Os teólogos espanhois pedem reformas radicais para Francisco
Quarta, 10 de setembro de 2014 “Se a reforma da igreja é feita de costas para os marginalizados, estará sendo infiel às suas origens e aos pobres, e se não for paritária e inclusiva, estará desligada do movimento de Jesus”.
O segredo do poder do capitalismo (IV): a “luta espiritual”
Jung Mo Sung – 05.09.2014 Imaginemos uma cena. Uma criança, ao deparar-se com brinquedos ou alguma mercadoria que deseja, sem saber muito bem porquê, pede com paixão que sua mãe lhe compre.
CHINA E FUTURO DO CRISTIANISMO
Pe. Anselmo Borges – In DN 16/08/2014 Ele há aqueles experimentos mentais que não são propriamente inúteis, pois levam-nos a ir mais longe.Penso, por exemplo, no que teria acontecido ao cristianismo se, logo no início, em vez de passar do mundo semita para o mundo greco-romano, tivesse caminhado para a Índia e China. Teria de si hoje outra compreensão e a história do mundo seria diferente.
Igreja “em saída” x restauração identitária: como desempatar?
Concílio de Trento—————————— Concílio Vaticano II “Estamos em meio a uma crise eclesial onde importantes setores intermediários obstruem o projeto papal de Igreja “em saída”. Para desobstruir o processo e levar em frente o projeto é indispensável a mobilização das bases eclesiais que só terão a ganhar forçar na medida em que os setores de libertação e os setores carismáticos caminharem juntos”,
Papa Francisco quer retomar ”uma Igreja para os pobres”
“As perspectivas do Ocidente, que por muito tempo dominaram o pensamento do Vaticano, estão sendo ampliadas pelas da América Latina. Um novo momento histórico chegou. O papa Francisco está assumindo um risco.
Significado da celebração da Natividade de Maria
Celebra-se, a 8 de setembro a festa da Natividade ou Nascimento da Virgem Maria, Maria de Nazaré, a Mãe de Jesus, a Mãe de todos os homens. Era uma festa celebrada no Oriente muito antes de ser instituída no Ocidente. Crê-se que tenha a sua origem em Jerusalém, em meados do século V.
A disputa política é movida pelo terreno difuso das emoções
“Há uma insatisfação indefinida, uma inclinação genérica contra as instituições, as pessoas querem que as instituições funcionem. É isso que está resgatando as jornadas de junho de 2013, e os manifestantes estão encontrando em Marina esta saída”, avalia o sociólogo. De acordo com Baía, o programa de Marina é mais detalhado do que o dos demais candidatos, mas “o eleitor não está levando em conta nenhum tipo de proposta, nem para aceitar nem para rejeitar; (…) 80% do eleitorado trabalha na emoção, porque o que move é a emoção, o que move são os afetos, e Marina preenche bem isto, especialmente os afetos de simpatia.
Bispo belga questiona diretrizes dos papas recentes
Sábado, 06 de setembro de 2014 Isto nunca tinha acontecido na história recente: um bispo em pleno cargo se posiciona decisivamente contra o magistério eclesiástico e as diretrizes dos papas sobre as questões de matrimônio e família. A reportagem é de Daniel Deckers, publicada no sítio do Frankfurter Allgemeine Zeitung, 03-09-2014. A tradução é deMoisés Sbardelotto.
O segredo do poder do capitalismo (III) e a “sobrevivência” da Teologia da Libertação
Recentemente (08/08/14), a Adital publicou uma entrevista com Clodovis Boff que gerou várias reações, escritas ou não. Perguntado se a Teologia da Libertação ainda vive e se ainda faz sentido nos dias de hoje, C. Boff respondeu, com certa razão, que “Sim, existem teólogos da libertação que se reúnem e escrevem. Mas seu declínio como tendência à parte é inegável. A meu ver, a Teologia da Libertação “prescreveu” historicamente. Deu o que tinha que dar: conscientizar a Igreja sobre a opção preferencial pelos pobres.”
Cartilha eleitoral
Frei Betto – A CNBB lançou este mês o documento “Seu voto tem consequências: um novo mundo, uma nova sociedade”, no intuito de orientar os católicos nas próximas eleições. Trata-se de um documento apartidário, porém à luz da doutrina social da Igreja e dos documentos papais e episcopais. “As eleições deste ano de 2014 são importantes, não só porque presidente, deputados, senadores e governadores têm uma incidência muito grande na vida da população, mas porque está em jogo também o projeto político, social e econômico para o Brasil”, diz o texto.