Natureza humana: sexualidade e família

Leonardo Boff *  Na consulta mundial sobre familia e sexualidade promovida corajosamente pelo papa Francisco, sempre volta à tona certa compreensão da lei natural e da natureza humana. Mais que oferecer uma solução, pretendemos problematizar a questão.

A Semana Maior

 O dia 13 de abril de 2014 marca o início da Semana Santa, Semana da Paixão ou Semana Maior, culminando com a solenidade do próximo dia 20, o dia de Páscoa. Foi o primeiro Concílio de Niceia, reunido em 325 (d C) pelo Imperador Constantino (que na aula conciliar se considerava bispo de fora ou presidente de honra, para promover a dirimição de eventuais conflitos) e presidido, em nome do Papa Silvestre I, por seus dois delegados Vito e Vicente, que decidiu que o mistério pascal (da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor) se comemoraria anualmente durante uma semana, com o retorno do primeiro dia (o oitavo feito primeiro).

Olhares em tempo de exílio

A árvore da vida/2 – As “imprudências” que nos salvam de Caim «Confrontei as suas antigas palavras e as minhas velhas perguntas com os acontecimentos da história, da cultura, da tradição. Isto é, usei a minha fé hebraico-cristã como chave de leitura; e mais convencido fiquei de que ela é hoje a única chave possível.» (Sergio Quinzio) No princípio não era Caim. Era algo de bom e belo que no sexto dia, com o Adam, se tornou muito bom e belo (Gén. 1,31). Era a bênção que pairava sobre o mundo criado. O início, o bereshit, o princípio da terra, dos seres vivos e dos humanos é bondade e beleza; mostra qual é a vocação mais profunda e verdadeira da terra, dos seres vivos, do homem e da mulher.

Invenção moderna da religião: a novidade do “Alegria do Evangelho” (Parte II)

Por Jung Mo Sung –Adital No primeiro artigo desta série, eu afirmei que uma das grandes novidades do documento “Alegria do Evangelho” é a caracterização da modernidade capitalista como uma sociedade fundada e centrada na idolatria do dinheiro, e não como racional e ateia. Neste segundo artigo, quero aprofundar um pouco mais esse tema.

A irracionalidade idolátrica do mundo: a novidade do “Alegria do Evangelho”

Jung Mo Sung – Adital Há no documento “Alegria do Evangelho” (especialmente nos n. 50 a 62), do papa Francisco, uma novidade teórica que não está sendo muito comentada (pelo menos no que pude acompanhar) que penso ser fundamental para uma nova compreensão do mundo em que vivemos e da missão do cristianismo hoje. Por isso, quero, após uma longa ausência aqui no Adital, comprometer-me a escrever uma pequena série de artigos sobre isso.

”Subir mais alto”: mulheres e esperança na Igreja. Artigo de Gianpaolo Salvini

Segunda, 07 de abril de 2014  “Em muitos ambientes, o papel de serviço das mulheres – como denunciou o papa – corre o risco de escorregar para um papel de servidão, às vezes com o pleno consentimento das relativas superioras, quando se trata de religiosas, que o defendem como parte do próprio carisma. Cabe à Igreja, ou às comunidades, chamá-las evangelicamente a subir mais alto.”

O pecado do Papa

O Papa cometeu um pecado hoje, hoje mesmo, um pecado grave, consciente e voluntário: chamou ladrões aos cariocas e reforçou a acusação. Acusou-os de um roubo e agradeceu-lho. E parece que os cariocas gostaram.

A ”teologia do povo” do Papa Francisco

  Na Gregoriana, o padre Juan Carlos Scannone, pai espiritual de Bergoglio em Buenos Aires, analisou a teologia de Francisco: “Ele é guiado por uma opção preferencial pelos pobres”. A reportagem é de Antonella Pilia, site Roma Sette, da diocese de Roma.

”O coração do Evangelho é o anúncio aos pobres. Basta lê-lo.” Entrevista de alguns jovens belgas com o Papa Francisco

  “Eu ouvi, há dois meses, que uma pessoa disse, por causa desse falar dos pobres, dessa preferência: ‘Esse papa é comunista’. Não! Essa é uma bandeira do Evangelho, não do comunismo: do Evangelho!” Publicamos aqui a transcrição completa da entrevista concedida, na última segunda-feira, pelo Papa Francisco a alguns jovens dos Flandres (Bélgica), acompanhados pelo bispo de Gent, Dom Lucas Van Looy. Os jovens fizeram as suas perguntas em inglês, e o papa as respondeu em italiano.