Os três ecumenismos do Papa Francisco
“O ecumenismo do Papa Francisco é um dos aspectos mais complexos do pontificado, que custa a chamar a atenção como os pronunciamentos do papa sobre outras questões mais clássicas para a definição dos alinhamentos internos ao catolicismo e para as relações entre Igreja e mundo moderno.” Opinião do historiador Massimo Faggioli, professor da Villanova University, nos EUA, em artigo publicado no sítio L’Huffington Post, 01-11-2016.
Lund celebrará a Reforma na presença de um papa pela primeira vez
Mosteiro de Bose – 21 Outubro 2016 Tradução: Moisés Sbardelotto. Na foto: Catedral de Lund “No próximo dia 31 de outubro, será aberto o ano das comemorações do quinto centenário da Reforma Protestante, que se concluirá no dia 31 de outubro de 2017, exatamente 500 anos depois do início do movimento reformador.”
Aqueles católicos contra Francisco que adoram Putin
GIACOMO GALEAZZI – ANDREA TORNIELLI – 16/10/2016 Tradução: Orlando Almeida – Foto: ANSA Viajem à galáxia dos opositores de Bergoglio. Uma frente que na web une partidários da Liga Norte, nostálgicos de Ratzinger, inimigos do Concílio: “Igreja em confusão por culpa do pontífice”
A Igreja é povo – não uma aristocracia ou audiência
Massimo Faggioli – 05/10/2016 “As críticas desencadeadas contra os ensinamentos de Francisco são sem precedentes contra um papa nos tempos modernos. Mas essas críticas não são pessoais. Estamos noutra fase da transição (que não se iniciou com Francisco), de uma Igreja dirigida pela aristocracia para uma Igreja do Povo de Deus. É a transição a uma apreciação realista e teológica, baseada na experiência, da sexualidade humana; uma teologia não afastada do caos criativo que constitui a vida”,
Papa Francisco e a “paralisia” da teologia de côrte
Andrea Grillo – 08/08/2016 Não há dúvida de que, desde que Francisco é bispo de Roma, o pensamento teológico sofreu, ao mesmo tempo, uma aceleração e uma paralisia. Tornou-se terreno de uma reflexão acurada e audaz, mas também sofreu uma paralisia, uma parada, um bloqueio, uma queimadura. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 05-08-2016
O fim da “reforma da reforma” – 1: uma pequena história de um delírio autorreferencial.
Andrea Grillo – 15/07/2016 – O caminho conciliar pode ser retomado. O teorema de uma “reforma da reforma”, como idealização agressiva de uma Igreja autorreferencial e que se imuniza da história e da experiência, foi finalmente censurado em nível oficial. Opinião do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. Artigo no seu blog Come Se Non, 13-07-2016
Uma recepção não sinodal para uma exortação pós-sinodal
Massimo Faggioli -14/07/2016. “A colegialidade nunca caracterizou realmente os documentos sinodais ou pós-sinodais. Há um problema de sinodalidade(que envolve toda a Igreja, não apenas os bispos) e também de colegialidade (os bispos e o papa). A sinodalidade é um conceito relativamente novo para o magistério da Igreja, já que nunca fez parte dos desenvolvimentos teológicos do Vaticano II: Francisco é o primeiro papa a falar diretamente sobre a sinodalidade.”
Declarações da Igreja mantém as portas fechadas para os gays
Robert Mickens – 23/06/2016 “A doutrina oficial da Igreja e a prática da maioria dos seus bispos (e muitos superiores religiosos) fazem exatamente o que as pessoas jamais fariam às suas amadas plantas ou animais de estimação. Eles nos colocaram em armários e fazem o possível para nos manter lá”,
A resistência a Francisco
Anselmo Borges – 04/06/2016 “Estou profundamente convencido de que o Papa Francisco inicia um novo capítulo na história do cristianismo. Teve a coragem de dizer que as tentativas para reduzir o cristianismo à moralidade sexual, à criminalização do aborto e à demonização dos gays e dos preservativos foram uma obsessão neurótica.
Quem manda na Igreja?
Padre Anselmo Borges – 07/05/2016 “Desde os tempos de Constantino, nunca a Igreja esteve tão livre do poder. Mas a Igreja deveria passar do modelo piramidal, com o Papa no vértice e um protagonismo excessivo, para a descentralização em rede, com um nó central que é o papado. Então entraríamos verdadeiramente na idade de ouro do cristianismo”.