DOM HELDER CAMARA, IRMÃO E PROFETA
EM COMEMORAÇÃO AO DIA DE NASCIMENTO DO DOM – 27/08/1999 – 27/08/1999 “Em toda sua vida, Helder Câmara deixou-se modular por Deus. Que Deus? O Deus dos pequenos, dos pobres, dos maltrapilhos, dos sem terra, sem teto, sem roupa, sem participação no assim chamado progresso do mundo. É o Deus dos povos da América Latina, chamada por Dom Helder de “a vila cristã do mundo pobre”.”
CNBB divulga nota “Brasil pós-eleições: compromissos e desafios”
A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, a nota “Brasil pós-eleições: compromissos e desafios”.
Sacerdotes, administradores e empreendedores. As bases econômicas do projeto missionário jesuíta.
Foto: fabiopestanaramos.blogspot.com.br “Pelo que se pode observar na documentação, é inegável o poderio fundiário da Companhia de Jesus na América portuguesa e mesmo fora dela”, diz a pesquisadora. Uma complexa estrutura econômica fundava as bases do projeto missionário jesuíta na América portuguesa. Com os planos de conversão de milhares de almas e na educação de um grupo privilegiado de colonos, era preciso que cada colégio angariasse fundos que lhes garantisse independência econômica. Conforme a historiadora Marcia Sueli Amantino, várias foram as soluções encontradas:
Brasil: Ok aos Viri Probati?
“Se a iniciativa dom Hummes se concretizar, a Amazônia poderia ser o primeiro lugar no mundo onde atuariam, no rito latino, padres com família”. “O card. Hummes, além de estar dialogando sobre o assunto com a Congregação para o Clero, liderada por uma pessoa de confiança do Papa, o card. Stella, naturalmente já falou disso com os Bispos da Amazônia”.
Brasil: Igreja Católica pede políticas «em benefício de todo o povo brasileiro»
Sobre a reeleição de Dilma Rousseff o secretário-geral dos bispos lembrou situação dos mais pobres
Não adianta tapar o sol com a peneira
José Lisboa Moreira de Oliveira Dias atrás publiquei em meu blog um artigo sobre a impostura dentro do ministério ordenado. O artigo também foi replicado pela agência de notícias Adital e por vários outros sites e blogs.
Cartilha eleitoral
Frei Betto – A CNBB lançou este mês o documento “Seu voto tem consequências: um novo mundo, uma nova sociedade”, no intuito de orientar os católicos nas próximas eleições. Trata-se de um documento apartidário, porém à luz da doutrina social da Igreja e dos documentos papais e episcopais. “As eleições deste ano de 2014 são importantes, não só porque presidente, deputados, senadores e governadores têm uma incidência muito grande na vida da população, mas porque está em jogo também o projeto político, social e econômico para o Brasil”, diz o texto.
Recordando dom Hélder Câmara
“Hoje sabemos bem que não é assim: Câmara, de fato, é enumerado entre aqueles que imprimiram uma virada decisiva à Igreja do nosso tempo. Bastem estas últimas palavras para mostrar sua atualidade: ‘Se Marx tivesse visto em torno de si uma Igreja encarnada, continuadora da encarnação de Cristo; se tivesse vivido com cristãos que amavam, de modo real e de fato, os homens como expressão por excelência do amor de Deus, se tivesse vivido nos dias do Vaticano II, que reassumiu tudo o que de melhor diz e ensina a teologia sobre as realidades terrestres, Marx não teria apresentado a religião como o ópio dos povos e a Igreja como alienada e alienante’”, escreve Gerolamo Fazzini, jornalista, em artigo publicado na revista Popoli, 25-08-2014.
Sobre Padres Exorcistas
Fernando Altemeyer Júnior Durante os vinte e oito anos do governo pastoral de Dom Paulo Evaristo Arns, hoje arcebispo emérito, houve um só padre com mandato: Frei Gilberto da Silva Gorgulho, frade dominicano (recentemente falecido). Mas sempre houve padres que se diziam exorcistas.
“Até quando, Senhor, ficarei clamando sem que me dês atenção? Por que me fazes ver tanta crueldade e só ficas olhando a perversidade?”
“A censura a uma obra artística, concebível outrora num regime de cristandade, é indevida e contraproducente”, afirma Ney Brasil Pereira, padre, biblista e compositor, ao comentar veto da Arquidiocese do Rio de Janeiro ao curta de José Padilha, em comentário que nos enviou e publicamos a seguir.