S. Francisco de Assis: a escola do amor, a fonte da ternura

Leonardo Coimbra-  Atualizado em 04.10.12 Foto abaixo: S. Francisco de Assis – Cândido Portinari S. Francisco é o homem espontaneamente cristão, é, pois, o homem que reencontrará a Natureza paradisíaca, aquela que é o tipo divino, que é a ideia-acto do pensamento criador. Um Platão depois de Cristo. Um Platão cristão, ingénuo infante que tudo adivinhasse, veria assim a Natureza. O resto de Caos, que é, em Platão, o mal, a resistência, a transitividade e a morte, precisava o redentor que tivesse incendiado um lume de tão alta temperatura, que, vencendo todas as incombustibilidades, dada deixasse do Caos, da Guerra, da resistência e da Morte.

A verdadeira religião é crítica

 Frei Bento Domingues – 02/10/2016  Jesus era um homem profundamente religioso. A sua relação a Deus fazia parte da sua identidade. Porque terá sido, tão agreste com a religião em que nasceu, foi criado e viveu? Segundo as quatro versões do Evangelho, em vez de uma metafísica da religião, praticou uma crítica permanente dos lugares, dos tempos e das pessoas mais zelosas da ortodoxia farisaica.

AUMENTA-NOS A FÉ

 José Antonio Pagola – 02/10/2016 “Ensina-nos a viver convertendo-nos a uma vida mais evangélica, sem nos resignarmos a um cristianismo rebaixado onde o sal se vai tornando insonso e onde a Igreja vai perdendo estranhamente a sua qualidade de fermento. Desperta entre nós a fé das testemunhas e dos profetas.