PROFECIA DA INTERCONGREGACIONALIDADE
José da Silva Vieira – 16/11/2016 “Hoje, há bastantes e lindas experiências de intercongregacionalidade. A que melhor conheço é Solidariedade com o Sudão do Sul (na foto) que vi nascer: 30 pessoas (17 mulheres e 13 homens de 15 países dos cinco continentes, leigos e consagrados de 17 congregações), apoiadas por 260 congregações a nível de direção geral e umas 30 ONGs formam professores, enfermeiros, obstetras, agricultores e líderes comunitários no país mais jovem do mundo há oito anos, vivendo, trabalhando e celebrando juntos em quatro comunidades“
Stedile: Papa Francisco, um homem de muita coragem!
3° Encontro Mundial de Movimentos Populares em diálogo com o Papa Francisco ocorreu no Vaticano no início de novembro João Pedro Stedile Brasil de Fato| SP 14/11//2016 Foto: Stedile com Francisco. “Agora, no terceiro encontro, estava na pauta dos debates, novos temas relacionados com os graves dilemas que a sociedade moderna está enfrentando em todo o mundo. O primeiro tema foi a questão do Estado e da democracia. Tivemos aqui a participação também do ex-presidente Pepe Mujica, do Uruguai, e de outros dirigentes políticos progressistas que enviaram reflexões.”
A Igreja e a Política: que Igreja e que política? (3)
Ninguém pode exigir que se relegue a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional Frei Bento Domingues O.P. – 06/11/2016 – 00:10 “Ninguém pode exigir que se relegue a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, despreocupada com a saúde das instituições da sociedade civil e sem se pronunciar sobre os acontecimentos que interessam os cidadãos. No entanto, Francisco sublinha que nem o Papa nem a Igreja possuem o monopólio da interpretação da realidade social ou da apresentação de soluções para os problemas contemporâneos [3].”
A Igreja e a Política: que Igreja e que política? (1)
Frei Bento Domingues O.P. – 23/10/2016 “Longa tem de ser a aprendizagem do diálogo no interior da Igreja, para que toda ela se confronte, hoje, com os problemas de toda a sociedade, na diferença legítima das suas sensibilidades, mas trabalhando para vencer o abismo entre os poucos muito ricos e os muitos muito pobres. É um caminho de conversão e sem esse processo não é possível falar da generalização de direitos e deveres humanos. O destino universal dos bens pode encontrar muitas modalidades de realização, mas não muitas formas de o negar.”
CNBB. ‘Cenário de retrocessos dos direitos sociais em curso no Brasil’
CNBB – 21 Outubro 2016 A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou uma nota ao final de um encontro realizado em Brasília (DF), nos dias 18 e 19. No texto, os membros da Comissão e os bispos referenciais das Pastorais Sociais manifestam preocupação com o cenário de retrocessos dos direitos sociais em curso no Brasil.
Aqueles católicos contra Francisco que adoram Putin
GIACOMO GALEAZZI – ANDREA TORNIELLI – 16/10/2016 Tradução: Orlando Almeida – Foto: ANSA Viajem à galáxia dos opositores de Bergoglio. Uma frente que na web une partidários da Liga Norte, nostálgicos de Ratzinger, inimigos do Concílio: “Igreja em confusão por culpa do pontífice”
Arturo Sosa anima a “buscar alternativas para superar a pobreza, a desigualdade e a opressão”
O cultivo da interioridade é necessário para permanecer conectado com o mundo intelectual. Religión Digital – 15-10-2016 Na tarde da sexta-feira, 14 de outubro, os membros da congregação geral tomaram um merecido descanso após a eleição. Na manhã do sábado, reuniram-se na igreja do Gesù, pela segunda vez em duas semanas. Neste caso, para celebrar com alegria uma eucaristia de ação de graças com o Pe. Arturo Sosa, (Foto) que, pela primeira vez como geral da Companhia de Jesus, teve a oportunidade de dar sua mensagem espiritual inspirado na Escritura. Em sua breve homilia, o Pe. Sosa tocou diversos pontos.
NÃO HAVERÁ SALVAÇÃO?
Frei Bento Domingues O.P -16/10/2016 “A devoção que retém as pessoas nas igrejas, nas sacristias, está a opor-se a um Jesus em viagem para as periferias sociais e culturais. Foi isto que o papa Francisco veio lembrar: só vale uma Igreja de saída! O papa não está a inventar nada. Lembra apenas a pergunta de Deus: que fizeste do teu irmão? O julgamento religioso de toda a história humana, religiosa ou profana, em todos os seus momentos, depende da resposta a essa pergunta.”