“Seminários terão uma renovação missionária, com Congresso de Seminaristas”, prevê dom Esmeraldo
Dom Esmeraldo Barreto de Farias, bispo auxiliar de São Luís (MA) e presidente da Comissão para Ação Missionária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), falou de suas expectativas para o 2° Congresso Missionário Nacional de Seminaristas (CMNS) e disse que “haverá uma verdadeira renovação missionária nos seminários”.
Entrevista de João Tavares a Vanessa Fidalgo
Mais uma vez a imprensa quer saber sobre a vida e a história dos padres casados. Desta vez, a Revista DOMINGO, suplemento do CORREIO DA MANHÃ, de Lisboa. A Jornalista e escritora Vanessa Fidalgo (foto), para a sua reportagem “Queriam ser homens como os outros”, entrevistou três padres casados em Portugal e, tendo sabido da existência do MFPC, solicitou à Diretoria para entrevistar alguém do Brasil. Fui incumbido de responder. O artigo de Vanessa, publicado no dia 21/06, também está sendo publicado hoje neste Site. João Tavares
“Deus queria que eu fosse um padre casado”, diz ex-sacerdote católico
O ex-padre católico Alberto Cutié com a mulher, Ruhama, e os filhos, Albert e Camila “Sou um padre melhor como um homem casado”, diz Alberto Cutié. Apesar de não questionar o desempenho dos sacerdotes casados, dom Antonio defende a disponibilidade que o celibato promove e não acha que a sexualidade seja um problema para os padres. “É mais difícil viver a sexualidade no casamento do que no celibato”, diz.