JESUS NÃO GOSTAVA DE BROA?
Frei Bento Domingues, O.P. – 30/07/2017 Não sei se Jesus gostava ou não de broa, (broa ou boroa, é o pão fermentado feito de farinha de milho, base da alimentação no Portugal rural até há bem pouco tempo – NdR: Talvez até nem soubesse que existia. Mas imaginar que ficaria atrapalhado, nos lugares em que o trigo não é o principal alimento, em celebrar com broa ou com arroz é duvidar do poder de Cristo.
Rezando com os budistas: a polêmica foto do Pe. Sosa, entre focolarinos e ritos chineses
Giovanni Marcotullio –27-07-17 Superior-geral dos jesuítas sentado entre cerca de 80 monges budistas com as mãos postas e o olhar recolhido: é a dissolução da Companhia de Jesus ou, precisamente, o carisma inaciano de “buscar e encontrar Deus em todas as coisas”? A reportagem é de Giovanni Marcotullio, publicada no sítio Aleteia Italia, 27-07-2017.
Lutero. A Reforma e os paradoxos do mundo moderno
Cristiano Poletti – 30/07/2017 Um livro belíssimo e difícil, a nova obra escrita com tanta paixão por Franco Ferrarotti para “Lampi” da EDB. Já pelo subtítulo percebe-se o nível da complexidade: A Reforma e os paradoxos do mundo moderno. O comentário é de Cristiano Poletti, publicado por Settimana News, 19-07-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.
Ratisbona, 547 meninos do coro da Catedral vítimas de abuso
O relatório final apresentado pelo advogado Ulrich Weber e divulgado pela mídia alemã: 49 culpados foram identificados. George Ratzinger, irmão do Papa Bento XVI, foi o diretor do ‘ensemble’ durante trinta anos.
Cardeais das periferias são um passo à frente dado na Igreja
“Enquanto aguardamos reformas amplas às estruturas de comando da Igreja, em particular a plena inclusão das mulheres em papéis decisórios, os esforços de Francisco em dar forma às periferias católicas são um passo à frente significativo e louvável”, afirma editorial da publicação norte-americana National Catholic Reporter, 08-07-2017. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Papa abre a porta da santidade aos que oferecem sua vida pelos outros
Chega um novo “caminho” para o processo de beatificação e canonização: ele diz respeito àqueles cristãos que, movidos pela caridade, oferecem heroicamente as suas vidas pelo próximo. É “a oferta da vida” que se soma aos casos de “martírio” e da “heroicidade das virtudes”, a partir dos quais, até agora, começavam os processos da Igreja para declarar uma pessoa santa. A decisão foi tomada pelo Papa Francisco em um motu proprio publicado nessa terça-feira, 11 de julho de 2017.
Müller substituído, Ladaria investido: razões plausíveis de uma mudança
Andrea Grilllo – 05/07/2017 O que aconteceu na cúpula da Congregação para a Doutrina da Fé deve ser interpretado com categorias apropriadas. Esta interpretação assim de improviso não é fácil. É mais fácil entender as razões extrínsecas e ocasionais, para explicar simpatias e antipatias, projetos de reforma e projetos de restauração. Deste modo é possível, com base nestas avaliações, falar de “oportunidade perdida” ou de “escândalo” ou de “buraco na água” ou de “não-decisão”. Creio ser apropriado e prudente analisar a situação com uma visão mais ampla. É o que tento esboçar aqui.
Escândalos no Vaticano: o que a crise no governo do Papa Francisco nos ensina
Os 100 dias entre março e julho 2017 representam a primeira crise no governo do Papa Francisco. Muitos casos se acumularam em rápida sucessão. A reportagem é de Marco Politi, publicada no jornal Il Fatto Quotidiano, 05-07-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
NOTA DA CNBB EM DEFESA DOS DIREITOS INDÍGENAS E DO CIMI
CNBB – 22/06/2017 O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 a 22 de junho de 2017, manifesta seu total apoio e solidariedade ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) diante das infundadas e injustas acusações que recebeu da Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Funai e Incra, encerrada no último mês de maio.
A vingança de Mazzolari, o padre dos pobres banido pela Igreja, mas amado por Francisco
No último dia 20 o Papa prestou homenagem ao , indo até o seu túmulo, em Brabiana. Seguidor de Mounier e de Maritain foi antifascista e defensor das lutas camponesas. O Santo Ofício ordenou o recolhimento de seus livros. O depoimento é de Stefano Albertini, diretor da Casa italiana Zerilli – Marimo, na New York University, publicado por La Repubblica, 20-06-2017.